25 maio 2017

[Crítica] Norman

Norman Oppenheimer (Richard Gere) é o dono de um pequeno negócio. Ele faz amizade com um jovem político em um período complicado da vida. Porém, três anos depois, o político torna-se um influente líder mundial, transformando drasticamente a vida de Norman tanto positivamente quanto negativamente.                                                                                                                                                                                                                                                 
O que eu achei? 
Richard Gere é um consagrado ator de comédias românticas como Uma linda mulher e dramas como Sempre ao seu lado. Dessa vez,ele encarna um homem de negócios, Norman Oppenheimer, nada convencional:tem uma empresa de consultoria que conecta as pessoas, sempre alega ter um conhecido nas mais altas esferas e vai se integrando com as pessoas, vendo o que cada uma pode lhe trazer e se beneficiando com seus clientes.

Um dia, ele faz amizade com um jovem político, Micael Eshel (Lior Ashkenazi), recém-chegado em Nova York, e o acolhe na comunidade judaica nova-iorquina. Três anos depois, ele vira o Primeiro-Ministro e o mundo de Norman é virado de cabeça para baixo ao estar no centro de um escândalo que envolve um misterioso doador anônimo, um segredo que pode arruinar a reputação dos judeus ortodoxos e lavagem de dinheiro.


O elenco também conta com Steve Buscemi (Fargo, Cães de Aluguel) interpreta o rabino da sinagoga local que pede o auxílio de Norman para arrecadar fundos para evitar uma falência, Charlotte Gainsbourg (Independence Day:o ressurgimento, Melancolia) é Alex Green, a assessora particular de Eshel, que se sente desconfortável com o excesso de perguntas feitas por Norman, Hank Azaria (Os Simpsons, Os Smurfs) como Srul Katz, o oponente de Eshel, Michael Sheen (Anjos da Noite, Cruzada) e Dan Stevens (A bela e a fera, Uma noite no museu 3) como Bill Kavish, um parceiro nos negócios de Norman. 

É o primeiro filme em língua inglesa do diretor e roteirista Joseph Cedar, embora ainda tenha algumas partes faladas em hebraico, tem até uma cena mostrando um jornal no alfabeto hebraico. Embora esse filme não se enquadre exatamente na categoria que gosto, me entreti ao ter uma chance de ampliar minha visão sobre o mundo dos negócios e nas várias armadilhas que a concorrência trama para os negócios rivais. Uma das lições que aprendi foi não se vanglorie do que você não tem e e também aborda o tema da necessidade das pessoas de se sentirem importantes e como ás vezes, males vem para o bem, pois erros podem nos beneficiar. Foi algo inspirador para se lançar no complicado mundo dos negócios. Indicado para todos interessados em saber mais sobre carreiras, não apenas iniciantes. 



6 comentários

  1. Oi Clara
    Também não assisti nenhum filme em que ele não era um galã de romances. Eu cheguei a ganhar cortesia de um blog para assistir este filme mas não veio aqui pra minha região. Fiquei bem chateada.
    beijos

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    1. Oi Aichha, puxa, que injusto, acho que todos os filmes deveriam entrar em cartaz em todas as as salas, mesmo que sejam mais alternativos. Mas vc pode assisti-lo pela internet. Depois me fala o que achou. Bjos

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    2. Poisé! aqui só vem os grandes lançamentos. os menos populares não passam :(
      Mas assistirei sim ;)
      beijos

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    3. Eu estava montando os brindes para o evento sábado. Queria tanto que vc estivesse aqui! Farei uma live pelo Face do Reino para pessoas de outros lugares darem uma espiada.

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    4. Sério que amor <3
      Faz live nas próximas e me avisa

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  2. Gosto muito das interpretações dele. Quero assistir este filme.

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