[Crítica] Devoradores de Estrelas
O filme Devoradores de Estrelas com o tema de ficção científica, tem duração de 2h36min, produzido pela Amazon MGM Studios e distribuído pela Sony Pictures no Brasil.
Lançamento nos cinemas no dia 19/03/2026, o filme com Ryan Gosling promete emocionar. Originalmente, a história foi baseada no livro de mesmo nome, o autor Andy Weir, também foi responsável pelo livro Perdido em Marte, obra adaptada em 2015 que inclusive recebeu diversos prêmios na época.
Ryan Gosling é Ryland Grace, acompanhamos no começo do filme ele sendo acordado do coma induzido já dentro de uma nave espacial. Após acordar, Grace não possui memória nenhuma, o choque de estar sozinho em uma nave espacial é grande e por isso tenta procurar outras pessoas e acaba achando seus outros 2 companheiros, os quais não sobreviveram ao coma induzido por alguma falha. Por esse motivo, Grace agora precisa tentar sobreviver sem memórias de como chegou lá e quem realmente é. Com o passar do filme, Grace começa a ter flashbacks de sua vida, de corte em corte ele vai ganhando sua memória de volta, ao mesmo tempo sua memória muscular ganha vida e ele começa a calcular sua rota para a Terra, percebendo que está muito longe de casa, nosso protagonista entra em desespero ao perceber que está muito longe de casa.
Um tempo depois ele se recorda o motivo de sua viagem espacial, os devoradores de estrela, que aos poucos estão comsumindo o Sol e em 30 anos, a Terra entrará em colapso pela mudança do astro que ocorre aos poucos. Cabe somente a Grace descobrir como acabar com essa praga e salvar o seu planeta natal.
Na minha percepção, o filme foi bem desenrolado, apesar de no começo ter a dúvida se os flashbacks que estavam ocorrendo eram apenas para o nosso contexto ou se o protagonista estava se recuperando de fato, e o motivo do falecimento do resto da tripulação não ser explícito. Algumas sequências da fotografia foram de trajetos circulares, o que me ocasionou vertigem. Fora isso, a fotografia é bem utilizada, dando a profundidade e ambientação crível.
Os personagens apresentados durante toda a longa foram cativantes, em especial Rocky, personagem que aparece na segunda metade do filme e rouba a cena com seu carisma. Apesar de longo, acredito que o tempo de duração foi muito bem utilizado, com o tempo apropriado para cada ato, não deixando o público ficar disperso.
Esse filme é perfeito para as telas IMAX, dando uma maior imersão visual dentro do filme com sua tela enorme e projeção em 4K. O título não deixa nada a desejar, a emoção está garantida, pelo menos eu e muitas pessoas da minha sessão nos emocionamos com a história e as reviravoltas contadas ao longo da obra cinematográfica, sendo uma ótima opção para assistir nos cinemas atualmente.
Trailer:

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