[News] Museu do Amanhã disponibiliza seu acervo ao grande público em plataforma online

 Museu do Amanhã disponibiliza seu acervo ao grande público em plataforma online

Centro de Documentação e Memória consolida o equipamento como espaço de produção de conhecimento e pesquisa, além de democratizar o acesso a uma base de dados que ajuda a contar a história dos dez anos da instituição
 

Crédito: Albert Andrade

 

Rio de Janeiro, maio de 2026. O Museu do Amanhã, museu público da Prefeitura do Rio de Janeiro sob gestão do idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, acaba de lançar uma plataforma onlinehttps://acervo.museudoamanha.org.br/que amplia o acesso ao conhecimento produzido ao longo de seus dez anos de trajetória. Batizado de Centro de Documentação e Memória, o portal reúne dados, conteúdos e registros que dialogam com os temas centrais do museu e suas investigações sobre o presente e os futuros possíveis.

 

O acervo digital propõe uma experiência de navegação que conecta o museu a temas como arquitetura, ciência, cultura e sociedade, dividindo seu acervo em três grandes eixos: bibliográfico, arquivístico e museológico. Ao reunir e disponibilizar publicamente informações de pesquisas, exposições e projetos, a plataforma reforça o papel do Museu do Amanhã como um espaço de produção e compartilhamento de conhecimento no âmbito nacional e reforça a natureza do museu em ser um espaço aberto e acessível ao público.
 

“O Museu do Amanhã nasceu há 10 anos com acervo próprio, que foi sendo ampliado de forma significativa ao longo dessa década. Agora, com o lançamento do Centro de Documentação e Memória, temos a oportunidade de ampliar o acesso a este conteúdo por meio de uma grande base de dados que articula ciência, arte e tecnologia. Assim, esperamos estimular o público a também refletir sobre possibilidades de futuros conosco”, explica Cristiano Vasconcelos.
 

A proposta da plataforma é estimular não apenas o acesso à informação, mas também a construção de novos sentidos a partir dela — em consonância com a vocação do museu mais visitado da América do Sul —, para pensar e construir possibilidades de futuros.
 

“A sistematização e disponibilização pública desse acervo é uma etapa importante para consolidar a memória institucional do Museu do Amanhã. A partir do Centro de Documentação, preservamos documentos, obras, registros e conteúdos produzidos ao longo desses dez anos, ao mesmo tempo em que democratizamos o acesso a esse patrimônio, fortalecendo seu potencial de pesquisa, educação e difusão cultural”, diz Tatiana Paz
 

Sobre o Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão — idg. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, conta com o Itaú como patrocinador estratégico, Shell, Vale e Motiva como mantenedores e patrocinadores que inclui IBM e TAG. Tem a Globo como parceiro estratégico, copatrocínio da Águas do Rio, Heineken e Saint-Gobain, apoio da Bloomberg, Engie, B3, White Martins, Caterpillar, Granado, Mattos Filho, EMS e Porto. Através da Lei de Incentivo Municipal tem o apoio da Accenture e Fitch Ratings e conta com a parceria de mídia da Rádio Mix, NovaParadiso, JB FM, Revista Piauí, Folha de S.Paulo e Canal Curta ON.

 

Sobre o idg

Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências. Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.


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