[News] Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta Villa-Lobos, George Gershwin e Beethoven no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

 Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta Villa-Lobos, George Gershwin e Beethoven no Theatro Municipal do Rio de Janeiro 


A apresentação conta com a regência do maestro Carlos Prazeres e a participação da pianista Erika Ribeiro 



Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 14 abril, às 19h, mais uma edição de sua série de Concertos Clássicos. Sob regência do maestro Carlos Prazeres, o repertório une tradição e modernidade. 


O programa começa com as Bachianas Brasileiras nº 9, de Heitor Villa-Lobos, última obra do seu ciclo que sintetiza a fusão entre a tradição clássica europeia e os elementos rítmicos e melódicos brasileiros. Em seguida, a premiada pianista Erika Ribeiro se junta à Orquestra e interpreta os solos de Rhapsody in Blue, de George Gershwin, orquestrada por Ferde Grofé. Composta mais de um século depois, apresenta um caráter igualmente vibrante, mas com uma energia festiva própria. Trata-se de uma celebração musical que marcou a união inédita entre o jazz e a música sinfônica, criando uma sonoridade inovadora e marcante. Para finalizar, a Sinfonia nº 7 em Lá maior, de Ludwig van Beethovenuma peça extremamente alegre, frequentemente descrita como a “apoteose da dança”, definição consagrada por Richard Wagner. Esse título é bastante apropriado, pois, desde o primeiro movimento, a música convida a uma grande dança, capaz de envolver até mesmo quem está sentado na plateia, fazendo com que o público sinta o coração pulsar no mesmo ritmo da orquestra.


Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração, filho de Armando Prazeres, idealizador e criador da Orquestra Petrobras Sinfônica, onde atuou por 8 anos como regente assistente de Isaac Karabtchevsky. Atualmente é regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e diretor artístico da Orquestra Light da Rocinha. Já dividiu palco com renomados artistas como Vladimir Vengerov, Gil Shaham, Hélène Grimaud, Valentina Lisitsa, Pablo Villegas, entre outros.  


“Eu sempre fico muito feliz de estar junto com a Orquestra Petrobras Sinfônica, que fez e continua fazendo parte da minha vida. Foi fundada pelo meu pai e lembro-me, ainda criança, de percorrer as fileiras e estantes da orquestra nos concertos da Independência, no hall do edifício-sede da Petrobras, no Centro do Rio. Posteriormente, com o início do patrocínio oficial da Petrobras — que se deu justamente com a Sétima Sinfonia de Beethoven, obra de estreia desse novo momento —, essa relação se tornou ainda mais simbólica para mim. Então, eu tenho dois sentimentos que andam juntos: primeiro, a nostalgia de estar sempre junto a essa orquestra amada e querida do meu coração; e, também, a lembrança do meu pai, com a emoção e a saudade de vê-lo reger justamente a Sinfonia nº 7 com a Petrobras Sinfônica.” afirma Carlos Prazeres. 


Já a pianista Erika Ribeiro possui uma trajetória marcada por participação em concursos e premiações no cenário da música clássica. Ela foi vencedora de diversos concursos nacionais de piano e se apresenta com frequência nas principais salas de concerto brasileiras. Em 2022, seu primeiro álbum solo foi indicado ao Grammy Latino, na categoria de “Melhor disco de música clássica” e também foi finalista do Prêmio Concerto na categoria “Melhor disco do ano”. Além disso, Erika é professora na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, onde leciona Piano e Música de Câmera.


Villa-Lobos, Gershwin e Beethoven são compositores de contextos distintos que contribuíram para a formação e circulação da música em diferentes sociedades. Villa-Lobos articulou elementos de práticas musicais brasileiras com a tradição de concerto, ampliando a presença do Brasil no repertório internacional. Gershwin aproximou estruturas da música de concerto e linguagens do jazz e da música popular urbana nos Estados Unidos, favorecendo o diálogo entre públicos e circuitos. Beethoven atuou na transição entre períodos da música europeia, expandindo formas e estabelecendo referências que influenciaram a produção posterior. Em conjunto, suas obras seguem presentes, funcionando como pontos de conexão entre tradição, inovação e difusão cultural.



Serviço

Data: 14 de abril de 2026 (terça-feira)

Horário: 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro - RJ

Ingressos: na bilheteria do Theatro Municipal ou em  petrobrasinfonica.com.br 

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