[News] “Tô Bem, Não Sei, Foda-se” marca recomeço pessoal de Alê
“Tô Bem, Não Sei, Foda-se” marca recomeço pessoal de Alê
Novo trabalho do artista, que chega ao streaming no próximo dia 28, fala
Ouça e baixe aqui: https://orcd.co/
Há quem diga que o tempo cura tudo. Mas, entre o fim de um relacionamento e o verdadeiro recomeço, existe um espaço onde convivem a saudade, a dúvida e a tentativa de convencer a si mesmo de que tudo passou.
É justamente esse intervalo que inspira “Tô Bem, Não Sei, Foda-se”, novo EP do cantor e compositor carioca Alê, que chega às plataformas digitais no dia 28 de julho.
“Quando escrevi as canções do EP, apesar de uma delas se chamar ‘Tô Bem’, eu não estava nada bem, admito! Mas saber que tudo na vida passa é algo confortante. E ser comprometido com a terapia e com o processo terapêutico, como eu sou, ajuda muito!”, conta Alê.
Nas três faixas inéditas, o artista transforma uma experiência íntima em um retrato sensível sobre identidade, amadurecimento e os caminhos, nem sempre lineares, da reconstrução. Conhecido por sua leveza solar e pelo humor que permeia sua obra, ele revela uma faceta diferente.
Em “Tô Bem”, um drum & bossa clássico, Alê expõe a fragilidade de quem tenta convencer o mundo e, talvez, a si mesmo de que tudo foi superado. “Aprendi a mentir tão bem”, diz ele, tentando sintetizar a distância, muitas vezes enorme, entre aquilo que sentimos e aquilo que escolhemos mostrar.
A reflexão ganha novos contornos em “Não Sei”, um reggae que concentra um dos versos mais marcantes do EP: “Eu já fui tantas pessoas que já não sei mais qual delas ficou”. A canção deixa de falar apenas sobre o fim de um amor para abordar algo ainda mais universal, como a busca por reconhecer quem somos quando uma relação deixa de definir parte da nossa identidade.
O desfecho chega no funk “Foda-se”, um feat com Bibi Babydoll, conhecida pelo hit “Automotivo Bibi Fogosa” e por ter ganhado projeção internacional ao misturar funk brasileiro, phonk, eletrônica e elementos de EDM.
Nele, a melancolia abre espaço para a decisão de seguir vivendo, resumida no verso “Se ele não quer me amar, não vou amar quem não me quer”. Não se trata de uma celebração do esquecimento, mas da escolha de voltar o afeto para si mesmo quando insistir deixa de fazer sentido.
Compostas a seis mãos por Alê, Raphael Klismman e pelo também produtor musical do trabalho, Wallace Vianna (Martin PTK também colaborou em “Foda-se”), as faixas começam a chegar ao YouTube em 30 de julho, por meio do primeiro dos três videoclipes, que retratam imageticamente a perda, a transformação e o reencontro. Nelas, o artista mostra que, às vezes, recomeçar não significa deixar de sentir, mas aprender a carregar a própria história com mais leveza. E, no seu caso, sempre com um risinho de autoironia. ;)
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