18 agosto 2016

[Crítica] Ben- Hur

Fui assistir o filme com ingresso cedido pela assessoria de imprensa da distribuidora sem expectativas de encontrar um filme que fosse de fato uma refilmagem, então vá ao cinema sem esperar que as coisas estarão iguais e intactas. Vamos ao que achei?!
Sinopse:
O nobre Judah Ben Hur (Jack Huston), contemporâneo de Jesus Cristo (Rodrigo Santoro), é injustamente acusado de traição e condenado à escravidão. Ele sobrevive ao tempo de servidão e descobre que foi enganado por seu próprio irmão, Messala (Toby Kebbell), partindo, então, em busca de vingança.

O que eu achei?
O filme conta a história de Judah Ben Hur, um nobre e rico homem que vivia na época de Jesus Cristo( simples coadjuvante) que foi traído por seu "irmão", mas me deixe contar desde o início...
Judah aparece nos primeiros minutos do longa ao lado de seu irmão de consideração Messala, já que sua família o abrigou desde bem jovem, mostrando a cumplicidade, amor e respeito entre ambos. Judah vive em Jerusalém junto de Messala, sua mãe Miriam e sua irmã Tirzah, apaixonado por Esther, filha de um de seus escravos.

Messala decide largar sua família para tentar uma vida melhor e ser alguém respeitável e estar a altura de Tirzah, por quem é apaixonado, lembrando que eles foram criados juntos e não são irmãos no finalmente. Decide trabalhar como militar, passam- se alguns anos até o  seu retorno, e temos pequenos flashs de Jesus Cristo pregando o amor, e em contraponto temos os mandos e desmandos dos poderosos de Roma. 
Enquanto Messala acredita no poder superior de Roma e seu império e outros deuses, Judah acredita no amor verdadeiro, tem a fé em um único Deus e sonha na liberdade do povo judeu. Judah se casa com Esther, enquanto Messala comanda um exército e decide voltar Jerusalém junto com sua tropa. Assim que chega a Jerusalém, Messala providencia seu encontro com Judah e busca informações para saber se Tirzah ainda está solteira, ao obter a confirmação, marca uma ida a sua antiga casa.
Ao reencontrar sua família, Messala percebe que o mesmo amor continua intacto e que Tirzah ainda o ama também. Messala aproveita que está em casa e pede a ajuda de Judah para que o povo judeu seja pacífico e aceite o domínio do império de Roma, sendo informado que isso não irá acontecer, decide agir por sua própria conta.

Durante o desfile de Pilatos, um judeu que Judah abrigou decide atacar o general, em seguida temos uma sequência muito rápida dos fatos. Messala e seus soldados invadem a casa de Judah e sua família atrás de quem atacou seu general, como Judah não diz quem foi, decide se entregar, mas todos são condenados, tanto sua mãe, irmã e Judah, exceto Esther que consegue fugir. Tirzah e Mirian são condenadas a serem crucificadas e Judah condenado a viver o resto de seus dias como escravo de Roma.
Passado 5 anos, após o ataque no navio em que era escravo, Judah consegue fugir e é abrigado por Iiderim que decide salvar a vida de Judah e colocá- lo como "condutor" de sua biga. Movido pelo ódio Judah decide por lutar contra Messala na corrida de bigas. 

Obviamente não contarei mais sobre o filme, muitos críticos não gostaram do filme em comparação com o 1º filme, como eu não me recordo muito do filme anterior, foi como assistir o filme de uma forma nova. Algumas coisas deixaram a desejar, principalmente as poucas cenas de Rodrigo Santoro como Jesus Cristo. 
Enfim, é isso: é um ótimo entretenimento sim, e se fosse para dar uma nota seria 8.

Trailer:



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