[Crítica] A favorita do rei
Sinopse:
A Favorita do Rei é um drama histórico inspirado na vida de Jeanne Bécu, filha ilegítima de uma costureira humilde, que alcança o auge da corte francesa como amante oficial do rei Luís XV. Jeanne Vaubernier (interpretada por Maïwenn) é uma jovem ambiciosa que, determinada a ascender socialmente, utiliza seu charme para escapar da pobreza. Seu amante, o conde Du Barry (Melvil Poupaud), enriquece ao lado dela e, ambicionando colocá-la em um lugar de destaque, decide apresentá-la ao rei. Com a ajuda do poderoso duque de Richelieu (Pierre Richard), o encontro é orquestrado, e uma conexão intensa surge entre Jeanne e Luís XV (Johnny Depp). Fascinado por sua presença, o rei redescobre o prazer da vida e não consegue mais se imaginar sem ela, promovendo-a a sua favorita oficial na corte de Versailles. No entanto, esse relacionamento escandaloso atrai a atenção e o desagrado dos nobres, provocando intrigas e desafios que Jeanne terá de enfrentar para manter sua posição privilegiada ao lado do monarca.
O quê eu achei?
Johnny Depp é um ator que acompanho desde que ne entendo por gente. Nessa romance histórico, ele interpreta Louis XV, rei da França entre 1715 e 1774.
Jeanne Vaubernier(interpretada por Maïwenn, uma famosa atriz francesa que foi casada e tem uma filha com Luc Besson) é uma jovem cheia de ambições que se infiltra na corte e se torna amante do conde Du Barry(Melvil Poupaud) e ele decide apresentá-la ao rei. O monarca acaba se apaixonando por ela e faz de Jeanne sua amante favorita na corte de Versalhes. Entretanto, esse relacionamento acaba atraindo a atenção e o desagrado de alguns membros da nobreza, que criam intrigas e fofocas desafiando a posição de destaque dela. Afinal, nenhum deles queria uma menina de rua, vinda da sarjeta, nesse cargo.
Curiosidade: Foi o primeiro filme que o Depp fez após o término do julgamento do caso com a Amber Heard.
Os figurinos e a fotografia são belíssimos e ele foi escolhido para ser o filme de abertura do festival de Cannes em 2023 e foi exibido no festival Varilux de cinema francês no ano passado. Agora ele estreou no canal Filmelier + e está disponível para os assinantes.
Trailer:



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