[News]Álbum "MPB4 Sinfônico" chega às plataformas dia 31 de julho

 Álbum "MPB4 Sinfônico" chega às plataformas dia 31 de julho

Encontro do quarteto vocal com a Orquestra Petrobras Sinfônica celebra clássicos da música popular brasileira

 



Ouça o álbum:  https://orcd.co/mpb4sinfonico


No dia 31 de julho chega às plataformas digitais "MPB4 Sinfônico", álbum que eterniza o encontro do quarteto formado por Aquiles Reis, Dalmo Medeiros, Miltinho e Paulo Malaguti Pauleira com a Orquestra Petrobras Sinfônica. 

Sob regência do maestro Felipe Prazeres, o concerto que lotou a Grande Sala da Cidade das Artes (RJ), em outubro de 2024, reuniu a Orquestra Petrobras Sinfônica com o grupo MPB4. Meses depois desta apresentação, que celebrou os 60 Anos da MPB, o quarteto e a orquestra voltaram a se encontrar para a gravação do álbum "MPB4 Sinfônico", realizada na sala de ensaios da Petrobras Sinfônica, na Fundição Progresso, eternizando a parceria e os arranjos criados para o concerto.

Para Felipe Prazeres, a experiência foi extremamente enriquecedora: "Levar o repertório do MPB4 para o universo sinfônico não significa apenas ampliar a sonoridade das canções, mas também aproximar públicos. Muitos admiradores do MPB4 têm a oportunidade de vivenciar a experiência de uma orquestra sinfônica, enquanto pessoas que frequentam nossos concertos redescobrem a riqueza da música popular brasileira sob uma nova perspectiva. Esse é um dos papéis mais importantes da orquestra: criar pontes entre diferentes épocas, estilos e públicos. Ver jovens descobrindo MPB4, que é um patrimônio da música brasileira, é extremamente gratificante para todos nós da Orquestra Petrobras Sinfônica."

No repertório, clássicos da música popular brasileira que marcam a trajetória do MPB4, como "Apesar de você", "Olê Olá", "Roda Viva" (as três de Chico Buarque), "Samba do Avião" (Tom Jobim), "Porto" (Dori Caymmi), "Velas Içadas" (Ivan Lins / Vitor Martins) e "O Ronco da Cuíca" (João Bosco / Aldir Blanc), entre outros.

Aquiles Reis, um dos fundadores do MPB4, resumiu assim a apresentação com a Orquestra Petrobras Sinfônica: "Foi a confirmação de que a música não tem idade nem fronteiras. MPB4 Sinfônico é a MPB de terno e gravata, mas calçando alpercata e olhando para frente! Para o MPB4, o ambiente nas sinfônicas – e foram tantos encontros – é de pura empatia! Sejam os professores nossos contemporâneos, seja a galera sangue bom, tudo em casa. A música flui solta!". Paulo Malaguti Pauleira, que substituiu Magro, morto em 2012, topou o desafio de fazer um dos arranjos. "Foi a minha primeira experiência escrevendo para orquestra, por isso fiz apenas o arranjo para a linda canção 'Porto', de Dori Caymmi, que encanta nos shows que realizamos Brasil afora. Bati uma bola com o querido mestre, pianista e arranjador Itamar Assiere, que me deu dicas preciosas sobre a escrita para orquestra", explica Pauleira.

Miltinho, outro fundador do MPB4, lembra que o quarteto já havia tocado com orquestras no início da carreira, nos festivais em emissoras de TV que, na época, tinham orquestras. Mesmo assim, Miltinho também se emocionou durante o concerto: "Esse encontro com a Orquestra Petrobras Sinfônica foi maravilhoso", exalta. Para Dalmo Medeiros, integrante assumiu o posto que foi de Ruy Faria até 2004, trabalhar com orquestra foi um processo muito natural. O pai de Dalmo, Geraldo Medeiros, foi um dos fundadores da lendária Orquestra Tabajara. "Estou cedendo para o Museu da Imagem do Som todo o acervo de partituras, fotos e álbuns de carnaval que meu pai guardou. Vai ficar bem guardado e qualquer pessoa poderá acessar este acervo. Isso é muito importante para a cultura brasileira, porque a Orquestra Tabajara fez história no Brasil", pontua Dalmo.

Os arranjos levam as assinaturas de Jaime Alem, Itamar Assiere, Gilson Santos e Paulo Malaguti Pauleira. O álbum "MPB4 Sinfônico" chega às plataformas no dia 31 de julho, via Biscoito Fino, gravadora que já havia lançado o álbum "MPB4 - 60 anos de MPB". No dia 28 de outubro, o MPB4 e a Petrobras Sinfônica levam o repertório do projeto para o palco do Teatro Riachuelo do Rio de Janeiro.

Repertório:

1-PORTO (DORI CAYMMI)- arranjo de Paulo Malaguti Pauleira
2-NOTÍCIAS DO BRASIL (OS PÁSSAROS TRAZEM) (FERNANDO BRANT / MILTON NASCIMENTO)- arranjo de Itamar Assiere
3-OLÊ OLÁ (CHICO BUARQUE) - arranjo de Itamar Assiere
4-SAMBA DO AVIÃO (ANTONIO CARLOS JOBIM) - arranjo de Gilson Santos
5-ÚLTIMA FORMA (BADEN POWELL / PAULO CÉSAR PINHEIRO) - arranjo de Itamar Assiere
6-FALANDO DE AMOR (ANTONIO CARLOS JOBIM) - arranjo de Jaime Alem
7-CICATRIZES (MILTINHO / PAULO CÉSAR PINHEIRO) - arranjo de Gilson Santos
8-ANGÉLICA (CHICO BUARQUE / MILTINHO) - arranjo de Jaime Alem
9-VELAS IÇADAS (IVAN LINS / VITOR MARTINS) arranjo de Jaime Alem
10-O CIO DA TERRA (CHICO BUARQUE / MILTON NASCIMENTO) arranjo de Itamar Assiere
11-O RONCO DA CUÍCA (ALDIR BLANC / JOÃO BOSCO) arranjo de Gilson Santos

12-CÁLICE (CHICO BUARQUE / GILBERTO GIL) - arranjo de Itamar Assiere

13-APESAR DE VOCÊ (CHICO BUARQUE) - arranjo de Jaime Alem

14-RODA VIVA (CHICO BUARQUE) - arranjo Gilson Santos

FICHA TÉCNICA – “MPB4 Sinfônico"

Orquestra Petrobras Sinfônica: Felipe Prazeres, regente

MPB4 - Aquiles Reis, voz

Dalmo Medeiros, voz e viola caipira

Miltinho, voz e violão

Paulo Malaguti Pauleira, voz e teclado

Músicos Convidados:

João Faria, baixo elétrico

Marcos Feijão, bateria


MÚSICOS - ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA

Violinos I - Ricardo Amado, spalla

Fabio Peixoto, concertino

Fernando Pereira, Andréa Moniz, Camila Bastos, Daniel Albuquerque, Luísa de Castro, Her Agapito

Violinos II - Carlos Mendes *, Ivan Scheinvar, Flavio Santo, Ana Rebouças, Anderson Pequeno, João Menezes, José Eduardo Fernandes

Violas - José Ricardo Taboada**, Fernando Thebaldi, Daniel Prazeres, Dhyan Toffolo, Tiago Vieira, Luiz Felipe Ferreira

Violoncelos - Hugo Pilger*, Mateus Ceccato, Fábio Coelho, Nora Fortunato, Eduardo Menezes

Contrabaixos - André Geiger*, Ricardo Candido**, Tony Botelho

Flautas - Murilo Barquette

Oboés - José Francisco Gonçalves*

Clarinetas - Cristiano Alves*

Fagotes - Ariane Petri

Trompas - Philip Doyle

Trompetes - Nelson Oliveira*, Vinicius Lugon

Trombone - João Luiz Areias*

Tuba - Eliézer Rodrigues

Tímpanos - Janaína Sá

Percussão - Tiago Calderano, Pedro Moita

Produtor Artístico - Eduardo Cabanas
Conselho Diretor - Carlos Mendes, Fernando Pereira e Philip Doyle
Diretoria Artística - Ricardo Amado, Camila Bastos e David Alves
Diretor de Projetos - Marcos Souza

*Líder

**Co-líder


Créditos da gravação

Eduardo Monteiro, técnico de gravação e produtor

Diogo Sarcinelli, técnico de gravação

Assistentes: Rosimaldo Martins, Leo Pinheiro e Eduardo Ferreira


Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 51 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais respeitadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores organismos sinfônicos do continente. Fundada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como diretor artístico e maestro titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.


Site: https://petrobrasinfonica.com.br | Facebook: @PetrobrasSinfonica | Instagram e YouTube: @petrobras_sinfonica 

Modelo de gestão 

A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos. 

Sobre a Petrobras 

Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 1987, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais organismos sinfônicos do continente, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. 

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