27 setembro 2016

[Crítica] O Bebê de Bridget Jones


Sinopse:
Depois de tantas idas e vindas, Bridget Jones (Renée Zellweger) e Mark (Colin Firth) finalmente se casam. Não demora muito, entretanto, para que a vida pregue mais uma peça neles e eles acabam se separando. Em crise no tabalho, tentando manter uma boa relação com o ex e engatando um novo romance (Patrick Dempsey), Bridget tem uma surpreendente revelação: está grávida - e não tem certeza de quem é o pai da criança.
O que eu achei:

O filme começa com Bridget solteira e comemorando seu 43° aniversário completamente sozinha pois suas amigas ou já estão casadas e cuidando de filhos e marido ou as mais novas tem como concepção de diversão coisas muito ousadas até para Bridget, então sua única opção é ficar em seu apartamento e comemorar sozinha com um cupcake.Com isso ela decide que dali pra frente não será mais uma solteirona e decide se jogar na vida na companhia de sua amiga Miranda, mas é claro que essa ideia não dá nada certo.
As duas vão a um festival de música, rodeado por jovens e com um grande camping do lado onde vão passar a noite, ao chegar Bridget já se destaca por suas roupas, ela usa pano demais em um lugar onde todos estão com microshorts, e saltos agulha onde todos estão de tênis, a combinação não funciona e ela acaba atolada na lama, e lá somos apresentados ao bonitão Jack, que é um perfeito cavalheiro ao ajuda-la. O grande destaque desse take do Festival é o fato de Miranda e Bridget encontrarem com nada mais, nada menos que Ed Sheeran e como uma boa quarentona que é, ela não faz ideia de quem seja, a cena é hilária e rende boas gargalhadas.
Ao voltar do festival Bridget se sente renovada, tanto pela energia do local quanto pela noite incrível que teve com Jack, ela só não contava que um fantasma do passado voltaria a persegui-la e que não teria forças para resistir, sim esse fantasma se chama Sr.Darcy.E é aí que a confusão começa, pois, um tempo depois ela descobre que está grávida e como usou camisinhas de uma caixa que carregava a anos, não tem noção de quem é o pai de seu bebê.
Jack, bilionário dono de um site que promete encontrar seu amor verdadeiro através de algoritmos matemáticos, acredita que tem 95% de chance de dar certo com ela e ser o pai de seu bebê, enquanto Mark Darcy, com seu lado sisudo tenta mostrar que apesar dos erros do passado o destino quer que ele e Bridget fiquem juntos, e ela no meio disso tudo fica mais confusa e atrapalhada do que nunca.
Os pais de Bridget não ganham destaque como nos outros filmes, mas as cenas em que eles tem que lidar com o fato da filha não saber quem é o pai do neto, faz juz as suas aparições no filme. Um destaque especial é a médica muito louca que cuida dela, e ainda tem que lidar com a louca competição entre os pais que insistem em estar presentes em cada momento, enlouquecendo qualquer um, e a médica que por si só já não é muito sã, piora nesta situação incomum.
Este terceiro filme da franquia mesmo depois de 10 anos segue bem a linha de continuidade dos outros filmes, quem viu Bridget novinha conhece a Bridget de 43 anos, o que me surpreendeu já que esperava uma personagem bem diferente da que já conhecia, o roteiro do filme é completamente divertido e promete agradar a absolutamente todos os públicos, apesar da previsibilidade o filme prende até a ultima cena e como não poderia ser diferente se tratando de Bridget Jones, deixa um imenso desejo por mais logo que as letras começam a subir na tela.
 Trailer:

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