29 julho 2016

[Resenha] A garota no Trem

Sinopse:
Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. 
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.


O que eu achei?
Rachel é uma mulher que mantem certos hábitos diariamente, um deles é pegar o trem nos mesmos horários todos os dias em que trabalha. Junto a este hábito adquiriu o hábito de olhar todos os dias para a mesma casa e observar a vida do casal Jess e Jason, nomes dados por ela, já que não os conhece. Rachel imagina que este casal é um típico casal apaixonado e de propaganda de margarina. Rachel é divorciada a 2 anos e leva a vida da forma de deixar a vida acontecer e ser levada por ela, dua real diversão é acompanhar o romance de Jess e Jason.
Megan vive uma vida simples e no subúrbio com seu marido Scott, insatisfeita constantemente por ter abandonado sua carreira por conta de seu casamento, ou melhor dizendo, viu sua vida ruir quando sua galeria de artes fechou. Megan se apega a vida por viver com Scott, lembrando- se i quanto o ama quando percebe que só restou ele afinal. Logo nos primeiros capítulos somos apresentados a uma Megan totalmente fora do padrão criado por Rachel, Megan trai Scott e mesmo fazendo terapia, acha isso normal, afinal ela não esta se traindo.
No decorrer do livro percebemos como Rachel é emocionalmente abalada e acaba se tornando alcoólatra por conta de todas as perdas, seu casamento foi uma verdadeira merda quando ela descobriu-se estéril e assim se afundou no álcool, transformando- se em alguém digno de pena. Paralelo a isso temo o casal Ana e Tom, amante e ex- marido de Rachel, vivendo numa casa escolhida por Rachel, com seus moveis e suas coisas ainda ali. Quando passa de trem pela casa de ambos casais Rachel não vive mais apenas sua vida, mas vive a vida deles, principalmente de Megan e Scott.
Numa manha Rachel acorda cheia de hematomas e de ressaca, não se recorda da noite anterior, afinal nada estranho para alguém que sofre de perda de memoria alcoólica. Ao fazer o caminho pro seu trabalho Rachel percebe que ha algo de errado na casa do casal ideal e assim decide descobrir o que houve.
Logo Rachel descobre que sua Jess se chama Megan e está desaparecida, e tenta de alguma forma resolver o mistério, seja infiltrando se na investigação ou ate mesmo se aproximando de seu ex marido.

O desenrolar do livro é algo primordial e que me fez ler compulsivamente 4 horas e só parar quando terminasse. Hawkins de fato tem um quê de Flinn e ficamos ansiosos em saber o que aconteceu, assim como me senti em A Garota Exemplar,  senti em A Garota no.trem.
E um livro é impecável, onde a cada novo momento você percebe que esta errado e de repente tudo muda, com um final surpreendente e muito bem "desenhado" o do inicio ao fim, leiam este livro, acredite você não vai se arrepender!

Espero que tenham gostado da resenha.
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Um comentário

  1. Oi Mai! O blog esta lindo! Li esta semana este livro, vale muito a pena a leitura, adorei a estória. Bjin .

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