17 fevereiro 2017

[Crítica] Quatro vidas de um cachorro



Um cachorro morre e reencarna várias vezes na Terra. Embora encontre novas pessoas e viva muitas aventuras, ele mantém sempre o sonho de reencontrar o seu primeiro dono, Ethan, seu maior amigo e o grande amor de sua vida.
O que eu achei? 
Fui assistir esse filme com a expectativas de chorar, sim eu choro em filmes com animais! :-( 
Imagine ver um cachorro que volta mais 3 vezes até concluir sua missão? Espero que estejam prontos!

Bailey é um cão que foi adotado por Ethan, um jovem que tem pais que aceitam o novo habitante da casa: um cão jovem com seus pelos curtos e amarronzados. Ethan tem um pai muito rígido que diversas vezes é ríspido tanto com ele como com Bailey, até então ele tem uma vida maravilhosa, namora com uma jovem chamada Hannah, que Bailey ajudou na paquera. O romance é do tipo super fofinho, logo ocorre um acidente e Ethan se machuca, descobrindo que não poderá mais jogar futebol. Após o acidente ele se torna meio rabugento e termina seu namoro, mas de repente o cão percebe que seu dono está meio cabisbaixo e tenta de alguma forma melhorar os ânimos de seu fiel dono. Até que num triste dia essa amizade terá que ser desfeia, pois Ethan precisa ir para faculdade, não demora muito para nosso tão amado cãozinho se abater de tristeza e deixar para trás sua 1ª vida.

Em sua 2ª vida conhecemos Ellie uma cadela linda que trabalha junto à polícia buscando em busca de criminosos, drogas e/ou pessoas. A cadelinha é dotada pelo policial que faz ronda com ela, ele tem uma tristeza muito profunda por ter perdido sua esposa e durante o trabalho Ellie morrerá para salvar a vida de seu novo dono. Então sua missão foi cumprida e ela já poderá morrer feliz por ter cumprido seu papel na vida do policial.
Já na sua 3ª vida ele vem como um cão lindo e fofo que é adotado por uma moça super alto astral e que tem uma química com ele, trocam olhares e desejos por comida, nesta vida sua missão é juntar sua dona com o dono de uma cadela que ele se apaixona, mesmo que não consigam namorar estes cães tem um amor enorme um pelo outro. Mas quando sua companheira nesta vida morre, ele simplesmente decide partir também.
Um detalhe que durante todas as vidas, ele sempre sentiu falta de sua 1ª vida, seu 1º dono, e em vários momentos vemos a tristeza no olhar dele(a) por não ser tão feliz como era com o seu Ethan.

Enfim, na sua última vida ele é adotado por uma mulher desequilibrada e que queria um cachorro pelo simples prazer de ter e não por amor. Nos seus primeiros meses vemos o cão sofrendo com frio, fome, no calor e sendo maltratado também pelo namorado de sua dona, até que num belo dia decide sumir com o cão. E como num milagre da vida, depois de muito andar e reconhecer cheiros, lugares e afins, ele encontra Ethan. Ele tornou- se um homem sozinho e isolado e logo ele se encantará com o cachorro. Mas ainda assim o cão não fica satisfeito por ter reencontrado seu dono, "seu" Ethan, ele quer arrumar um amor e felicidade para Ethan. E quando menos percebemos o mundo conspira a seu favor!

Este é um filme que tem tudo para se tornar um novo clássico da Sessão da tarde, um filme sem apelo sexual, se vulgaridades, movido pelo simples prazer de viver a vida e ser feliz!

Trailer:




Agradecimentos: Universal e Agência Febre


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