uma nova versão celestial de “My Guy” — Ouça aquihttps://samsmith.lnk.to/myguySSxJL?utm_source=dotmailer&utm_medium=email&utm_campaign=1005012_Sam%20Smith%20se%20junta%20a%20Jacob%20Lusk%20em%20uma%20nova%20vers%C3%A3o%20de%20%E2%80%9CMy%20Guy%E2%80%9D_231943_BR&dm_i=4YYV,LJH0,7DTFHP,3WPME,1,0,0,0
Novo vídeo oficial registra dueto ao vivo de “My Guy”
Sam Smith, artista que compõe e que já conquistou cinco prêmios GRAMMY®, além de prêmios BRIT, Globo de Ouro e Oscar, lança hoje uma versão arrebatadora em dueto de seu recente single “My Guy”, com a participação do cantor de R&B e gospel Jacob Lusk. Uma das faixas marcantes do aclamado álbum de Smith, “Hazel Eyes”, “My Guy” ganha uma nova dimensão arrebatadora com os vocais de Lusk. Já disponível pela Capitol Records, a nova versão de “My Guy” vem acompanhada de um vídeo oficial ao vivo que registra a apresentação marcante de Smith e Lusk no mês passado, no histórico London Coliseum. Acesse AQUI para ouvir “My Guy”, com Jacob Lusk, e confira AQUI o vídeo oficial ao vivo.
Uma das várias canções de amor assumidamente românticas de “Hazel Eyes”, “My Guy” oferece um retrato eufórico de adoração absoluta, evocando uma atmosfera onírica com ritmos que crescem lentamente e timbres de guitarra suaves, cintilantes. Na nova versão, Lusk canta o segundo verso da música, dando a cada frase a cativante combinação de força e vulnerabilidade que marcou suas colaborações recentes com artistas como Honey Dijon e sua performance marcante com Moby no Coachella. Além de se juntar a Smith numa troca descontraída e divertida na ponte (bridge), o artista de Compton empresta sua voz rica e etérea às harmonias celestiais da faixa original — um toque à moda de grupos vocais femininos, criado em parte por Smith, pela estrela indie pop Feist (uma das principais colaboradoras de Smith em “Hazel Eyes”) e pelo cantor e compositor Moses Sumney.
Coescrita por Smith, Feist, Simon Aldred (Avicii, Liam Gallagher) e Shahzad Ismaily (Yoko Ono, Damien Rice), “My Guy” foi lançada em junho, junto com seu clipe oficial, e rapidamente recebeu elogios de grandes veículos, como a “SPIN”, que a descreveu como “uma celebração vibrante do amor plenamente correspondido”, e o “CBS News Sunday Morning”, que a considerou “um passo à frente para que canções de amor LGBTQ deixem de ser marginalizadas” e “uma balada digna de sucesso em que um pequeno substantivo repetido representa um grande avanço — a revolução nunca soou tão suave”.
Ex-vocalista do grupo Gabriels, indicado ao BRIT Awards e conhecido por misturar gêneros musicais, Lusk fez recentemente uma participação surpresa durante a apresentação de Smith no London Coliseum. O show deslumbrante fez parte da residência global To Be Free, uma série de apresentações intimistas muito celebrada, iniciada por Smith no outono de 2025. Suas vozes se entrelaçam e alternam momentos de delicada contenção e emoção arrebatadora, conferindo ainda mais força à terna homenagem da canção à conexão eterna.
No início deste mês, Smith fez sua mais recente participação no “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon”, onde se juntou ao The TwoCity Chorus para uma performance empolgante de “Oh Mother”, colaboração marcada por harmonias vocais (assista aqui). O poderoso hino é um dos momentos mais explosivos de “Hazel Eyes”. No mesmo episódio, Smith conversou com Fallon sobre a criação de “Hazel Eyes” e refletiu sobre a inesperada liberdade criativa que surgiu ao escrever sobre o amor a partir de um lugar de felicidade e segurança. Acesse AQUI para assistir à performance de “Oh Mother” com o The TwoCity Chorus e confira AQUI a entrevista de Fallon com Smith.
Coproduzido por Sam Smith, Aldred e David Odlum (Glen Hansard, Josh Ritter), “Hazel Eyes” chegou em agosto e marcou uma evolução empolgante para Smith. O álbum percorre uma variedade eclética de gêneros — como pop barroco, folk britânico, country não tradicional e R&B experimental —, ao mesmo tempo que coloca em primeiro plano a voz única de Smith enquanto explora a beleza e a complexidade da devoção plena. Gravado em parte no lendário Electric Lady Studios, em Nova York, “Hazel Eyes” também dá vida à visão elaborada de Smith em faixas marcantes como “Constant Companion”, uma história de amor incondicional com dimensões cinematográficas; “When He’s Gone”, uma reflexão sombria sobre o medo de perder quem se ama, que a “Rolling Stone” descreveu como “um lamento com toques de blues”; “Love Is A Stillness”, uma balada ao piano belíssima e despojada; e “To Be Free”, um desfecho arrebatador e profundamente soul, elogiado pelo Stereogum por destacar a “voz imensamente poderosa” de Smith. Lançado com ampla aclamação de veículos como NPR (“Melhores Álbuns”), “Rolling Stone”, Pitchfork e “Billboard”, o álbum foi descrito pela “New Yorker” como o “mais pessoal até agora” de Sam. O jornal “The New York Times” elogiou: “Smith demonstra uma nova clareza e confiança”, e a “Variety” definiu assim: “Sam Smith abre seu coração em ‘Hazel Eyes’, um álbum apaixonado.”
Após a recente reportagem de capa de Smith na seção Sunday Arts & Leisure do “The New York Times”, o artista concedeu uma entrevista ao “New Yorker Radio Hour”, que revelou ainda mais sobre as origens criativas e as inspirações profundamente pessoais por trás de seu quinto álbum de estúdio. Smith também conversou com “The Guardian” e compartilhou nas redes sociais as histórias por trás de cada faixa.
Sobre Sam Smith
Sam Smith é um dos nomes mais celebrados da música na história recente. Com cinco vitórias no GRAMMY®, Sam detém dois recordes do Guinness — pelo maior número de semanas consecutivas no Top 10 da parada de álbuns do Reino Unido (com o álbum de estreia de 2014, In the Lonely Hour) e pelo primeiro tema de James Bond a alcançar o primeiro lugar nas paradas britânicas (com “Writing’s On the Wall”, vencedor do Oscar e do Globo de Ouro).
Em sua carreira, Sam soma mais de 64 milhões de unidades equivalentes de álbuns vendidas, 396 milhões de singles vendidos e mais de 57 bilhões de streams em seu catálogo de álbuns aclamados pela crítica: “In the Lonely Hour”, “The Thrill of It All”, “Love Goes” e “Gloria”, este último descrito pela “Rolling Stone” como “seu álbum mais profundo até hoje” — e incluindo o sucesso global “Unholy”, com Kim Petras.
“Unholy” permaneceu por três semanas no 1º lugar da Billboard Hot 100 e por quatro semanas no topo da UK Official Singles Chart, tornando-se a oitava música de Sam a alcançar a liderança da parada britânica.
Em junho de 2025, Sam lançou o impactante álbum ao vivo “BBC Proms at the Royal Albert Hall”. Em julho de 2025, veio “To Be Free”, uma canção acústica e cheia de soul que explora como a vulnerabilidade pode abrir caminho para a coragem e a liberdade. A faixa rapidamente conquistou elogios da crítica, incluindo “The New York Times”, “Rolling Stone” (“Sam Smith parece leve como uma pluma”), “Billboard” (“uma das canções mais marcantes de Sam em anos”) e Stereogum (“emocionante… imensamente poderosa”), entre outros.
O quinto álbum de estúdio de Sam, “Hazel Eyes”, já está disponível em formato digital em todas as plataformas e em formatos físicos em pré-venda na UMusic Store.
Sobre Jacob Lusk
Jacob Lusk é uma força vocal singular, que combina gospel, soul, pop e dance com presença eletrizante e profundidade emocional. Criado em Compton, na Califórnia, e imerso no gospel desde cedo, é filho do falecido produtor musical Gregory Lusk. Como vocalista do Gabriels, ajudou a criar “Angels & Queens”, o aclamado álbum de estreia elogiado pelo jornal britânico “The Guardian” como um dos candidatos a Álbum do Ano. Sua apresentação no Glastonbury de 2022 foi um dos grandes destaques do festival. Com uma voz profundamente enraizada no soul, talento teatral e um estilo visual marcante, com ternos sob medida e capas esvoaçantes, Lusk é um artista de intensidade e originalidade raras.
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