01 novembro 2016

[Resenha] Horror na Colina Darrington

Sinopse: Em 2004, Benjamin Simons deixa o orfanato em que viveu desde a infância para ajudar alguns parentes num momento difícil. No entanto, certa madrugada, a tranquilidade da colina de Darrington é interrompida por um estranho pesadelo, que vai tomando formas reais a cada minuto. Logo, Ben descobre-se preso numa casa que abriga mistérios e parece próxima do inferno. Dez anos depois, Ben decide contar tudo o que viveu, desvendando uma conspiração capaz de destruir até a sua própria sanidade. Onde termina o inferno e começa a realidade? 

O que eu achei: O gênero terror nunca foi um dos meus preferidos, dentro de cinema e livros, ainda mais quando entramos no campo de "espíritos". Então, porque o livro de Marcus Barcelos me interessou? 

Eu nunca tinha lido uma história no estilo pulp - quando a descrição de ações são muito mais detalhadas, e a história não é contada da forma que estamos acostumados, com uma sucessão de capítulos numerados. Barcelos começa no presente, vai ao passado e a cada nova fase da história você tem um vislumbre de como aquilo os estranhos acontecimentos em Darrington foram passados para a mídia, transcrições de telefonemas, documentários proibidos, e muito mais. Esse conjunto de "dicas" vai te ajudando a caminhar por todo o contexto, mostrando que não é somente uma história para te fazer sentir o que o personagem de Ben está passando, mas mergulhar por completo na trama. As ilustrações só te deixam com a imaginação mais apurada ainda, fazendo a visualização de muitas cenas te ajudar a se localizar em todo o contexto. 

O primeiro capítulo já fez subir aquele arrepio na espinha, tanto é que foi a partir daí que eu decidi não ler a noite (Eu que sou medroso mesmo...). As alavancas são puxadas a cada parte da história, que te faz ler com mais curiosidade e saber qual o final, o que levou Benjamin a quase perder sua sanidade. Que mistérios são esses que envolvem a casa da colina em South Hampton e um grupo misterioso? 

O único problema é: Quando você menos espera... Está na hora de fechar o livro, pois o livro acabou (por enquanto, eu espero).

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