[News]Lykke Li lança sexto álbum “The Afterparty”
Lykke Li lança sexto álbum “The Afterparty”
“The Afterparty” JÁ DISPONÍVEL
Capa do projeto
Tracklist de “The Afterparty”
Not Gon Cry
Happy Now
Lucky Again
Famous Las Words
Future Fear
So Happy I Could Die
Sick Of Love
Knife In The Heart
Euphoria
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“Happy Now”
Lykke Li revela “The Afterparty”, seu sexto álbum de estúdio, uma odisseia deslumbrante de 24 minutos, do crepúsculo ao amanhecer, que destila o caos da experiência humana em algo eufórico e confrontador. Composto em Los Angeles e gravado em Estocolmo com uma seção de cordas de 17 músicos, vários bateristas e um coro de vozes, o álbum é seu projeto mais expansivo sonoramente até hoje, com um brilho de discoteca, uma luminosidade gospel e um espírito Balearic, enquanto liricamente mergulha na vergonha, na vingança, na mortalidade e no vazio. "Este é um álbum que lida com o seu eu mais sombrio", explica Li. "Sua necessidade de vingança, sua vergonha, seu desespero... uma jornada pela noite, na esperança de encontrar o amanhecer — o amanhecer de si mesmo."
Ao longo de uma carreira que, de forma discreta, porém definitiva, remodelou a linguagem emocional do pop moderno, desde seu álbum de estreia “Youth Novels”, até o sucesso global e definidor de uma geração “I Follow Rivers”, e a intimidade crua de “Wounded Rhymes”, “I Never Learn”, “So Sad So Sexy” e “EYEEYE”, Lykke Li construiu uma reputação como uma das melancólicas mais dedicadas da música, uma mestra em navegar pelo espaço onde o amor, a perda e a saudade se encontram. Com “The Afterparty”, ela vai além da dor de coração e mergulha em algo mais existencial, trocando a fantasia romântica pelo que ela chama de “Ram Dass for fuckboys”: um acerto de contas espiritual filtrado pelo ego e pelo caos.
O álbum se desenrola como uma única cena contínua, a própria afterparty. São 4 da manhã. A música ainda toca. Os corpos ainda se movem. Mas, por baixo da superfície, algo está mudando. Os momentos iniciais têm um ar cinematográfico e expansivo, apresentando um mundo suspenso entre a vida e a morte, onde coros crescentes se chocam com a percussão. A partir daí, Li transita fluidamente entre extremos emocionais. Canções cintilantes onde harmonias complexas ao estilo ABBA irrompem repentinamente em uma fúria crua e sem filtros, uma raiva lançada no vazio, apenas para ecoar em ciclos de destruição e renascimento. Em outros momentos, cordas disco em cascata e arranjos implacáveis e maximalistas criam uma sensação de elevação, de sobrevivência como espetáculo, antes de se recolherem novamente em momentos de profunda intimidade: uma única voz e um piano ligeiramente desafinado.
Visual e conceitualmente, “The Afterparty” marca um novo capítulo para Li. Na capa do álbum, ela aparece como uma figura distorcida, à la Cindy Sherman — seu rosto deformado, sua identidade instável, seu papel entre artista e tola. É uma rejeição deliberada da perfeição, uma aceitação do grotesco e do constrangedor como caminhos para a verdade. "Principalmente na música pop, ninguém realmente fala sobre isso", diz ela. "É muito repugnante, vulnerável e constrangedor. Essa passagem do tempo. Ter tido algo e perdido." E, no entanto, mesmo em seus momentos mais sombrios, o álbum pulsa com vida.
“The Afterparty” não é apenas um álbum sobre a noite. É sobre o que vem depois: a ressaca, o acerto de contas, a frágil e fugaz possibilidade de se tornar algo novo.
“The Afterparty” já está disponível. Ouça AQUI
DATAS DE SHOWS NO BRASIL
22/05 - Vivo Rio - Rio de Janeiro
24/05 - Parque Ibirapuera - São Paulo
Capa do projeto |
Créditos: Chloé Le Drezen
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