25 outubro 2015

[Crítica] Viver é fácil com os olhos bem fechados





Sinopse:

Em plena década de 60, Antonio (Javier Cámara), um modesto professor de inglês, é fã incondicional dos Beatles e sonha em conhecer seu ídolo, John Lennon. Para encontrar o seu "herói", o professor viaja até Almeria e no meio do caminho esbarra com dois jovens: Belén (Natalia de Molina) e Juanjo (Francesc Colomer), um garoto de dezesseis que está fugindo do pai autoritário. O encontro faz a vida de cada um tomar rumos imprevisíveis.

O que eu achei?
O filme passa na época da ditadura de Francisco Franco (1936 – 1975). Os 3 protagonistas se encontram por um acaso da vida e por motivos distintos. 
Antonio é um professor de meia- idade, apaixonado por Beatles e descobre que John Lennon está fazendo um filme na cidade de Almería, então decide partir ao encontro de seu ídolo. 
Belén, uma jovem de 20 anos que reside em uma casa onde abriga jovens que engravidaram sem serem casadas e vivem até seu  bebês nascerem; se cansa e decide fugir, acreditando que assim poderia tomar suas próprias decisões, seja em sua vida ou na vida de seu bebê.
Juanjo, um rapaz de 16 anos que encontra dificuldades em conviver com seu pai autoritário também decide fugir.
Estas 3 pessoas totalmente diferentes se encontram e embarcam numa viagem conduzida por amizade e confiança. Este filme me encantou com sua leveza e sutileza em diversos aspectos da vida.

O filme ganhou sete prêmios Goya de 2013 – o equivalente ao Oscar na Espanha: melhor filme, melhor diretor, melhor ator principal, atriz revelação, melhor roteiro original, melhor música original e melhor figurino.


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