[Eventos] Centro Cultural Banco do Brasil Rio celebra o Dia das Crianças e Dia do Professor com novidades na programação do CCBB Educativo Lugar de Encontros 

 

Outubro chega com despedidas e novidades na programação do CCBB Educativo - Lugar de Encontros. São as últimas semanas para visitar a exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, que fica em cartaz até o dia 12 de outubro, e participar das atividades do Educativo que dialogam com a mostra. 


Entre elas estão as visitas mediadas e em Libras e as experiências de acessibilidade com os objetos mediadores desenvolvidas pela equipe para pessoas cegas e com baixa visão. Os suportes táteis ampliam as formas de perceber e experimentar as obras e reforçam o compromisso do Educativo com uma mediação sensível às diferenças e acessível a públicos diversos. 


Com o encerramento da exposição do artista Vik Muniz, o Educativo passa a estabelecer novos diálogos com “Amazônicas – Poéticas Femininas”, que permanece em cartaz no CCBB até o dia 16 de novembro.


A mostra “Amazônicas – Poéticas Femininas” inspira a programação do CCBB Educativo ao longo do mês, valorizando a relação entre território, natureza, memória e ancestralidade. As atividades partem de elementos presentes na exposição para criar experiências de experimentação e escuta. As histórias “Antes de ser Amazônia”, “Os Olhos da Floresta” e “Do Fundo do Rio ao Voo da Mata”, entram em cena mitos, lendas e narrativas da tradição oral de povos originários.


A atividade Hora do Conto oferece um grande repertório de histórias, como “O Vapor Encantado e a Pescadora de Histórias” e “Como surgiu a noite”, com cenários que se modificam, músicas, bonecos, teatro de sombras e muito mais. Cada final de semana é uma surpresa. “Desde o início dos tempos, somos fabuladores. Criamos narrativas para explicar aquilo que não compreendemos no mundo ao nosso redor: o nascimento do sol, o aparecimento da lua, o barulho do trovão... e também para registrar nossa passagem neste mundo. Através da palavra, a humanidade se inventa, reinventa e estabelece suas relações com o mundo. É para isso que contamos histórias desde sempre - para entender a vida e preservar nossa existência. Ao incluirmos histórias na programação do museu oferecemos um novo olhar sobre o acervo das exposições e a vida ao nosso redor. Para que a história se desenrole usa-se o faz de conta. Existe melhor forma de viver experiências?”. Pontua Daniela  Chindler, curadora do projeto.


No dia 12 de outubro, as comemorações do aniversário do CCBB e do Dia das Crianças serão abertas por Bia Bedran, que se apresenta dentro do Encontro na Cena. O espetáculo “Bia, Seus Livros e Canções” celebra 53 anos de carreira reunindo músicas, histórias e brincadeiras sonoras. Na mesma data, o público poderá conferir “Rosa e a Semente”, primeiro espetáculo do Grupo Pedras voltado ao público infantil, com direção de Isaac Bernat. Inspirada livremente no conto chinês O Pote Vazio, a peça aborda temas como coragem, honestidade, pertencimento e relação com a natureza.


Dando continuidade às ações o Encontro com Educadores, no mês em que é celebrado o Dia do Professor (em 15 de outubro), recebe, no dia 24 de outubro, a educadora e professora Inês de Biase para uma conversa sobre infância, literatura e a importância da leitura na formação de crianças leitoras. A partir de perguntas como “Qual a concepção de infância que temos?”, “Quem é a criança que lê?”, “Por que ler literatura?” e “Como ajudar na formação de leitores críticos, criativos e empáticos?”, o encontro também propõe uma reflexão sobre quais livros escolher e sobre os caminhos para aproximar as crianças da literatura.


Ao longo do mês, o CCBB Educativo - Lugar de Encontros oferece uma programação gratuita que reúne diferentes linguagens artísticas e promove experiências de interação com o espaço, as exposições e a cultura.





ENCONTROS NA CENA


Com: BIA BEDRAN


“Bia, seus livros e canções”


Segunda: 12 de outubro às 14h


Rotunda – térreo  


Público: Livre


Referência na arte para a infância, Bia Bedran celebra 53 anos de carreira com espetáculo que reúne música, literatura e histórias. Ao lado do irmão, o músico Guilherme Bedran, e do percussionista Paulão Menezes, Bia revisita canções de sua trajetória e histórias de seus 22 livros infantis. No palco, a artista canta, toca violão e compartilha poesias, narrativas e brincadeiras sonoras em um encontro marcado pelo afeto. Com mais de cinco décadas dedicadas à cultura infantil, Bia também se destacou na televisão e na formação de educadores e contadores de histórias. O espetáculo é livre para todas as idades e celebra a força da música e da literatura na formação de diferentes gerações.


 


 ENCONTROS NA CENA


Com: GRUPO PEDRAS


Rosa e a Semente


Segunda: 12 de outubro às 16h


Rotunda – térreo  


Público: Livre


 Com direção de Isaac Bernat, "Rosa e a Semente" é uma obra poética e visual que convida o público a uma jornada sobre a passagem do tempo, os recomeços e a relação do ser humano com a terra. A narrativa acompanha Rosa, uma personagem que encontra uma semente misteriosa e embarca em um processo de descoberta sobre o ato de plantar, cultivar e esperar. A peça utiliza uma linguagem acessível para todas as idades, combinando teatro físico, manipulação de formas animadas e uma trilha sonora executada ao vivo para criar uma atmosfera imersiva e delicada.





ENCONTRO COM EDUCADORES


Com: Inês de Biase


A Literatura pensando o mundo - Por que ler literatura?


A criança leitora e a literatura


Sábado: 24/10


Sala Multiuso 3º andar


Qual a concepção de infância que temos? Quem é a criança que lê? Por que ler Literatura? Como ajudar na formação de leitores críticos, criativos e empáticos? Que livros escolher? Estas e outras questões relativas à infância, à leitura e ao trabalho com a mesma são abordadas neste encontro.


Inês De Biase é educadora formada pela PUC/RJ, Especialista em leitura, trabalha com formação de professores, foi professora da oficina literária O Curso das histórias, para crianças entre 6 e 11 anos, e é Coordenadora de Projetos de Leitura das bibliotecas da Escola Parque. Em 2014 coordenou a escrita do livro Bibliotecas Infantis – Um programa para pequenos leitores (Caderno de referência para as Bibliotecas Infantis das Bibliotecas Parque do Estado do Rio de Janeiro). É mestranda do Programa Literatura, Cultura e Contemporaneidade, do Departamento de Letras e Artes da Cena da PUC-Rio.


 


 


CAMPOS DAS ARTES 


Rotunda


Segundas, quartas, quintas e sextas


Laboratório – Quando a Matéria Vira Arte - 11h e 15h Até dia 12/10


 


Quando a Matéria Vira Arte 


A atividade parte da relação de Vik Muniz com materiais cotidianos e inusitados na construção de imagens. A partir da ideia de releitura, os participantes serão convidados a reconstruir obras de arte usando materiais recicláveis e diversos objetos. Cada participante receberá o contorno de uma obra para criar sua própria composição, explorando materiais como PET, tampinhas, barbantes, papelão, lã, pompons e outros elementos de diferentes texturas.


 


 


Contação – Entra Na História - 12h e 16h


A Chama que iluminou o mundo


Quando o fogo desaparece da Terra, apenas uma pequena brasinha permanece acesa. Inspirada em uma narrativa tradicional do povo Pareci, a contação acompanha a corajosa jornada da ave Juruva, para resgatar essa última chama. Com música, imaginação e participação do público, a atividade convida famílias a conhecerem uma história sobre coragem, coletividade e a riqueza da tradição oral dos povos originários.


 


Camaleão


Com um teatro de brinquedos, conhecemos a história do divertido camaleão que vive em uma floresta repleta de bichos, sons e opiniões. Em meio a todas as cores existentes na floresta, o camaleão - e a plateia - se unem em uma importante descoberta.


 


O Nome da Fruta


A contação “O Nome da Fruta” leva o público para uma floresta encantada onde as palavras guardam mistérios e a escuta faz toda a diferença. A história acompanha um grupo de animais que parte em uma jornada para descobrir o nome de uma fruta rara, conhecida por renovar o desejo de viver. Em meio a encontros divertidos, desencontros, canções e momentos de humor, a narrativa destaca a importância da memória, da paciência e da troca de saberes. Com interação do público, brincadeiras sonoras e muito ritmo, a contação valoriza a tradição oral e a força das histórias contadas em comunidade, mostrando que aprender com o outro pode transformar caminhos.


 


Bacurau dorme no chão


Você sabia que Bacurau é uma pássaro que dorme no chão? Nesta história do povo Tukano que habita a região do rio Negro, no Amazonas, vamos contar a história de Bacurau, um homem que se transforma em ave. O CCBB Educativo-Lugar de encontros espera vocês, no campo das artes, onde as famílias poderão conhecer essa e mais histórias do povo brasileiro.





Laboratório de Música - 11h e 15h


Palavras que Dançam A partir de 14/10


A partir de expressões regionais como brocado, carapanã e pavulagem, a atividade transforma palavras em ritmos contagiantes conectados a estilos como carimbó, toada de boi-bumbá e brega. Utilizando chocalhos sustentáveis feitos com garrafinhas PET — a chamada “vassoura percussiva” —, os participantes integram corpo, voz e instrumentos de forma simples e divertida. A vivência culmina em uma grande apresentação coletiva que celebra a rica cultura popular da Amazônia.





CORPO EM CENA Até 12/10


Rotunda – Quartas: 13h


Atividade que traz o corpo como protagonista, em uma performance com formas animadas composta por seis elementos que, quando reunidos, formam um par de olhos. Manipulados pelos educadores, esses elementos “piscam” e se transformam, revelando novas imagens e possibilidades de interpretação. Inspirada na exposição VIK Muniz – A Olho Nu, a proposta convida o público a refletir sobre percepção, imaginação e as diferentes maneiras de construir imagens e significados.


 


 


CORTEJO PATRIMÔNIO


UMA VIAGEM MUSICAL AO RIO ANTIGO


Sextas: 14h


A equipe do CCBB Educativo - Lugares de Encontros apresenta o cortejo “Uma viagem musical ao Rio Antigo”, com músicas e danças que faziam parte da cultura carioca do final do séc. XIX e início do séc. XX, ocupando ruas, salões, cortiços e terreiros. Com uma coletânea que reúne o lundu “Isto é Bom”, de Xisto Bahia; o maxixe “Corta Jaca”, de Chiquinha Gonzaga; a marchinha de carnaval “Pierrô Apaixonado”, de Noel Rosa e Heitor dos Prazeres; e o samba “Fita Amarela”, também de Noel — além de jongos tradicionais e autorais, criados pela própria equipe —, a experiência proposta ao público é literalmente uma viagem no tempo. Através de gêneros musicais que atravessaram décadas, o cortejo celebra ritmos que ainda hoje são apreciados e servem de referência para diversos movimentos culturais contemporâneos.


  


 



VISITAS AGENDADAS


Segunda, Quinta e Sexta: 9h30, 10h, 14h, 15h e 18h


Quarta: 9h30, 10h e 18h


Sábado e Domingo: 9h30


E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br


 


 


VISITA COGNITIVA


Domingo: 8h (Através de agendamento prévio)


VISITAS MEDIADAS


Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site bb.com.br/cultura


 


VISITAS MEDIADAS com Intérprete em Libras


Quarta: 11h


Sábado: 11h e 14h


 


VISITAS MEDIADAS


Caminhos da Memória Patrimônio


Segunda, Quinta e Sexta, Sábado e Domingo: 12h Até 12/10


Segunda, Quarta, Quinta e Sexta, Sábado e Domingo: 12h A partir 14/10


 


 


 VISITAS MEDIADAS


 Exposição VIK MUNIZ – A OLHO NU Até 12/10


 Segunda, Quinta e Sexta: 11h, 16h e 18h


 Quarta: 11h e 12h


 



Exposição AMAZÔNICAS – POÉTICAS FEMININAS


Segunda, Quinta e Sexta: 18h Até 12/10


Quarta: 12h


Domingo: 10h


Segunda, Quinta e Sexta: 11h, 16h e 18h A partir 14/10


Quarta: 11h e 16h


Sábado e Domingo: 10h





ATELIÊ ABERTO


LABORATÓRIO DE ARTE


Local: Ateliê Aberto do Educativo, 1° andar


Sábados e Feriados: 15h e 17h


Domingos: 15h e 17h


Será oferecida uma dentre as atividades abaixo por horário. 


 


 


ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19 


Exposição: Patrimônio

Classificação: a partir de 7 anos


Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade criativa e lúdica, convidamos as crianças a explorarem fotografias do Brasil do século 19 e reinventarem as narrativas de figuras negras da nossa história. Com projeções de imagens, elas escolherão cenários e personagens para criar histórias únicas, dando nova vida ao passado com imaginação, cor e fantasia.





EXPOSIÇÃO: AMAZÔNICAS - POÉTICAS FEMININAS


 


TERRITÓRIOS ENCANTADOS    


Classificação: 6 anos


O laboratório convida os visitantes a conhecer e recriar personagens de histórias indígenas da Amazônia, utilizando tintas naturais e elementos cenográficos para construir coletivamente os cenários das narrativas. A atividade estimula a imaginação e aproxima o público das diferentes formas de compreender o mundo presentes nessas culturas. 



PALETA DA FLORESTA   


Classificação: 5 anos


A atividade convida o público a explorar as cores, formas e texturas da fauna e flora amazônica por meio da produção de tintas com pigmentos naturais, criando a sua própria pintura. A proposta estimula a criatividade e a conexão com a natureza, refletindo sobre a valorização e a preservação da Amazônia.






EXPOSIÇÃO VIK MUNIZ - A OLHO NU


 


 O QUE A LUZ MOSTRA   


Laboratório de Cianotipia Até 12/10

Classificação: 9 anos


Este laboratório, em diálogo com a exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, convida o público a experimentar a cianotipia, uma técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens. A atividade parte da investigação presente na obra do artista, que propõe novas formas de construção da imagem a partir de materiais e processos não convencionais a fim de propor uma experiência sensível de observação, espera e descoberta.


 


ANTES DE SER OBJETO – Laboratório com Argila Até 12/10


Classificação: 5 anos


A série “Relicários”, de Vik Muniz, inspira o laboratório ao ressignificar objetos cotidianos e questionar o que os transforma em arte. Com argila, os participantes criam esculturas que brincam com a lógica e reinventam objetos, explorando como o valor artístico está relacionado ao contexto e às histórias que contamos. 


 


 ISSO NÃO É UMA BANANA – Laboratório luz negra   Até 12/10


 Classificação: 5 anos


Na era do dia a dia virtual, a atividade abre uma porta para uma aventura presencial e mágica. Em um piscar de olhos tudo o que está ao nosso redor pode mudar. A experiência acontece em uma sala com instalação de refletores de luz negra. Para enxergamos as cores precisamos de luz. E se a luz muda?  A atividade ‘Isso não é uma banana” é inspirada na obra icônica do artista surrealista belga René Magritte, na tela a pintura de um cachimbo e a frase "ceci n'est pas uma pipe" ("isto não é um cachimbo"). É ou não? Magritte diz para nós que a representação de um objeto (a pintura) não é o objeto real em si. A atividade foi criada para dialogar com a mostra do artista Vik Muniz que na série “Relicário" cria objetos tridimensionais que também desafiam nosso olhar e a nossa percepção da realidade.





EXPOSIÇÃO: AMAZÔNICAS - POÉTICAS FEMININAS


 


Cores da Terra 


Classificação: 5 anos


Inspirada na riqueza dos ecossistemas costeiros, a atividade “Cores da Terra” convida o público a experimentar a pintura a partir de pigmentos naturais, explorando as cores e possibilidades que surgem dos elementos da natureza. A proposta valoriza os recursos naturais, estimula um olhar mais atento para o meio ambiente e incentiva reflexões sobre preservação, sustentabilidade e o cuidado com o planeta.





LIVRO VIVO


Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 16h


Entrada gratuita por ordem de chegada


Classificação indicativa: livre


O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.


 


PATRIMÔNIO


 


A boca da noite de Cristino Wapichana


Dum e Kupai sobem para o lugar mais perigoso da aldeia para conhecer melhor os segredos do Sol e aprendem ensinamentos e histórias de seu povo.


 


Kuján e os meninos sabidos de Ailton Krenak e Rita Carelli


Kuján, termo que significa tamanduá na língua krenak, acompanha um grupo de meninos em uma aventura que apresenta saberes, histórias e a relação do povo Krenak com a natureza.


 


 


O Dragão do Mar de Sonia Rosa e Anabella López


O livro é uma homenagem a Chico da Matilde que ficou mais conhecido como “O Dragão do Mar” por sua atuação na greve dos jangadeiros no Ceará.


 


Uma aventura do velho Baobá de Inaldete Pinheiro de Andrade


O baobá nativo das savanas da África decide atravessar o oceano Atlântico para encontrar seus parentes em terras brasileiras. Uma narrativa que apresenta o baobá como símbolo de ancestralidade, memória e resistência da cultura africana.


 


África que você fala de Claudio Fragatta


Apresenta palavras de origem africana presentes no português brasileiro, mostrando a influência das línguas e culturas africanas no nosso cotidiano.


 


Talvez você consiga de Imogen Foxell e Anna Cunha


Uma menina decide plantar uma semente no leito de um rio morto há muito tempo, tarefa que parece impossível, e descobre que talvez consiga realizá-la.


 


Os dengos na moringa de voinha de Ana Fáti 


Uma criança relembra os afetos, histórias e ensinamentos guardados nas memórias de sua avó.


 


O mundo no Black Power de Tayó de Kiusam de Oliveira


O livro transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza


cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina que se orgulha de ser quem é mesmo lidando com preconceitos. 


 


Foi vovó que disse de Daniel Mundukuru


Seguindo a tradição indígena de ouvir os mais velhos, uma criança aprende com sua avó histórias, ensinamentos e valores transmitidos de geração em geração.


 


Da minha janela de Otávio Júnior


Da janela de sua casa, um menino observa e enaltece sua favela e imagina novas possibilidades para sua comunidade.


 


Zum Zum Zumbi!!! de Sônia Rosa


A história apresenta Zumbi dos Palmares às crianças, destacando sua resistência e sua luta pela liberdade.


 


A mulher que virou urutau de Olívio Jekupé e Maria Kerexu


livro bilíngue (português e guarani). A obra reconta o conto tradicional guarani sobre a origem do pássaro urutau.


 


A origem dos números de Majungmul e Ji Won Lee


Uma viagem pelo tempo, explorando as diferentes formas de representação que existiram. maneiras de contar e representar as quantidades.



Amoras de Emicida


A partir da música Amoras, do mesmo autor, o livro conta a importância de nos reconhecermos no mundo e nos orgulharmos de quem somos desde criança.


 


EXPOSIÇÃO VIK MUNIZ – A OLHO NU


 


A Pipa de Roger Mello Até 12/10


A narrativa do livro é construída unicamente por ilustrações com temáticas sobre a natureza humana e as possibilidades das formas, pontos, traços, cores, tempo e do espaço em movimento.


 


O que cabe em um livro? de Ilan Brenman e Fernando Vilela Até 12/10


Bom para introduzir as crianças no universo da leitura, o livro brinca como tudo pode caber num livro mesmo com os diferentes tamanhos dos seres, coisas e imaginações.


 


Zoom de Istvan Banyai Até 12/10


Este livro provocante, sem palavras, pode ser visto tanto de frente para trás como de trás para frente. Suas ilustrações saltam aos olhos como se o espectador tivesse se afastado rapidamente de cada página. Zoom! O que você vê? Duas crianças brincando numa fazenda! E agora, o que você vê? Duas crianças brincando com uma fazenda de brinquedo!


 


O Livro Negro das Cores de Menena Cottin e Rosana Faría  Até 12/10


O texto branco em páginas negras e com a tradução em Braille. O livro permite experimentar várias texturas e desafia a recriar na imaginação as cores, cheiro, som e sabor.


 


Obra Bolas de Paula Taitelbaum  Até 12/10


Explora como as bolas estão por toda parte, explorando diferentes movimentos e significados.


 


O Quadro de Maria Isabel Sánchez Vegara e Albert Arrayás  Até 12/10


E aquele quadro, hein? Você viu? Todo mundo está falando dele. O que aquelas imagens representam? Dá o que pensar. O Quadro mostra como é o dia dentro de um museu contemporâneo. E convida crianças (e adultos também!) a refletir sobre o que move a arte e os artistas, e quais são os efeitos das obras em nós.


 


Fotografias de Miguel de Eraldo Miranda Até 12/10


Miguel descobre, através da fotografia, diferentes maneiras de guardar momentos do mundo ao seu redor. Quando sua máquina quebra, ele precisava fazer alguma coisa para guardar suas memórias.


 


 


EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS – POÉTICAS FEMININAS


 


Aldeias, palavras e mundos indígenas de Valéria Macedo


Um passeio pelos costumes de quatro povos indígenas diferentes: os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya. (Amazonas)



Depois do ovo, a guerra - Priara Jõ: Um dia na aldeia Panará de Ana Carvalho 


Os Meninos Panará revivem, em uma brincadeira de guerra, a memória de um antigo conflito de seu povo. (Povo Panará território entre Pará e Mato Grosso.)


 


Histórias da minha terra de Daniela Chindler 


Reúne histórias e memórias de moradores de Canaã dos Carajás, no Pará. (Pará-Canaã dos Carajás.)


 


Sinfonia da Amazônia de Lalau e Laurabeatriz 


Uma viagem poética pela fauna, flora e paisagens da Amazônia. (Amazônia - relação geral)


 


Tapajós - Uma aventura nas águas da Amazônia de Fernando Vilela 


Duas crianças e sua tartaruga percorrem o cotidiano ribeirinho às margens dos rios Amazonas e Tapajós. (Pará — região do rio Tapajós.)


 


Não quero ser índio de Mayra Sigwalt e Tai 


O livro questiona os estereótipos sobre ser indígena a partir de uma atividade escolar vivida por um menino. O diálogo dele com sua mãe passa por temas sobre identidade, família e respeito. (a ilustradora Tai é originária de Mairí/Belém.)


 


Olhos de jaguar de Yaguarê Yamã 


Utilizando palavras em maraguá, apresentando ensinamentos, seres encantados e a relação dos povos maraguá com a floresta. (Amazonas.)





HORA DO CONTO


Local: Sala do CCBB Educativo, 1º andar andar


Sábados,domingos  e feriados: 14h


Público-alvo: Livre


Entrada gratuita por ordem de chegada


Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole, usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?


 


EXPOSIÇÃO VIK MUNIZ - A OLHO NU


 


O que tem dentro da panela? Até 12/10


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


Esta contação é inspirada na memória de Leide, mais conhecida como Irmã e cozinheira do lixão de Jardim Gramacho. Uma cozinheira é também uma artista dos alimentos e Irmã fazia sua arte com os ingredientes que chegavam ao local. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.


 


Entre sonhos e visões Até 12/10


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


Inspirado em contos tradicionais do Oriente, O Sonho de Ismar narra a jornada de um homem simples que, movido por um sonho, abandona sua rotina em busca de um tesouro que acredita estar destinado a ele. Entre desertos, desafios e encontros inesperados, Ismar descobre que a verdadeira riqueza pode estar onde menos se espera. A história convida o público a refletir sobre coragem e a observar a própria realidade com outros olhos. Assim, revelando que a maior viagem pode ser aquela que nos conduz de volta a nós mesmos.


 


Histórias pra ver o invisível Até 12/10


Tempo de duração: 30- 40 min


Público-alvo: livre


“Histórias Invisíveis” reúne narrativas tradicionais de diferentes culturas que desafiam a lógica e despertam a imaginação. Entre elas estão as divertidas histórias de Nasrudin, sábio do Oriente Médio, e o clássico “A Roupa Nova do Rei”, de Hans Christian Andersen, autor dinamarquês de literatura infantil. Com humor e fantasia, a contação convida o público a refletir sobre o comportamento humano e a enxergar além das aparências


 


 Lar é onde eu quero estar Até 12/10


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


Entre encantos e receios, “Lar é onde eu quero estar" traz duas histórias que nos mostram o quão importante é o que já é habitual, nossa casa, nossa vizinhança, nossos amigos. Com uma das histórias adaptada do livro " Da minha janela” de Otávio Júnior, a contação convida o público a coletivamente, cantar, contar e ser.


 


PATRIMÔNIO


 


Hermes, o menino que tinha asas nos pés


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


Pensada para diferentes formas de percepção e mobilidade, a atividade utiliza recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Ao longo do percurso, o público explora cenários inspirados na arquitetura do CCBB, acompanha as aventuras do mensageiro dos deuses e participa de uma experiência sensorial, coletiva e inclusiva.


 


EXPOSIÇÃO: AMAZÔNICAS - POÉTICAS FEMININAS


 


Antes de ser Amazônia


Tempo de duração: 40 min


Público-alvo: livre


“Antes de ser Amazônia” é uma contação de histórias que percorre rios, tempos e mundos para apresentar narrativas dos povos originários, como os Iny (Karajá) e as guerreiras icamiabas. Entre rios que se transformam em caminhos, músicas, tecidos e objetos que despertam a imaginação, a atividade propõe reflexões sobre liberdade, território, identidade e memória, questionando quem tem o direito de contar e nomear uma história. 



Como surgiu a noite


Tempo de duração: 30-40 min


Público-alvo: livre


Essa é uma história da tradição amazônica que nos transporta para o tempo em que a noite ainda não existia. Dois jovens partem em busca de um mistério guardado nas águas e encontram os “encantados”: seres que habitam rios, florestas e o imaginário dos povos do Norte. Inspirada na oralidade e nos saberes ancestrais da região, a narrativa convida o público a mergulhar em um universo onde natureza e memória se entrelaçam, revelando a força das histórias que formam o patrimônio cultural brasileiro.


 


Do fundo do rio ao voo da mata


Tempo de duração: 40 min


Público-alvo: livre


“Do fundo do rio ao voo da mata” é uma contação de histórias que mostra um pouquinho da riqueza da cultura indigena através de duas lendas muito intrigantes. Quem é esse peixe que coloca medo nos pescadores? Quem é esse pássaro que confunde os caçadores? Talvez haja algo em comum entre o Japim Mágico e o Peixe Gigante da Amazônia.


 


Um Mistério Mora na Mata


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


Uma contação de histórias divertida e interativa acompanha um caçador em uma aventura pela Amazônia em busca de uma criatura misteriosa e gigantesca. Entre humor, fantasia e trocadilhos, ele encontra uma feiticeira e ao lado do público, descobre que os mistérios da floresta podem ser mais reais — e perigosos — do que imaginava.


 


Os Olhos da Floresta


Tempo de duração: 30 min


Público-alvo: livre


A contação apresenta uma narrativa tradicional do povo Sateré-Mawé, originário do Médio Amazonas e associado à origem do guaraná. Entre afetos e mistérios, a história valoriza a vida em comunidade e a relação com a floresta, destacando a natureza como parte dos saberes e da memória desse povo.


 


 


PATRIMÔNIO


 


O Boi de Milagres


Tempo de duração: 30-40 min


Público-alvo: livre


A contação O Boi de Milagres convida o público a entrar numa história que nasce do desejo, da memória e da força da tradição popular. A narrativa acompanha um casal que sonha com liberdade em um tempo difícil, até que um desejo inesperado muda tudo. Entre tensão, humor e encantamento, a história segue por caminhos onde o invisível também age e o milagre pode acontecer, revelando como esse conto atravessou o tempo para virar brincadeira, dança e festa espalhada por todo Brasil.





PEQUENOS EXPLORADORES


Local: Biblioteca Banco do Brasil - 5º andar


Sábados e feriados: 11h


Classificação indicativa: 3 a 6 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


Crianças e acompanhantes vão conhecer o prédio e a história do CCBB de forma divertida. A atividade propõe uma caça aos segredos, em que pistas, mapas, bilhetes e baús conduzem os participantes por diferentes espaços do centro cultural, transformando a visita em uma aventura de descobertas.


 


 


PEQUENAS MÃOS


Local: Sala do CCBB Educativo, 1º andar Domingos: 11h


Sábados e feriados: 15h


Duração: 30-40 min


Classificação indicativa: 3 a 7 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


 


O Quarto de Luiza


Agora é noite / E você deve estar dormindo de barriga para baixo / Com seu pijama de bolinhas / E nem desconfia / Que eu encontrei / Dentro do seu nome, as palavras Luz e Lua (...) Inspirada na poesia “Pequena Luiza”, de Daniela Chindler, as crianças pequenas vão manipular objetos e brincar com luz e sombra.


 


PEQUENÍSSIMAS MÃOS


Entre Notas e Bichos


Local: Sala do CCBB Educativo, 1º andar 


Domingos: 15h


Duração: 25 min


Classificação indicativa: 2 a 3 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


Projeção de imagens, música, contação de histórias e máscaras nesta atividade que apresenta, para as crianças pequeninas, os animais da fauna brasileira, que estão desenhados nas nossas notas de dinheiro.


 


LAB BÊBES


Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar


Domingos: 11h


Duração: 25 minutos 


Natureza Mãe


Classificação: 6 meses a 2 anos


Voltada para bebês e seus responsáveis, Natureza Mãe transforma o ambiente em uma floresta imersiva, com sons, luzes, texturas, música e elementos naturais. A experiência acompanha os ciclos de amanhecer, crepúsculo e noite, explorando elementos como água, ar, terra e fogo. Entre as atividades estão a exploração de tecidos e estímulos visuais, sonoros e táteis, além de uma vivência musical. A proposta alia afeto, ludicidade e estética para estimular os sentidos, o desenvolvimento motor e o vínculo entre bebês e famílias, aproximando a primeira infância da natureza.


 


 Sobre o CCBB Educativo – Lugar de Encontros


O CCBB Educativo – Lugar de Encontros parte da ideia de que o conhecimento é construído coletivamente, por meio da convivência, da escuta, do diálogo e da troca de experiências. Mais do que apresentar conteúdos, o programa busca criar espaços de encontros entre pessoas, saberes e diferentes formas de expressão, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão e sensibilização. Voltado para públicos diversos, promove o acesso estético, artístico e cultural à programação do CCBB, estimulando a participação ativa, o pensamento crítico e a produção compartilhada de conhecimento, sempre pautados pelos valores da democracia, da pluralidade de ideias, da inclusão e do respeito às diferenças.


 


“CCBB Educativo - Lugar de Encontros” é realizado pela Davar Projetos Culturais e oferece visitas mediadas, laboratório de artes, contação de histórias, mediação de leitura, vivências para crianças pequenas, encontro com professores e apresentações em datas comemorativas. As atividades são voltadas para todos os públicos, inteiramente gratuitas em um programa de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil.


 


Sobre o CCBB RJ  


Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.


 


SERVIÇO


CCBB Educativo – Lugar de Encontros


Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças)  


Local: Centro Cultural Banco do Brasil – 1º andar

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)

Telefone: (21) 3808-2070

E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br

Classificação indicativa: Livre

Mais informações: bb.com.br/cultura

Siga o CCBB nas redes sociais: facebook.com/ccbb.rj | Instagram: @ccbbrj | x.com/ccbb_rj | tiktok.com@ccbbcultura

Para mais informações sobre os dias e horários de todas as atividades, consulte o site bb.com.br/cultura







Nenhum comentário