[Agenda cultural RJ] CCBB Educativo – Lugar de Encontros reúne arte, imaginação e ancestralidade na primeira quinzena de novembro

 

Visita teatralizada

Ao longo da primeira quinzena de novembro, o CCBB Educativo – Lugar de Encontros oferece programação gratuita que reúne visitas mediadas às exposições em cartaz, teatro, atividades de música, experiências sensoriais, visitas teatralizadas e laboratórios de artes. Com propostas para públicos de diferentes idades, as atividades convidam à descoberta, à imaginação e à interação com o espaço cultural e suas exposições.

Entre os destaques do período está o espetáculo infantojuvenil “Nuang, caminhos da liberdade”, apresentado na ação Encontro em Cena. A obra narra a história de Nuang, uma menina nascida no Reino de Uthando, conectada aos valores e às tradições de seu povo. Construído a partir de referências estéticas africanas e afro-brasileiras, o espetáculo articula máscaras, narratividade, musicalidade e é baseada no livro homônimo de Janine Rodrigues. A apresentação conta com intérprete em  Libras.

Uma novidade aguardada por famílias com crianças pequenininhas é o Laboratório de Bebês que estreia em uma sala com piso acolchoado e outros cuidados para os visitantes de colo e que estão engatinhando. A atividade propõe uma imersão sensorial em uma floresta imaginária, explorando sons, luzes, texturas, música e elementos naturais. A experiência estimula os sentidos, favorece o desenvolvimento motor e fortalece os vínculos entre bebês e familiares.

Já a visita teatralizada convida o público a conhecer a história e a arquitetura do prédio histórico por meio de personagens de outros tempos, como a chapeleira Annita (que recebeu este nome em homenagem a canção instrumental "Annita", uma polca composta por Chiquinha Gonzaga no final do século XIX) e um caixeiro-viajante, que conduzem os visitantes por uma experiência que conecta presente e passado . As apresentações contam com intérpretes em libras.

A roteirista Daniela Chindler cria roteiros para visitas teatralizadas desde 1997, quando desenvolveu as visitas elaboradas para celebrar o centenário da Academia Brasileira de Letras.

“Atores com figurinos de época são um convite para uma volta ao tempo. Mais do que uma aula de história ao vivo, a proposta é que seja uma experiência de história ao vivo”, afirma Daniela.

Em um trecho do roteiro, a personagem chapeleira Annita apresenta, com humor e crítica social, os costumes e a moda feminina na virada do século XIX para o XX. Ao descrever os vestidos longos, as cinturas marcadas, os acessórios e os chapéus da época, a personagem também questiona as caricaturas que ridicularizavam as mulheres por suas vestimentas, como o “bustle”, usado na parte de trás, debaixo da saia, lembrando uma almofada. Alguns “cartoons”, faziam chacota, comparando as mulheres a besouros e caracóis, provocando uma reflexão sobre a representação feminina e as transformações sociais ao longo do tempo.

Em cartaz até 16 de novembro, a exposição Amazônicas – Poéticas Femininas inspira uma série de atividades educativas que aproximam o público de temas como território, natureza, memória e ancestralidade. Por meio da experimentação, da escuta e da criação artística, as propostas exploram mitos, lendas e narrativas da tradição oral dos povos originários, valorizando diferentes formas de transmitir conhecimentos e imaginar o mundo.

Inspiradas na exposição, as contações de histórias Antes de ser Amazônia, Os Olhos da Floresta e Do Fundo do Rio ao Voo da Mata apresentam diferentes imaginários relacionados à floresta e aos saberes ancestrais, ampliando o diálogo entre as narrativas e as obras da mostra.

A programação também contempla outras contações de histórias relacionados ao patrimônio imaterial,como Histórias para Ver o Invisível e O Menino que Tinha Asas nos Pés — Hermes. Elas conduzem o público por diferentes universos narrativos, despertando a curiosidade e ampliando as possibilidades de contato com a literatura e a diversidade cultural.

Na atividade Hora do Conto, a diversidade de narrativas ganha vida por meio de diferentes recursos cênicos e linguagens artísticas. Cenários, músicas, bonecos e teatro de sombras compõem experiências singulares, estimulando a imaginação, a escuta e o diálogo com diferentes culturas e formas de expressão.

A partir de 13 de novembro, a programação também passa a dialogar com a exposição MEME – O Brasil da Memificação, em cartaz até 2 de dezembro, ampliando as possibilidades de interação entre as atividades educativas, a arte e as manifestações da cultura contemporânea.

Para Daniela Chindler, curadora do projeto, contar histórias é uma prática fundamental para compreender o mundo, compartilhar experiências e preservar a memória coletiva.

“Desde o início dos tempos, somos fabuladores. Criamos narrativas para explicar aquilo que não compreendemos no mundo ao nosso redor: o nascimento do sol, o aparecimento da lua, e o barulho do trovão.  Isso serve também para registrar nossa passagem neste mundo. Através da palavra, a humanidade se inventa, reinventa e estabelece suas relações com o mundo.. Ao incluirmos histórias na programação do museu oferecemos um novo olhar sobre o acervo das exposições e a vida ao nosso redor. Para que a história se desenrole usa-se o faz de conta. Existe melhor forma de viver experiências?”, pontua Daniela Chindler.

Com atividades que articulam diferentes linguagens artísticas, narrativas e experiências sensoriais, o CCBB Educativo – Lugar de Encontros reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e à educação, promovendo encontros entre arte, memória, imaginação e diversidade cultural.


ENCONTROS NA CENA

COM: OBALUFÔNICA

NUANG, caminhos da liberdade

Sábado: 14 de novembro às 16h 

Local: Teatro 2

Baseado no livro homônimo de Janine Rodrigues, o espetáculo musicado "Nuang, caminhos da liberdade" conta a história de Nuang, uma menina que nasce no Reino de Uthando, conectada aos valores do seu povo. O trabalho é construído a partir da estética africana e afro-brasileira das máscaras, narratividade e musicalidade. A jornada de Nuang nos leva a fabular sobre a criação dos primeiros quilombos no Brasil, com o encontro com os povos indígenas. A apresentação conta com intérprete de LIBRAS.


 

ENCONTRO COM EDUCADORES

Enviado separadamente

 

CAMPO DAS ARTES

Rotunda: Segunda, quarta, quinta e sexta

Laboratório – Quando a Matéria Vira Arte - 11h e 15h

Contação – Entra Na História - 12h e 16h

 

Laboratório – Quando a Matéria Vira Arte - 11h e 15h

Quando a Matéria Vira Arte – ATÉ 15/NOVEMBRO

A partir da ideia de releitura, os participantes serão convidados a reconstruir obras de arte usando materiais recicláveis e diversos objetos. Cada participante receberá o contorno de uma obra para criar sua própria composição, explorando materiais como PET, tampinhas, barbantes, papelão, lã, pompons e outros elementos de diferentes texturas.

 

Contação – Entra Na História - 12h e 16h

A chama que iluminou o mundo

Quando o fogo desaparece da Terra, apenas uma pequena brasinha permanece acesa. Inspirada em uma narrativa tradicional do povo Pareci, a contação acompanha a corajosa jornada da ave Juruva, para resgatar essa última chama. Com música, imaginação e participação do público, a atividade convida famílias a conhecerem uma história sobre coragem, coletividade e a riqueza da tradição oral dos povos originários.


O Nome da Fruta

A contação “O Nome da Fruta” leva o público para uma floresta encantada onde as palavras guardam mistérios e a escuta faz toda a diferença. A história acompanha um grupo de animais que parte em uma jornada para descobrir o nome de uma fruta rara, conhecida por renovar o desejo de viver. Em meio a encontros divertidos, desencontros, canções e momentos de humor, a narrativa destaca a importância da memória, da paciência e da troca de saberes. Com interação do público, brincadeiras sonoras e muito ritmo, a contação valoriza a tradição oral e a força das histórias contadas em comunidade, mostrando que aprender com o outro pode transformar caminhos. 

 


Bacurau dorme no chão

Você sabia que Bacurau é uma pássaro que dorme no chão? Nesta história do povo Tukano que habita a região do rio Negro, no Amazonas, vamos contar a história de Bacurau, um homem que se transforma em ave. O CCBB Educativo-Lugar de encontros espera vocês, no campo das artes, onde as famílias poderão conhecer essa e mais histórias do povo brasileiro. 


 

 

VISITA TEATRALIZADA 

Sábados: 13h

Local: Rotunda

Público-alvo: Livre

A visita teatralizada convida o público a conhecer o prédio histórico por meio de personagens como a chapeleira Annita ou o caixeiro-viajante. Durante o percurso, os visitantes entram em contato com aspectos da história do edifício e do cotidiano da cidade do Rio de Janeiro do início do século XX ao final do século XIX.

A atividade integra a programação e utiliza a linguagem do teatro e história para apresentar o patrimônio arquitetônico do CCBB e estabelecer conexões com a exposição Do Sal ao Digital, que aborda a trajetória do dinheiro ao longo do tempo.


VISITAS AGENDADAS

Segunda: 9h30, 10h e 18h

Quarta: 9h30, 10h, 15h e 18h

Quinta e Sexta: 9h30, 10h, 14h, 15h e 18h

Sábado e Domingo: 9h30

E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br


Visita Cognitiva

Domingo: 8h (através de agendamento)

 

 

 Visitas Mediadas com Intérprete em Libras

Quarta: 11h

Sábado: 11h e 14h

 

Visitas Mediadas  

Caminhos da Memória Patrimônio Patrimônio

Segunda, Quarta, Quinta e Sexta, Sábado e Domingo: 12h

 

Visitas Mediadas  


EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS - POÉTICAS FEMININAS

PERÍODO 09/09 a 16/11/2026

Segunda, Quinta e Sexta: 11h, 16h e 18h

Quarta: 11h e 16h

Sábado e Domingo: 10h

 

 

Exposição MEME – O BRASIL DA MEMEFICAÇÃO 

PERÍODO 07/11/2026 a 01/02/2027

a partir de 13/11

Segunda, Quinta e Sexta: 11h e 16h

Sábado: 10h



 

ATELIÊ ABERTO

LABORATÓRIO DE ARTE

Local: Ateliê Aberto do Educativo, 1° andar

Sábados, Domingos e Feriados: 13h e 17h


PALAVRAS RITMADAS

MÚSICA
Classificação: 5 anos

“Palavras Ritmadas”, uma vivência coletiva que une cultura amazônica, ritmo e sustentabilidade. Os participantes serão convidados a explorar palavras e expressões da Amazônia, transformando-as em criações rítmicas com instrumentos feitos de garrafas PET — as vassourinhas — integrados ao estilo musical do carimbó.


PALETA DA FLORESTA   

Exposição: AMAZÔNICAS - Poéticas Femininas
Classificação: 5 anos

A atividade convida o público a explorar as cores, formas e texturas da fauna e flora amazônica por meio da produção de tintas com pigmentos naturais, criando a sua própria pintura. A proposta estimula a criatividade e a conexão com a natureza, refletindo sobre a valorização e a preservação da Amazônia. 


 


ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19 

Exposição: Patrimônio
Classificação: a partir de 7 anos

Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade criativa e lúdica, convidamos as crianças a explorarem fotografias do Brasil do século 19 e reinventarem as narrativas de figuras negras da nossa história. Com projeções de imagens, elas escolherão cenários e personagens para criar histórias únicas, dando nova vida ao passado com imaginação, cor e fantasia.


 

O QUE A LUZ MOSTRA  
Classificação: 9 anos

Laboratório de Cianotipia
Este laboratório, convida o público a experimentar a cianotipia, uma técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens, propondo novas formas de construção da imagem a partir de materiais e processos não convencionais a fim de proporcionar uma experiência sensível de observação, espera e descoberta.


ANTES DE SER OBJETO – Laboratório com Argila    

Classificação: 5 anos

O laboratório ressignifica objetos cotidianos e questiona o que os transforma em arte. Com argila, os participantes criam esculturas que brincam com a lógica e reinventam objetos, explorando como o valor artístico está relacionado ao contexto e às histórias que contamos.  


ISSO NÃO É UMA BANANA – Laboratório luz negra   
Classificação: 5 anos

Na era do dia a dia virtual, a atividade abre uma porta para uma aventura presencial e mágica. Em um piscar de olhos tudo o que está ao nosso redor pode mudar. A experiência acontece em uma sala com instalação de refletores de luz negra. Para enxergamos as cores precisamos de luz. E se a luz muda?  A atividade ‘Isso não é uma banana” é inspirada na obra icônica do artista surrealista belga René Magritte, na tela a pintura de um cachimbo e a frase "ceci n'est pas une pipe" ("isto não é um cachimbo"). É ou não? Magritte diz para nós que a representação de um objeto (a pintura) não é o objeto real em si, desafiando o nosso olhar e a nossa percepção da realidade.  

 

LIVRO VIVO

Local: Ateliê Aberto, 1º andar

Sábados, domingos e feriados: 16h

Classificação: livre

O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições e no Patrimônio do CCBB, vamos conhecer histórias que abordam temas relacionados a vivências coletivas que nos inspiram a ter coragem, força, serenidade e resiliência.


A boca da noite de Cristino Wapichana

Dum e Kupai sobem para o lugar mais perigoso da aldeia para conhecer melhor os segredos do Sol e aprendem ensinamentos e histórias de seu povo.


Kuján e os meninos sabidos de Ailton Krenak e Rita Carelli

Kuján, termo que significa tamanduá na língua krenak, acompanha um grupo de meninos em uma aventura que apresenta saberes, histórias e a relação do povo Krenak com a natureza.


O Dragão do Mar de Sonia Rosa e Anabella López

O livro é uma homenagem a Chico da Matilde que ficou mais conhecido como “O Dragão do Mar” por sua atuação na greve dos jangadeiros no Ceará.



Uma aventura do velho Baobá de Inaldete Pinheiro de Andrade

O baobá nativo das savanas da África decide atravessar o oceano Atlântico para encontrar seus parentes em terras brasileiras. Uma narrativa que apresenta o baobá como símbolo de ancestralidade, memória e resistência da cultura africana.


África que você fala de Claudio Fragatta

Apresenta palavras de origem africana presentes no português brasileiro, mostrando a influência das línguas e culturas africanas no nosso cotidiano.


Talvez você consiga de Imogen Foxell e Anna Cunha

Uma menina decide plantar uma semente no leito de um rio morto há muito tempo, tarefa que parece impossível, e descobre que talvez consiga realizá-la.


Os dengos na moringa de voinha de Ana Fáti 

Uma criança relembra os afetos, histórias e ensinamentos guardados nas memórias de sua avó.


O mundo no Black Power de Tayó de Kiusam de Oliveira

O livro transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza

cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina que se orgulha de ser quem é mesmo lidando com preconceitos. 


Foi vovó que disse de Daniel Mundukuru

Seguindo a tradição indígena de ouvir os mais velhos, uma criança aprende com sua avó histórias, ensinamentos e valores transmitidos de geração em geração.


Da minha janela de Otávio Júnior

Da janela de sua casa, um menino observa e enaltece sua favela e imagina novas possibilidades para sua comunidade.


Zum Zum Zumbi!!! de Sônia Rosa

A história apresenta Zumbi dos Palmares às crianças, destacando sua resistência e sua luta pela liberdade.


A mulher que virou urutau de Olívio Jekupé e Maria Kerexu

livro bilíngue (português e guarani). A obra reconta o conto tradicional guarani sobre a origem do pássaro urutau.


A origem dos números de Majungmul e Ji Won Lee

Uma viagem pelo tempo, explorando as diferentes formas de representação que existiram. maneiras de contar e representar as quantidades.


Amoras de Emicida

A partir da música Amoras, do mesmo autor, o livro conta a importância de nos reconhecermos no mundo e nos orgulharmos de quem somos desde criança.




 EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS – POÉTICAS FEMININAS


Aldeias, palavras e mundos indígenas de Valéria Macedo

Um passeio pelos costumes de quatro povos indígenas diferentes: os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya. (Amazonas)


Depois do ovo, a guerra - Priara Jõ: Um dia na aldeia Panará de Ana Carvalho 

Os Meninos Panará revivem, em uma brincadeira de guerra, a memória de um antigo conflito de seu povo. (Povo Panará território entre Pará e Mato Grosso.)


Histórias da minha terra de Daniela Chindler 

Reúne histórias e memórias de moradores de Canaã dos Carajás, no Pará. (Pará-Canaã dos Carajás.)


Sinfonia da Amazônia de Lalau e Laurabeatriz 

Uma viagem poética pela fauna, flora e paisagens da Amazônia. (Amazônia - relação geral)


Tapajós - Uma aventura nas águas da Amazônia de Fernando Vilela 

Duas crianças e sua tartaruga percorrem o cotidiano ribeirinho às margens dos rios Amazonas e Tapajós. (Pará — região do rio Tapajós.)


Não quero ser índio de Mayra Sigwalt e Tai 

O livro questiona os estereótipos sobre ser indígena a partir de uma atividade escolar vivida por um menino. O diálogo dele com sua mãe passa por temas sobre identidade, família e respeito. (a ilustradora Tai é originária de Mairí/Belém.)


Olhos de jaguar de Yaguarê Yamã 

Utilizando palavras em maraguá, apresentando ensinamentos, seres encantados e a relação dos povos maraguá com a floresta. (Amazonas.)


 



HORA DO CONTO

Local: Ateliê Aberto do Educativo, 1° andar

Histórias de Memória: dias 14 e 28/11/2026

Sábados, domingos e feriados: 14h

Público-alvo: livre


Temática Patrimônio imaterial

 

 O menino que tinha asas nos pés - HERMES

Tempo de duração: 30 min

Público-alvo: livre

Pensada para diferentes formas de percepção e mobilidade, a atividade utiliza recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Ao longo do percurso, o público explora cenários inspirados na arquitetura do CCBB, acompanha as aventuras do mensageiro dos deuses e participa de uma experiência sensorial, coletiva e inclusiva.


O Vapor Encantado e a Pescadora de Histórias

Tempo de duração: 30 min

A narrativa acompanha Santa Rita Pescadeira, guardiã das águas, encantada do Jarê, religião de matriz africana.Santa Rita Pescadeira percorre os caminhos dos rios recolhendo histórias, cantigas e afetos.


Como surgiu a noite

Tempo de duração: 30-40 min

Público-alvo: livre

Essa é uma história da tradição amazônica que nos transporta para o tempo em que a noite ainda não existia. Dois jovens partem em busca de um mistério guardado nas águas e encontram os “encantados”: seres que habitam rios, florestas e o imaginário dos povos do Norte. Inspirada na oralidade e nos saberes ancestrais da região, a narrativa convida o público a mergulhar em um universo onde natureza e memória se entrelaçam, revelando a força das histórias que formam o patrimônio cultural brasileiro.



Entre sonhos e visões

Tempo de duração: 30 min

Público-alvo: livre

Inspirado em contos tradicionais do Oriente, O Sonho de Ismar narra a jornada de um homem simples que, movido por um sonho, abandona sua rotina em busca de um tesouro que acredita estar destinado a ele. Entre desertos, desafios e encontros inesperados, Ismar descobre que a verdadeira riqueza pode estar onde menos se espera. A história convida o público a refletir sobre coragem e a observar a própria realidade com outros olhos. Assim, revelando que a maior viagem pode ser aquela que nos conduz de volta a nós mesmos.


Histórias pra ver o invisível

Tempo de duração: 30-40 min

Público-alvo: livre

“Histórias Invisíveis” reúne narrativas tradicionais de diferentes culturas que desafiam a lógica e despertam a imaginação. Entre elas estão as divertidas histórias de Nasrudin, sábio do Oriente Médio, e o clássico “A Roupa Nova do Rei”, de Hans Christian Andersen, autor dinamarquês de literatura infantil. Com humor e fantasia, a contação convida o público a refletir sobre o comportamento humano e a enxergar além das aparências


O Que tem Dentro da Panela

Tempo de duração: 30 min

Público-alvo: livre

Esta contação é inspirada na memória de Leide, mais conhecida como Irmã e cozinheira do lixão de Jardim Gramacho. Uma cozinheira é também uma artista dos alimentos e Irmã fazia sua arte com os ingredientes que chegavam ao local. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.


EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS - POÉTICAS FEMININAS

Antes de ser Amazônia

Tempo de duração: 40 min

Público-alvo: livre

“Antes de ser Amazônia” é uma contação de histórias que percorre rios, tempos e mundos para apresentar narrativas dos povos originários, como os Iny (Karajá) e as guerreiras icamiabas. Entre rios que se transformam em caminhos, músicas, tecidos e objetos que despertam a imaginação, a atividade propõe reflexões sobre liberdade, território, identidade e memória, questionando quem tem o direito de contar e nomear uma história. 


 

 Do fundo do rio ao vôo da mata

Tempo de duração: 40 min

Público-alvo: livre

“Do fundo do rio ao voo da mata” é uma contação de histórias que mostra um pouquinho da riqueza da cultura indigena através de duas lendas muito intrigantes. Quem é esse peixe que coloca medo nos pescadores? Quem é esse pássaro que confunde os caçadores? Talvez haja algo em comum entre o Japim Mágico e o Peixe Gigante da Amazônia.


Um mistério mora na mata

Tempo de duração: 30 min

Público-alvo: livre

Uma contação de histórias divertida e interativa acompanha um caçador em uma aventura pela Amazônia em busca de uma criatura misteriosa e gigantesca. Entre humor, fantasia e trocadilhos, ele encontra uma feiticeira e ao lado do público, descobre que os mistérios da floresta podem ser mais reais — e perigosos — do que imaginava.


Os olhos da floresta

Tempo de duração: 30 min

Público-alvo: livre

A contação apresenta uma narrativa tradicional do povo Sateré-Mawé, originário do Médio Amazonas e associado à origem do guaraná. Entre afetos e mistérios, a história valoriza a vida em comunidade e a relação com a floresta, destacando a natureza como parte dos saberes e da memória desse povo.

 

 

 

 


 PEQUENOS EXPLORADORES

Local: Biblioteca, 5° andar

Sábados e feriados: 11h

Classificação: 3 a 6 anos

Crianças e seus acompanhantes serão convidados a conhecerem o prédio e a história do CCBB de um modo diferente. Para estimular essa vivência, preparamos um roteiro onde cada espaço visitado guarda um segredo.

A viagem começa no quinto andar, onde os participantes buscam na biblioteca uma importante pista que permite acessarem orientações para outras etapas sucessivas, envolvendo bilhetes, baús e mapas, numa verdadeira caça aos segredos do CCBB.

 

 

PEQUENAS MÃOS

Local: Laboratório de artes, 1° andar

Sábados e feriados: 15h

O quarto de Luiza

Classificação: 3 a 7 anos

Duração: 30-40 minutos

Inspirada na poesia Pequena Luiza, de Daniela Chindler, a atividade busca transformar o espaço a partir de objetos abstratos e formas oníricas. Relacionando a ideia de sonho com a curiosidade infantil, a atividade trabalha a construção simbólica da infância através da transformação de objetos simples, partindo de dinâmicas cênicas com luz e sombra. 

 

PEQUENÍSSIMAS MÃOS

Local: Ateliê Aberto do Educativo, 1° andar

Domingos: 15h

Entre Notas e Bichos 

Classificação: 2 a 3 anos

Duração: 25 minutos 

A atividade propõe uma experiência sensível e educativa a partir de uma contação de história sobre animais brasileiros presentes nas notas de dinheiro. A narrativa aborda, de forma acessível, a relação entre esses animais e a preservação ambiental, destacando que muitos deles estão em risco na natureza. Durante a atividade, as crianças participam ativamente da organização do espaço, compreendendo, na prática, o cuidado com o ambiente como um gesto coletivo.

 

LAB BÊBES

Local: Ateliê Aberto do Educativo, 1° andar

Domingos: 11h

Natureza Mãe

Classificação: 6 meses a 2 anos

Duração: 25 minutos 

Voltada para bebês e seus responsáveis, Natureza Mãe transforma o ambiente em uma floresta imersiva, com sons, luzes, texturas, música e elementos naturais. A experiência acompanha os ciclos de amanhecer, crepúsculo e noite, explorando elementos como água, ar, terra e fogo.



Sobre o CCBB Educativo – Lugar de Encontros

O CCBB Educativo – Lugar de Encontros parte da ideia de que o conhecimento é construído coletivamente, por meio da convivência, da escuta, do diálogo e da troca de experiências. Mais do que apresentar conteúdos, o programa busca criar espaços de encontros entre pessoas, saberes e diferentes formas de expressão, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão e sensibilização. Voltado para públicos diversos, promove o acesso estético, artístico e cultural à programação do CCBB, estimulando a participação ativa, o pensamento crítico e a produção compartilhada de conhecimento, sempre pautados pelos valores da democracia, da pluralidade de ideias, da inclusão e do respeito às diferenças.


“CCBB Educativo - Lugar de Encontros” é realizado pela Davar Projetos Culturais e oferece visitas mediadas, laboratório de artes, contação de histórias, mediação de leitura, vivências para crianças pequenas, encontro com professores e apresentações em datas comemorativas. As atividades são voltadas para todos os públicos, inteiramente gratuitas em um programa de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil.

 

Sobre o CCBB RJ  

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.

 

SERVIÇO

CCBB Educativo – Lugar de Encontros

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças)  

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – 1º andar
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)
Telefone: (21) 3808-2070
E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br
Classificação indicativa: Livre
Mais informações: bb.com.br/cultura
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Para mais informações sobre os dias e horários de todas as atividades, consulte o site bb.com.br/cultura









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