[Crítica] Devoradores de estrelas

 

Sinopse:

Devoradores de Estrelas acompanha a jornada inesquecível de um professor de ciências do ensino fundamental chamado Ryland Grace (Ryan Gosling). Um dia, Ryland acorda em uma espaçonave a anos-luz do planeta Terra. Sem memória alguma de quem é ou como foi parar ali, o professor se encontra numa situação inexplicável. Aos poucos, porém, suas lembranças voltam e ele recorda que foi recrutado para uma missão especial chamada Projeto Fim do Mundo na qual ele foi enviado a 11,9 anos-luz da Terra para investigar o motivo pelo qual o Sol está morrendo na Via Láctea. Ryland precisará recorrer aos seus conhecimentos científicos para resolver esse enigma o mais rápido possível e impedir a extinção da humanidade. O que, porém, parecia ser apenas uma trajetória solitária se transforma em uma viagem em companhia de uma amizade inesperada.

            
                         O quê eu achei?

Baseada no livro homônimo de Andy Weir(mesmo autor de Perdido em Marte, que inspirou o aclamado filme dirigido por Ridley Scott com Matt Damon)que eu ainda não li, mas pretendo, o longa dirigido pelos diretores de Aranhaverso Phil Lord e Christopher Miller, chega nas telonas essa semana e eu assisti em primeira mão na cabine de imprensa.

Ryland Grace(Ryan Gosling, de Blade Runner 2049 e O primeiro homem) é um professor de ciências de Ensino Médio que subitamente acorda em uma espaçonave a anos-luz de distância da Terra. Sem nenhuma memória de quem é e como ele foi parar ali, ele terá que recorrer a seus conhecimentos científicos para tentar descobrir o motivo e como retornar ao seu planeta natal.

Aos poucos, os fragmentos do que aconteceu começam a ressurgir em sua mente e ele não tarda a descobrir que foi enviado numa missão pelo governo americano para tentar achar uma maneira de impedir a morte do Sol da Via Láctea. E é durante essa jornada aparentemente solitária que ele acaba encontrando uma forma de vida inesperada que pode ajudá-lo a resolver o problema de um predador que ameaça acabar com a fonte de vida.

A trama aborda temas como cooperação entre espécies, o poder da amizade e que nem sempre heroísmo e altruísmo envolvem o que você inicialmente planejava.

Como mencionei acima, no momento não posso traçar paralelos com a obra original porque ainda não li o livro, porém como espectadora e apreciadora de sci-fi, devo dizer que gostei muito da história.


Estreia nos cinemas nacionais com distribuição da Sony Pictures dia 19 de março.


                          Trailer:







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