[News] Monólogo “Eu matei a Sherazade - Confissões De Uma Árabe Em Fúria” coloca em cena o feminismo de uma das protagonistas mais famosas da cultura oriental
Monólogo “Eu matei a Sherazade - Confissões De Uma Árabe Em Fúria” coloca em cena o feminismo de uma das protagonistas mais famosas da cultura oriental
O espetáculo aproxima a realidade de mulheres árabes e ocidentais em apresentações no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch
Entre os dias 24 a 26 de julho, a atriz Carolina Chalita sobe ao palco do Teatro Total Energies - Sala Adolpho Bloch com o monólogo “Eu matei a Sherazade - Confissões De Uma Árabe Em Fúria”, que propõe um olhar sobre o feminino. Até que ponto a realidade das brasileiras se distancia do mundo em que vivem as mulheres árabes? Esta é uma pergunta básica que guia a construção do espetáculo.
“Desenvolvemos uma dramaturgia que oferece a possibilidade de investigar as fronteiras entre os olhares árabe e ocidental sobre as mulheres. Joumana Haddad nos apresenta um caminho para a libertação da hipocrisia da cultura patriarcal”, explica Chalita que completa 20 anos de carreira no palco.
Sherazade sempre foi exaltada, especialmente sob o olhar ocidental, como uma referência de insubmissão feminina, ao utilizar sua imaginação para sobreviver aos abusos de um sultão. Segundo Joumana Haddad, no entanto, ela não rompe com o sexismo. Pelo contrário, o perpetua por trás de histórias que ludibriam e que maquiam uma transformação do sultão, um assassino de mulheres.
“O sultão, que, a cada noite, matava uma virgem de seu reino como vingança por ter sido traído por sua primeira esposa, fica curioso com as fábulas de Sherazade, o que, para o mundo ocidental e para os próprios árabes, significa que a personagem não é submissa.” detalha Carolina, que tem ascendência libanesa.
Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch
Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.
Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.
Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.
O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000 pessoas.
Serviço: Eu matei a Sherazade - Confissões De Uma Árabe Em Fúria
24 a 26 de julho
Dias e horários: Sexta - Feira e Sábado: às 20h e Domingo: às 18h
Vendas: https://www.ingresso.
Valores:
Plateia Central: R$90 (inteira) | R$45 (meia)
Plateia Lateral: R$50 (inteira) | R$25 (meia)
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch - Rua do Russel, 804 - Glória
Informações para a imprensa Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch:
MNiemeyer Assessoria de Comunicação - www.mniemeyer.com.br
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