[Crítica] Wicked:Parte II

 

Sinopse:

Wicked: Parte II acompanha o capítulo final da história não contada das Bruxas de Oz. Agora, Elphaba e Glinda estão separadas e devem enfrentar as consequências das ações e decisões que tomaram. Enquanto Elphaba segue demonizada como a Bruxa Má do Oeste, exilando-se na floresta de Oz, Glinda vive as glórias de ter se tornado o símbolo da Bondade no reino, morando no palácio da Cidade das Esmeraldas e desfrutando da fama e do glamour de ser amada por toda a população. Quando Glinda tenta intermediar uma reconciliação entre Elphaba e O Mágico, as coisas parecem piorar, afastando ainda mais as duas amigas. A visita de uma garota do Kansas vira tudo de cabeça para baixo, enquanto uma multidão se coloca contra a Bruxa Má, o que obrigará a dupla a se unir novamente.



                        O quê eu achei?

Wicked- Parte 2 chega aos cinemas no Feriado do dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, e não poderia ser mais acertado. O grande nome dessa franquia atende por Cynthia Erivo, e quando uma história fala sobre pessoas que por não se parecerem com a maioria, serem discriminadas, há muito a se pensar e refletir sobre Wicked do que ele ser apenas um musical.

Nessa parte 2, Glinda (Ariana Grande) é celebrada por todos, tida como a boazinha, esconde uma verdade: gosta de Elphaba e sabe que de má, ela não tem nada. Mas como em determinado momento seu grande amor lhe diz: ela ama a popularidade e ser bajulada, então ela não se importa em viver uma mentira, mesmo que isso afete uma amiga.

Enquanto Elphaba ( Erivo) tenta ajudar os animais que estão sendo crucificados assim como ela, Glinda brilha nas mãos da malvada Madame Morrible ( Michelle Yeoh). Ela usa Glinda como uma arma poderosa pelo seu carisma e se aproveita dos momentos de pouca inteligência da moça.

Fiyero (vivido por Jonathan Bailey) consegue se destacar nas cenas com as duas sendo disputado pelas amigas, enquanto o Oz vivido por Jeff Goldblum faz uma participação de luxo.

Ao final, o que se percebe na imensa plateia de fãs do livro, peça e/ou filme, é que a história agrada, todos batem palmas e saem felizes da sala. Ainda que eu ache que Cynthia Erivo poderia ter cantado mais nesse segundo filme, a qualidade dela vocal é muito grande, enquanto Ariana mesmo cantando bem, não alcança a mesma qualidade de sua parceira de cena.

A  mensagem do filme, a montagem, os efeitos e principalmente as músicas, funcionam. E no final é isso que importa: um ótimo filme com uma mensagem positiva, afinal por mais que a gente mude a gente, nem sempre  o mundo é fácil de mudar.


         Escrito por Gabriel Baleroni


                           Trailer:







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