11 março 2016

[Review] Fuller House


Há 20 anos, Três É Demais era encerrada, sendo marcada como uma das melhores séries nos anos 80, 90 e até hoje. Agora, a Netflix decidiu produzir um spin-off de treze episódios contanto a história das irmãs Tanner e da (estranha) amiga, Kimmy Gibbler. Personagens antigos, piadas novas e aquele gostinho de infância. 
Sinopse: Em Fuller House, as aventuras da família Tanner, de Três é Demais, continuam. D.J. Tanner-Fuller (Candace Cameron-Bure) perdeu recentemente o marido, e está grávida. A sua irmã mais nova, Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) aspirante a cantora, e sua melhor amiga, mãe solteira Kimmy Gibbler (Andrea Barber)  - e sua filha adolescente Ramona, todas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la a cuidar dos dois filhos dela - o rebelde JD, de 12, e o neurótico Max, de 7.



O que eu achei? Nem preciso dizer que quase surtei de alegria, e nostalgia, quando ouvi que a Netflix estava nessa nova produção. O que seria de mim nas próximas semanas? Adeus, Facebook e Whatsapp... 

Ver todos aqueles personagens de novo, e sem contar com novos que conseguiram se destacar tanto quanto os antigos, em uma de suas séries preferidas da infância era uma ideia maravilhosa pra mim. Porém, um medo se instalou em mim: "Quase nenhum spin-off conseguiu me agradar até hoje". Fico feliz de dizer que depois de 13 episódios de puras risadas, referências, torcidas por ships... A série conseguiu superar todas as minhas expectativas, sempre mantendo o tom dos anos 80, mas com atuais piadas que se encaixam com o público. 

O primeiro episódio já mostra todo o elenco reunido (menos as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen, que interpretavam a personagem Michelle, a irmã caçula, em Três é Demais) se despedindo da casa. Ao mesmo tempo, os novos personagens como J.D., Max, Tommy, Ramona e Fernando eram apresentados a gente. Nem precisamos falar como a nova abertura tocou o coração de todos os fãs, agora na voz de Carly Rae Jepsen, quando mostrou como cada personagem evoluiu. 

Uma coisa que me preocupou bastante foi a desenvoltura dos novos personagens. Estamos tão ligados ao passado, às vezes, que esquecemos de olhar direito para os novos. O interessante é que todos conseguiram se entrosar e criaram um clima gostoso para toda a temporada. 

A única parte ruim disso tudo é: 

1) Não termos Michelle no elenco de novo (Mas calma! Ao que tudo indica, o produtor e ator John Stamos, que interpreta o tio Jesse, deixou claro que eles estão insistindo com as irmãs e vê uma luz no fim do túnel);

2) A primeira temporada ter somente 13 episódios... E que, felizmente, já foi renovada para a segunda temporada! Então, agora é só esperarmos! :D

Fuller House tem tudo para continuar bombando no mundo das séries, e já considero um grande parâmetro para os próximos spin-off's que devem surgir ao longo do tempo. Agora, você tem um ótimo motivo para pelo menos experimentar o primeiro mês de graça da Netflix (e se filiar toda a vida). 

Escrito por Sergio Augusto (sergioasrsilva@gmail.com).


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