14 setembro 2017

[Crítica] Emoji: O filme

Textopolis é a cidade onde os Emojis favoritos dos usuários de smartphones vivem e trabalham. Lá, todos eles vivem em função de um sonho: serem usados nos textos dos humanos. Todos estão acostumados a ter somente uma expressão facial - com exceção de Gene, que nasceu com um bug em seu sistema, que o permite trocar de rosto através de um filtro especial. Determinado à se tornar um emoji normal como todos os outros, eles vai encarar uma jornada fantásticas através dos aplicativos de celular mais populares desta geração - e no meio do caminho, claro, fazer novos amigos.
O que eu achei?
Confesso que fiquei meio intrigada quando soube que fariam um filme sobre emojis. Qual história poderia ser desenvolvida a partir das carinhas dos nossos celulares\ Mas a narrativa é bem-desenvolvida.

Como dito na sinopse, Gene (voz de T.J. Miler no original) é um emoji que se diferencia dos outros por conseguir expressar diferentes emoções e quando vai tentar trabalhar no Cubo,a grande rede em que cada emoji fica disponível para ser escolhido pelo dono do celular, perde o controle e seu rosto muda várias vezes, confundindo o sistema. A coordenadora de Textópolis, Sorriso(voz de Maya Rudolph) toma a decisão de deletá-lo do sistema e envia robôs para fazer o serviço mas Gene foge.

No caminho, ele conhece Bate-aqui (James Corden) um emoji que está fora de uso. Eles decidem fugir juntos e Bate-aqui conta que um hacker poderia ajudá-los a sair de Textópolis. Eles saem do aplicativo e vão parar em um pirata, onde conhecem Rebelde (Anna Faris), uma hacker que promete ajudá-los pois quer ir para o Dropbox e entrar na nuvem, onde estará a salvo dos robôs e não poderá ser apagada.

O trio improvável embarca numa aventura inesperada que os levará por programas como Candy Crush, onde Gene fica preso e Bate-Aqui e Rebelde têm que jogar o jogo para fazê-lo sair e Just Dance, onde Gene tem que dançar com Rebelde para poder avançar. Os robôs chegam mas eles conseguem ultrapassá-los. Rebelde tira a peruca e revela ser um emoji de princesa que se cansou dos estereótipos. O barulho que eles fazem provoca Alex a apagar o aplicativo do Just Dance. Rebelde e Gene escapam logo antes do terreno ir se desintegrando mas Bate-Aqui cai no abismo e vai parar na lixeira.

Os pais de Gene tem uma discussão e o pai dele revela que o filho herdou a capacidade de fazer várias expressões dele, enquanto dançam no Instagram. Gene e Rebelde vão para a lixeira resgatar seu amigo.

Apesar das duras críticas que o filme tem recebido, eu particularmente gostei da animação. Achei divertido e cativante. É óbvio que a menção de vários programas e aplicativos como o Spotify e os outros previamente mencionados servem como jogadas de marketing mas a história é inovadora e tem vários momentos engraçados. É garantia de diversão para todas as idades! Uma curiosidade: o diretor Tony Leondis teve a inspiração para esse filme ao pensar em um brinquedo que não havia tido sua história contada. Ele era fã de Toy Story. Enquanto refletia, recebeu uma mensagem de texto com um emoji e teve o insight, já que um filme sobre eles nunca havia sido feito.

Obs: Antes do filme começar, há um curta de Hotel Transilvânia dirigido por Genndy Tartakovsky que é um sneak preview do terceiro fime, que estreia ano que vem. Conta a história de Mavis pedindo um cachorro à seu pai e recebe um enorme de presente e o bicho causa uma confusão no hotel.

Trailer:

Um comentário

  1. Estou curiosa para ver este filme, gosto muito de filmes de animação mas ainda não tive oportunidade de ver este!!


    Passa pelo blog e deixa a tua pergunta sobre o regresso às aulas!!

    http://abpmartinsdreamwithme.blogspot.pt/2017/09/q-regresso-as-aulas-facam-as-vossas.html

    Beijinhos

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