[News]A 24ª EDIÇÃO DO DANÇA EM TRÂNSITO PROMOVE VITRINE DE ARTISTAS DO BRASIL PARA PROGRAMADORES DE FESTIVAIS DE OITO PAÍSES
| |
A 24ª EDIÇÃO DO DANÇA EM TRÂNSITO PROMOVE VITRINE DE ARTISTAS DO BRASIL PARA PROGRAMADORES DE FESTIVAIS DE OITO PAÍSES | |
De 4 a 11 de agosto, o festival ocupa o Espaço Tápias, os teatros Carlos Gomes, Nelson Rodrigues e João Caetano e, no domingo, a Praça Mauá
Atrações convidadas da Coreia do Sul, França, Itália e Luxemburgo completam a programação | |
Em sua 24ª edição, o Dança em Trânsito promove uma oportunidade única de intercâmbio e circulação internacional para cias e artistas do país com a criação do ‘Cena Brasil: uma vitrine da dança brasileira’. De 4 a 11 de agosto, 20 companhias e artistas do Rio, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina se apresentam, com ingressos populares, no Espaço Tápias, Teatro Nelson Rodrigues, Teatro Municipal Carlos Gomes, Teatro João Caetano e gratuitamente na Praça Mauá sob os olhares de programadores, curadores e diretores de festivais de dança da França, Espanha, Itália, Eslovênia, Bulgária, Luxemburgo, Coreia do Sul e Uruguai. A programação desse ano inclui ainda apresentações de cias convidadas da Coreia do Sul, França, Itália e Luxemburgo, residências e processos de criação com intercâmbio internacional e o Janelas para o mundo – dois encontros abertos ao público com programadores internacionais da Coreia do Sul e Luxemburgo, que apresentam um panorama do seu festival e da dança contemporânea de seu país. O 24º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.
“A vinda desses programadores abre uma nova e importante perspectiva ao intercâmbio internacional que já promovemos no Dança em Trânsito ao longo dos anos, criando uma ponte direta entre os festivais de diferentes parte do mundo e a produção de dança contemporânea no Brasil, tão diversificada em linguagem, origem e influências, mas muitas vezes sem acesso ao circuito internacional”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora do Dança em Trânsito ao lado de Flávia Tápias.
PROGRAMAÇÃO ABRE COM ‘JANELAS PARA O MUNDO’ A programação carioca será aberta no dia 4 de agosto, às 11h30, no Espaço Tápias, na Barra da Tijuca, com o primeiro dos dois encontros do projeto Janelas para o mundo, que recebe o sul-coreano Lee Jong-Ho, fundador e diretor artístico do SIDance (Festival Internacional de Dança de Seul), presidente da Seção de Seul do Conselho Internacional de Dança (CID-UNESCO) e presidente da Associação Coreana de Críticos e Pesquisadores de Dança, para falar do panorama da dança na Coreia do sul e do festival SIDance, além da possibilidade de colaboração com artistas e organizações brasileiras. Na quinta, no mesmo horário, é a vez do diretor artístico do TROIS C-L | Maison pour la danse, Bernard Baumgarten, de Luxemburgo.
A partir das 14h, o público poderá conferir no Espaço Tápias os espetáculos Pedra Pulmão, de Vitor Hamamoto (SC), e Cinza com Sol, de Raquel Botafogo (RJ). Às 18h, o Teatro Nelson Rodrigues recebe a Márcia Milhazes Companhia de Dança, que apresenta o duo Piquenique, variações amorosas, com Ana Amelia Vianna e Domenico Salvatore, trazendo painel cenográfico assinado por Beatriz Milhazes.
A noite se encerra no Teatro Municipal Carlos Gomes com programa duplo, a partir das 19h15 –Sarah Baltzinger e Isaiah Wilson, de Luxemburgo, com Megastructure, e a Cia Corpus Entre Mundos (DF), com Em suas marcas, espetáculo de dança afro-contemporânea que reflete sobre a corrida pelo que nos torna verdadeiramente humanos, em tempos cada vez mais artificiais. O mesmo teatro será palco, na quarta, dia 5, da segunda apresentação da dupla de Luxemburgo e da Cisne Negro Cia de Dança (São Paulo), apresentando Que tal o impossível, obra do coreógrafo Jorge Garcia, inspirada na música homônima de Itamar Assumpção, nome referencial da música paulistana, falecido em 2003. Sua filha, Anelis Assumpção, assina a curadoria musical e, ao lado da irmã, Rubi Assumpção, faz participação especial com sua voz na montagem.
GRUPO TÁPIAS – CIA ASSOCIADA FAZ RELEITURA PARA COMEMORAR 20 ANOS DE ESPETÁCULO SOLO ASSINADO POR 5 COREÓGRAFOS, DENTRO DO ‘CONEXÕES INTERNACIONAIS DA DANÇA’ O Grupo Tápias é a companhia de dança associada ao Dança em Trânsito desde suas primeiras edições. Mantém um quadro estável de bailarinos estrangeiros e brasileiros e, ao longo dos anos, vem criando uma sólida base técnica, além de incessante pesquisa de linguagem própria. Nesta 24ª edição do Dança em Trânsito, a coreógrafa, diretora e bailarina Flávia Tápias faz uma releitura no dia 7/8, no Espaço Tápias, do solo 5 coreógrafos e 1 corpo para celebrar os 20 anos da obra escrita à dez mãos por Stéphanie Thiersch (Alemanha) – Living Room; Rami Levi (Israel) – Solo; Thomás Lebrun (França) – On ne se connaît pas encore, mais...; Pol Coussement (Bélgica) – Light Piece Copy That, e Paulo de Morais (Brasil) – Da Família dos Crocodilos. A apresentação integra a programação do ‘Conexões Internacionais da Dança’, que segue com um encontro aberto ao público reunindo artistas, programadores, curadores e representantes de festivais internacionais para compartilhar experiências de intercâmbio, circulação de obras, residências, coproduções e oportunidades de colaboração artística.
FESTIVAL OCUPA TEATROS DO RIO COM PROGRAMAÇÃO VARIADA De quarta a sábado, a programação segue pelo Espaço Tápias, com apresentações no início da tarde de grupos como a Reforma Cia de Dança (Salvador), que traz Cansanção, em que duas mulheres evocam a força da pele negra ao abordar questões como ancestralidade, resistência, enfrentamento e territorialidade. Dilo Paulo (Brasília) retorna com Ekesa Sanko, espetáculo de dança afro-contemporânea que narra a jornada de um herói em busca de suas raízes ancestrais para ressignificar o presente. Bruno Cezario, (Rio de Janeiro) apresenta Triz, que aborda as diversas formas de colonização – territorial, cultural, econômica e individual; Sarah Raquel (Campinas) mostra o solo Entre fios, reflexão sobre o percurso de sua transição capilar, conectando identidade, memória e fisicalidade. Paulo Caldas (Fortaleza) traz para o festival no sábado o solo Deriva 72. Inspirado livremente no dramatículo ‘Not I’, de Samuel Beckett, o espetáculo investiga as possibilidades expressivas de um corpo maduro em cena. Aos 53 anos e com 45 anos de trajetória, a bailarina Carolina Wiehoff transforma as limitações físicas — artroses avançadas, próteses nos quadris e uma placa metálica no punho — em novos modos de movimento. Já Fabio Costa e Lu Lanza, de Belo Horizonte, mostra a rotina doméstica de um casal, aparentemente monótona, mas que revela camadas profundas onde as pessoas e o espaço que habitam se fundem. Com direção geral de Vladimir Rodriguez, a obra foi viabilizada pelo Fundo de Ajuda às Artes Cênicas Iberescena, num encontro entre Brasil e Colômbia.
Nos fins de tarde, o Teatro Nelson Rodrigues recebe até sábado atrações como as internacionais Francesca Santamaria (Itália), com Good Vibes Only, e Salia Sanou (França/Burkina Faso), que criou o solo Trois fois seul, interpretado por Ousséni Debaré, numa investigação da solidão como um território de encontro, memória e transformação. Já a Cia Urbana de Dança | Sonia Destri (RJ) retorna, na quinta, às raízes da companhia, no subúrbio carioca, com Na pista, que tem inspiração nos ritmos e sequências coreográficas que fazem parte da vida dos jovens da cia. A trilha sonora é assinada pelo produtor musical Rodrigo Marçal. Na sequência, a Giro 8 Cia de Dança (Goiânia) celebra a essência do amor em Começaria tudo outra vez. Na sexta, Esther Weitzmann Cia de Dança (RJ) faz um mergulho sensorial no movimento com o espetáculo Matéria. Fechando a programação do Teatro Nelson Rodrigues no sábado, Ricardo Gadelha, à frente da Cia Gadelha Arte Multilinguagem (RJ), assina a idealização e concepção de Tudo lá fora é quintal, com direção e dramaturgia de Adelly Costantini, que convida o público a celebrar o território da infância, onde memórias de brincadeiras, encontros e pequenas aventuras ganham novas dimensões, utilizando estruturas de bambu em um cenário vivo e em constante mudança.
TURNÊ NACIONAL DA QUASAR CIA DE DANÇA PASSA PELO DANÇA EM TRÂNSITO Em turnê nacional com o espetáculo Céu de Pêssego, a Quasar Cia de Dança, de Goiânia, participa do Dança em Trânsito com duas apresentações, no sábado e domingo, sempre às 19h, no Teatro João Caetano. Propondo um olhar sobre a efemeridade do cotidiano, as relações humanas e os múltiplos caminhos do desejo, Céu de Pêssego é uma criação do coreógrafo Henrique Rodovalho e o primeiro trabalho da companhia criado em São Paulo. O espetáculo reuniu no elenco ex-bailarinos do grupo, artistas que já dançaram a linguagem da Quasar em projetos e coreografias específicas e também quem nunca tinha experimentado seu estilo. A marca da companhia goiana fundada em 1988 por Vera Bicalho e Henrique Rodovalho se revela na fisicalidade fragmentada e rigorosa dos corpos, em composições que exploram solos, duos, trios, quintetos e conjuntos, sempre com forte apelo plástico — característica emblemática da companhia.
RESIDÊNCIA DE INTERCÂMBIO INTERNACIONAL ROTAS CELEBRA A CENA BRASIL A residência de criação e intercâmbio internacional ROTAS, idealizada e facilitada pela coreógrafa Flávia Tápias este ano terá como tema a CENA BRASIL, com apresentação ao ar livre no domingo 9, às 16h, na Praça Mauá. ROTAS CRUZADAS parte das matrizes que constituem a identidade brasileira — os povos originários, a herança africana e a riqueza das múltiplas culturas que formam o país — para reunir artistas das cinco regiões do Brasil e convidados de diferentes partes do mundo. Mais do que um intercâmbio, o espetáculo celebra os encontros que fazem do Brasil um território plural, onde diferentes culturas dialogam, se transformam e seguem inspirando novas formas de criação.
NO DOMINGO, A TRADICIONAL APRESENTAÇÃO NA PRAÇA MAUÁ TERÁ 7 ESPETÁCULOS Uma das marcas do Dança em Trânsito é a ocupação de praças, ruas e espaços públicos com espetáculos gratuitos que levam a diversidade da dança contemporânea para uma interação íntima com a cidade e seu público. No domingo, dia 9, a programação começa às 16h em frente ao Museu do Amanhã, na Praça Mauá, com o Bloco Turbilhão Carioca, fundado em 2007 por batuqueiros de grandes oficinas de percussão do Rio de Janeiro que, com muita irreverência, adapta ritmos marcantes de diversas regiões brasileiras — do frevo ao funk — para os instrumentos tradicionais de uma bateria de escola de samba. Na sequência é a vez do ROTAS CENA BRASIL, seguido por Frantielly Kahdija (MS), que interpreta Só, investigação cênica sobre a experiência da solidão e do desconhecido. Márcio Cunha Dança Contemporânea apresenta Boi de Barro, performance inspirada na figura mítica do touro e suas simbologias no Brasil e na Espanha. A pernambucana Inaê Silva traz diretamente de Recife O que permanece, solo inspirado no frevo como uma linguagem em constante transformação, mas que traz sua essência para além de uma técnica e de uma época. A dupla Maximiliano Sanford e Isadora Franco, de Porto Alegre, apresentam Atrapados e, para finalizar o programa ao ar livre, será apresentado o resultado da Residência de criação ministrada pelo esloveno Iztok Kovač, reunindo artistas de diferentes partes do Brasil.
LEE K DANCE COMPANY ENCERRA FESTIVAL NO TEATRO MUNICIPAL CARLOS GOMES A edição 2026 do Dança em Trânsito ganha um dia a mais, com a apresentação da LEE K Dance Company na terça, 11 de agosto, no Teatro Municipal Carlos Gomes. Com 13 bailarinos em cena, Hiya – All the worlds que fez sua estreia mundial em setembro passado, é inspirada na palavra hebraica hiYA, que significa ‘reviver’. O trabalho sugere que a vida não é um estado fixo, mas um processo contínuo de troca, transformação e resposta mútua. Expandido os limites da dança para além do corpo humano, objetos materiais deixam de ser elementos inertes para se tornarem entidades vivas, o que inclui a maquinaria do teatro, que integra a coreografia, dissolvendo as fronteiras entre intérprete e ambiente.
Dança em Trânsito Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de 1.290 apresentações, com cerca de 150 companhias de 22 países, envolvendo mais de 43 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 100 mil pessoas. Em 2020, durante a pandemia, realizou uma versão online, indicada ao Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), na categoria “Difusão”, e, em 2021, a primeira edição híbrida, que envolveu 25 cidades.
Sobre a ENGIE No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10,5 GW em 99 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa. A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás - TAG, concluída em 2020.
Sobre a Volkswagen Caminhões e Ônibus Membro do Grupo TRATON, a VW Caminhões e Ônibus é a fabricante dos veículos comerciais Volkswagen, uma das maiores montadoras de caminhões e ônibus da América Latina. Desde 1981, quando iniciou suas operações, chegar ao topo do mercado, respeitando e satisfazendo as necessidades dos clientes, sempre foi o foco da montadora. E é exatamente isso que oferece a seus clientes: produtos sob medida e um excelente serviço de pós-vendas. A empresa também é referência em inovações tecnológicas, sendo pioneira no desenvolvimento e produção de um caminhão 100% elétrico na América Latina. A empresa busca sempre soluções que reduzam o impacto ambiental e ajudem a preservar o meio ambiente. Há mais de 45 anos, a fabricante mantém seu compromisso de desenvolver veículos que superem as exigências dos clientes – onde quer que eles rodem, seja pelas estradas brasileiras, latino-americanas, africanas ou asiáticas.
DANÇA EM TRÂNSITO – 24ª edição Programação completa e inscrições para oficinas: www.dancaemtransito.com.br
PROGRAMAÇÃO: Dia 4/8, terça - Espaço Tápias 11h30 - Encontro ‘Janelas para o mundo’, com Lee Jong-Ho (Coreia do Sul) 14h - Vitor Hamamoto (SC) - Pedra Pulmão (30min) 14h35 - Raquel Botafogo (RJ) - Cinza com sol (40min)
- Teatro Nelson Rodrigues 18h - Márcia Milhazes Cia de Dança (RJ) - Piquenique, variações amorosas (60min)
- Teatro Municipal Carlos Gomes 19h15 - Sarah Baltzinger e Isaiah Wilson (LUX) - Mega Structure (40min) 19h40 - Cia Corpus Entre Mundos (DF) - Em suas marcas (45min) Dia 5/8, quarta - Espaço Tápias 11h30 - Encontro ‘Janelas para o mundo’, com Bernard Baumgarten (Lux) 14h - Reforma Cia de Dança (BA) - Cansanção (25min) 14h30 - Dilo Paulo (DF) - Ekesa Sanko (30min)
- Teatro Nelson Rodrigues 18h - Francesca Santamaria (ITA) - Good Vibes Only (40min) 18h45 - Salia Sanou (Burkina Faso) - Trois fois Seul (25min)
- Teatro Municipal Carlos Gomes 19h15 - Sarah Baltzinger e Isaiah Wilson (LUX) - Mega Structure (40min) 20h - Cisne Negro Cia de Dança (SP) - Que tal o impossível (34min)
Dia 6/8, quinta - Espaço Tápias 14h - Bruno Cezario (RJ) - Triz (40min) 14h45 - Sarah Raquel (Campinas) - Entre fios (20min)
- Teatro Nelson Rodrigues 18h - Cia Urbana de Dança / Sonia Destri (RJ) - Na pista (30min) 19h - Giro 8 Cia de Dança (GO) - Começaria tudo outra vez (40min)
Dia 7/8, sexta - Espaço Tápias 14h - Grupo Tápias com Flávia Tápias (RJ) - 5 Coreógrafos e 1 Corpo (60min) 15h30 - Conexões internacionais Com: Lee Jong-Ho (Coreia do Sul), Bernard Baumgarten (Luxemburgo), Salia Sanou (Burkina Faso / França), Maria José Mora (Espanha), Atanas Maev (Bulgária), Iztok Kovač (Eslovênia), Francesca Massaioli (Itália) e Guillhermina Gancio (Uruguai)
- Teatro Nelson Rodrigues 18h - Esther Weitzmann Cia de Dança (RJ) - Matéria (45min)
Dia 8/8, sábado - Espaço Tápias 13h - Paulo Caldas (CE) - Deriva 72 (40min) 13h40 - Fabio Costa e Lu Lanza (MG) - Antrópodes (40min)
- Teatro Nelson Rodrigues 16h - Cia Gadelha Arte Multilinguagem (RJ) - Tudo lá fora é quintal (60min)
- Teatro João Caetano 19h - Quasar Cia de Dança (GO) - Céu de pêssego (50min)
Dia 09/8, domingo, a partir das 16h - Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã) Programa: · Bloco Turbilhão Carioca - (10min) · ROTAS CRUZADAS - CENA BRASIL (10min) · Frantielly Kahdija (MS) - Só (10min) · Márcio Cunha Dança Contemporânea (RJ) - Boi de barro (30min) · Inaê Silva (PE) - O que permanece (15min) · Maximiliano Sanford e Isadora Franco (RS) - Atrapados (20min) · Resultado da Residência de Criação de Iztok Kovač (15min)
- Teatro João Caetano 19h - Quasar Cia de Dança (GO) - Céu de pêssego (50min)
Dia 11/8, terça - Teatro Municipal Carlos Gomes 19h - Lee K Dance Company (COR) - HIYA – ALL THE WORLDS (60min)
SERVIÇO: Espaço Tápias - Avenida Armando Lombardi, 175/2º andar, Barra da Tijuca Ingressos: R$20 / R$10 Vendas: www.sympla.com.br/eventos?s= Teatro Municipal Carlos Gomes - Praça Tiradentes, nº 19 - Centro Ingressos: R$20 / R$10 Bilheteria: qua, das 14h às 19h, qui e sex, das 16h às 20h, sáb e dom, das 14h às 18h Online: https://site.bileto.sympla. Teatro Nelson Rodrigues - Avenida República do Paraguai, 230 - Centro Ingressos: R$20 / R$10 Bilheteria: quarta a domingo, das 13h às 19h Online: https://www.bilheteriadigital. Teatro João Caetano - Praça Tiradentes, s/n - Centro Ingressos: R$20 / R$10 Bilheteria: Ter a sex, das 13h às 18h, sáb, das 15h às 18h (ou até o início da apresentação) Online: https://funarj.eleventickets. Praça Mauá, s/nº - Centro (em frente ao Museu do Amanhã) Classificação etária: livre
FICHA TÉCNICA: Direção geral: Giselle Tápias Direção artística: Giselle Tápias e Flávia Tápias Curadoria: Giselle Tápias e Flávia Tápias Contatos artísticos: Manuela Brito Direção de Produção: Lilian Bertin Produção executiva: Liliana Xavier Design gráfico: Fernanda Valois | TRUQUE Coordenação técnica geral: Cris Ferreira Assistente técnico e execução: Bruno Andrade Fotografia e vídeo: Fernanda Valois I TRUQUE Assessoria Contábil: Fóres Contábil Equipe de apoio: Spectaculu Escola de Arte e Tecnologia Patrocínio: Engie Brasil e Volkswagen Caminhões e Ônibus |

Nenhum comentário