11 agosto 2017

[Crítica] Na mira do atirador

Em pleno campo de batalha, dois soldados americanos descobrem que estão na mira de um atirador iraquiano. Eles não sabem onde o inimigo se esconde, nem podem se comunicar um com o outro, já que o adversário está interceptando a conversa dos americanos via rádio comunicador. Escondidos atrás de uma pequena parede de pedra, eles têm que encontrar uma maneira de sair vivos.                                                                                                                                    

O que eu achei?
Nos primeiros dez minutos do filme, já deu para perceber que seria uma daquelas produções que apostam numa abordagem diferente. Tem apenas 3 atores, sendo que dois deles aparecem durante o filme, o terceiro, o terrorista iraquiano, fica oculto, só se ouve a voz dele.

A ação começa quando o sargento Shane Matthews (John Cena, o Steven da comédia Descompesada), um sniper (atirador de elite) é enviado para investigar a construção de um oleoduto no deserto do Iraque, juntamente com seu colega, Sargento Allen Isaac, apelidado de Ize (Aaron Taylor-Johnson, o Mercúrio da Marvel). Eles pacientemente esperam quase um dia inteiro até declarar o local uma área segura. Matthews vai recolher os transmissores de rádios dos seguranças mortos mas é atingido por um tiro na perna. Isaac tenta resgatá-lo mas também é atingido e se esconde por trás de um muro de tijolos. Seu rádio portátil é destruído, assim como seu cantil de água. Matthews fica estirado no deserto a metros de distância do muro.

Sozinho, Isaac cuida dos seus ferimentos. O terrorista (que mais tarde o general descobre ser um terrorista procurado chamado Juba) finge ser um oficial do alto escalão do exército americano e obtém algumas informações valiosas dele até Isaac perceber que a pessoa com quem estava conversando tinha sotaque, não era americano e Juba arrancar a máscara. Ele afirma querer conversar com o sargento e faz algumas perguntas como de onde ele veio e como era sua família mas Isaac se recupera a fornecer esses dados. Ele tenta ligar para o quartel-general para pedir reforços mas o sinal está fraco demais e tenta consertar seu rádio e acaba descobrindo que Juba usara as informações que havia conseguido com ele e atraído o time de resgate para uma armadilha. Para a surpresa de Isaac, Matthews acorda; não estava morto, apenas desacordado. Ele continua estirado no chão, se fingindo de morto pois eles não sabem a localização de Juba, o que significa que os tiros podem vir em qualquer direção. Matthews vai se esgueirando lentamente para pegar seu rifle mas Juba o vê e dispara duas vezes, matando-o. Os helicópteros chegam para resgatar Isaac, que ficou sozinho.

Confesso que achei o ritmo meio lento, os diálogos entre o soldado e o terrorista são meio cansativos mas fui surpreendida pelo final, não contava com aquilo. Como diria o Chávez: ´´Não contavam a minha astúcia!`` Mas é interessante, um filme de ação alternativo.

Trailer:



Nenhum comentário

Postar um comentário