19 agosto 2016

[Crítica] Águas Rasas

Sinopse:
Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.

O que eu achei?
O filme começa com Nancy indo à uma praia isolada no México, após perder a mãe que morreu de câncer, sua ida a esta praia em específico é por um motivo de apelo emocional: sua mãe foi na mesma praia quando estava grávida dela.

Num lugar paradisíaco e sozinha, Nancy decide enfrentar as ondas deste mar inexplorado. Ao chegar nesta praia Nancy conversa com dois rapazes que garantem não haver nenhum tipo de perigo e dão algumas dicas, logo em seguida os dois decidem ir embora. No meio tempo entre uma onda e outra Nancy é atacada por um tubarão branco e terá que travar uma verdadeira luta por sua vida. 
Durante o ataque Nancy tem um ferimento gravíssimo na perna, mas poderá usar seus estudos em medicina para salvar sua perna de uma possível amputação, caso sobreviva. 

Nancy consegue sobreviver graças a uma pedra no meio do mar e terá que aos poucos tentar derrotar seus inimigos: o mar e o tubarão. Com sequências eletrizantes e um visual espetacular, o filme consegue prender sua atenção do início ao fim. Obviamente teremos algumas cenas angustiantes com ferimentos abertos e sustos causados pelo tubarão na sua tentativa de conseguir de todas as formas matar sua presa, mas o filme é um ótimo atrativo para fãs de Tubarão.

Créditos extras para atriz Blake Lively que conseguiu com maestria levar o filme sozinha, não permitindo o expectador nem uma ida ao banheiro durante o longa.

Trailer:

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