[News]A atriz Beth Zalcman volta ao Rio com duas peças de sucesso: “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio’, dias 3 e 4 de setembro, e “Ânima”, dias 5 e 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes

 A atriz Beth Zalcman volta aos palcos do Rio de Janeiro com dois grandes sucessos que trazem reflexões profundas sobre a existência humana e a espiritualidade: “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio’, dias 3 e 4 de setembro, e “Ânima”, dias 5 e 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes


foto Lucas Pacheco


Com encenação de Luiz Antonio Rocha, as peças homenageiam mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas da história


Espetáculos de grande sucesso nos palcos do país, “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio” e “Ânima” voltam ao cartaz no Rio de Janeiro, com apenas duas apresentações cada, de 3 a 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão, as duas montagens fazem uma reflexão profunda sobre espiritualidade e sobre os mistérios e sentidos da vida. Com direção de Luiz Antonio Rocha, a atriz Beth Zalcman está à frente dos dois monólogos, que homenageiam mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas da história.

 

Sobre “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio’

Em cartaz nos dias 3 e 4 de setembro, “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio” já foi visto por cerca de 250 mil espectadores em mais de 225 apresentações pelo Brasil. Em pleno século XIX, quando as mulheres não tinham voz, a russa Helena Blavatsky rompeu paradigmas, enfrentou preconceitos, intolerâncias e opressões sociais para se lançar em uma viagem através do mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Em 1875, junto com Henry Steel Olcott, fundou em Nova York a Sociedade Teosófica, que foi transferida para a Índia em 1879. A rápida expansão da Sociedade Teosófica na Europa e na América impulsionou a popularidade das religiões orientais e o renascimento do ocultismo moderno.

Profunda conhecedora de Blavatsky, Lucia Helena marcou sua estreia no teatro ao criar um texto que resgata a atemporalidade da personagem, eliminando estereótipos que lhe foram associados. O texto traz ciência, religião, história, filosofia, a busca pelo conhecimento, a condição feminina e os pensamentos transformadores da filósofa em meio às adversidades de todas as épocas. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui.

“A peça enfatiza a dimensão filosófica e humanista de Helena Blavatsky – sua busca incessante pelo conhecimento, o diálogo entre culturas, a defesa de uma fraternidade universal e a coragem de desafiar dogmas e preconceitos do seu tempo”, comenta o diretor Luiz Antonio Rocha.

Com Blavatsky, Beth transmite à plateia o que a personagem lhe trouxe como ensinamento: determinação, entrega e escutar a voz do silêncio para melhor enxergar a si mesma e a humanidade.

“Blavatsky me fez refletir, me despir de minhas certezas do mundo contemporâneo, para poder mergulhar na potência da alma humana, do feminino, nas reflexões profundas sobre a existência que deixamos adormecida dentro de nós. Trata-se de um texto belíssimo, um convite para que possamos escutar a nossa voz do silêncio”, afirma a atriz que, por este papel, recebeu o Prêmio CENYM de Teatro Nacional, da ATEB – Academia de Artes no Teatro do Brasil, como Melhor Atriz de 2023.

SINOPSE: A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres, no final do século XIX. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi.

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurino: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujii

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Técnico de luz e som: Gabriel Oliveira

Idealização e Produção: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Parceria: Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil

Realização: Teatro em Conserva / Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.


HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO’

Dias e horários: 03 e 04 de setembro, às 19h

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada)

Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125154/d/405937

Duração: 1h

Classificação: 12 anos

 

 

Sobre “Ânima”

“Desde sempre e para sempre toda mulher tem parentesco com a primeira estrela brilhante que levou luz ao azul profundo do céu”. A frase, da filósofa Delia Steinberg Guzmán, inspirou a autora Lúcia Helena Galvão, em seu terceiro texto para teatro, a escrever “Ânima”, que volta ao cartaz, nos dias 5 e 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes. A peça foi especialmente criada para a atriz Beth Zalcman, retomando a parceria de sucesso iniciada com “Helena Blavatsky, a voz do silencio”.

O texto traz o desafio de reunir seis mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas como Joana Darc, Simone Weil, Helena Blavatsky, Harriet Tubman, Marguerrit Porret e Hipatia de Alexandria. Para unir as personagens, uma tecelã ocupa o palco tecendo histórias que deixaram uma marca indelével no curso da humanidade. A ancestralidade da fala se contrapõe com o uso da tecnologia e inova com o uso de drones transportando o público para um evento transformador.

“Quando Lúcia me entregou o texto de “Ânima”, ela me disse que nele estavam seis mulheres que marcaram a minha vida. Fiquei curiosa, emocionada, ansiosa, e na primeira leitura compreendi que eu viveria uma experiência profunda e bela. Mulheres distintas vindas de tempos e espaços distantes, mas conectadas pelo desejo de fazer a vida valer a pena para todos”, lembra a atriz Beth Zalcman.

A primeira personagem é a corajosa filósofa francesa Simone Weil, séc. XIX, dotada de uma capacidade ímpar de ver simbolicamente a vida e aprofundar-se em seus segredos mais íntimos. Segue com a inesquecível Santa Joana D’Arc, séc. XIV, condenada à fogueira pela igreja católica e canonizada pela mesma igreja. A peça segue com a escritora Helena Blavatsky, séc XIX, duramente condenada por sua ousadia e originalidade. Também entra em cena a brilhante Harriet Tubman, séc. XVIII, mulher escravizada foragida que libertou muitos outros companheiros da escravidão. Ficamos de frente com Marguerite Poret, a grande pensadora e mística do séc. XIII, que nos legou a reconhecida obra “Espelho das Almas Simples...”, que lhe rendeu uma condenação à morte na fogueira. Ao final dessa jornada, encontramos, no séc. IV, Hipátia de Alexandria, conhecida como a primeira matemática documentada na história.

“Ânima” é uma peça que fala da alma feminina. Beth é uma atriz extraordinária que mergulha e responde às propostas com muita rapidez. O texto da Lúcia vem imbuído de provocações e possibilidades. Me sinto um diretor de alma feminina, trabalhando com duas supermulheres, festejando minha terceira parceria com Beth e Lúcia”, completa o diretor.

SINOPSE: “Ânima” é uma história sobre mulheres que mudaram o curso da humanidade contada por uma tecelã. Ela entrelaça os fios da vida em busca de sua ancestralidade feminina dando voz a mulheres idealistas e pensadoras, como: Joana d'Arc, Hipátia de Alexandria, Marguerite Porete, Helena Blavatsky, Harrite Tubman e Simone Weil. Cada fio conta uma história, que escrito nas estrelas, ecoa através dos séculos.


Ficha técnica:

Argumento e texto original: Lúcia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Projeto de luz: Ricardo Fujii

Figurino: Thanara Shornadie

Cenário: Luiz Antônio Rocha e Toninho Lobo

Trilha sonora: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Sonoplastia: Anderson de Almeida / TAKE

Preparação corporal: Miriam Weitzman

Visagismo: Neandro

Fotos: Marcelo Estevão – Modus Focus / Flavia Canavarro / Jow Coutinho / Leandro Moraes

Gestão e Elaboração leis de incentivo: Lilian maia

Direção de Produção: Luiz Antônio Rocha

Realização: Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Teatro em Conserva

 

Serviços:

HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO’

Dias e horários: 03 e 04 de setembro, às 19h

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada)

Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125154/d/405937

Duração: 1h

Classificação: 12 anos

 

ÂNIMA

Dias e horários: 05 e 06 de setembro, às 17h

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada e plateia popular)

Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125155/d/405939

Duração: 1h15

Classificação: 12 anos

 

Teatro Municipal Carlos Gomes: Praça Tiradentes, s/nº

Telefone: 21 2035-0247

Lotação: 667 pessoas

 

 

Assessoria de imprensa

 

Racca Comunicação

Rachel Almeida

Nenhum comentário