11 setembro 2016

[Crítica] A Lenda de Tarzan

Sinopse:
Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan, aclimatado à vida em Londres em conjunto com sua esposa Jane, é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico.

O que eu achei?
Não fui com muitas expectativas assistir ao filme, talvez por esperar que fosse meio blá sei lá. Mas encontrei um filme muito bem produzido, com uma fotografia incrível e com alguns pequenos deslizes.
Logo no início vemos  a luta do entre povos do Congo por poderem continuar usufruindo suas terras e seus exploradores em busca de riquezas e tentando a todo custo escravizá-los. Paralelo a isso somos apresentados a um Tarzan civilizado na Inglaterra, rico, super bem vestido e de bons modos; em seu lugar junto a monarquia. A partir daí temos flashs onde vemos um Tarzan pequeno no Congo sendo resgatado por gorilas ainda bem novinho.
De volta a Inglaterra, no tempo atual do filme, somos apresentados a Jane, sua companheira desde sempre e para sempre. O casal já está casado e tem uma ótima residência, mas logo os problemas políticos chegam até Tarzan. Tarzan é informado por George Washington( personagem de Samuel L Jackson) que seus companheiros no Congos estão sendo escravizados e que capitão Rom pede uma troca para explorar ainda mais o Congo, explorar as riquezas e liberar o povo, se Tarzan se entregar.

Assim, Jane e Tarzan voltam a selva afim de tratar de política, levam consigo George que quer estar sempre por perto. Eles reencontram as pessoas que cuidaram deles desde novos. A aldeia é invadida na tentativa de capturar Tarzan, mas o que de fato acontece é que Jane capturada. A partir daí temos uma busca incensante de Tarzan para encontrar Jane, George o acompanha e em algumas cenas temos momentos cômicos entre os personagens, deixando o filme ainda mais leve. Detalhe para uma cena super bem coreografada dentro de um trem em movimento.
Na tentativa de salvar Jane, Tarzan descobre que Rom além de escravizar quer matar todos os negros que trabalham para ele. Então toda ação surge e não contarei mais nada rs.  Apenas me irritou um pouco alguns cortes durante cenas de luta para surgirem flashs do amor de Jane e Tarzan, por mais que queiramos saber de como tudo surgiu, estas memórias não precisavam vir desta forma. Mas como um todo: o filme é bom e reconstrói uma nova história e humanizam os personagens Tarzan e Jane.

Trailer:

Espero que tenham gostado da crítica.
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