[Crítica] A pequena Amélie
Sinopse:
A Pequena Amélie é uma potente história sobre o poder de cura do afeto. Amélie é uma menina belga que nasceu num estado vegetativo e, por isso, acredita que sua condição é divina, tornando-a uma deusa. No seu aniversário de dois anos, um terremoto faz com ela saia desse estado inerte e se mova livremente pelo mundo. Ao provar chocolate pela primeira vez, Amélie também é confrontada com um senso de curiosidade único. Percebendo que o mundo externo é repleto de novidades e coisas para conhecer, Amélie parte numa aventura para explorar o máximo do universo que ela consegue. Nesse meio tempo, ela desenvolve um forte laço com a governanta da família Nishio-San, descobrindo as maravilhas da natureza e a verdade por trás da vida idílica que sua família estrangeira vive no Japão pós-guerra.
O quê eu achei?
Amélie é a caçula dos três filhos de uma família belga que se mudou para o Japão pós-guerra devido ao trabalho do pai diplomata.
Eles(a mãe, Danielle, o pai, Patrick, os irmãos mais velhos André e Jeanette) vivem numa propriedade alugada por Kashima-San, uma senhora japonesa austera traumatizada pela guerra que aconteceu 30 anos atrás.
Quando Amélie nasce, os médicos disseram que ela era um vegetal-condição que ela teve até os dois anos, quando um súbito terremoto a fez começar a andar e falar.
Os pais contratam Nishio-San, uma jovem governanta que é como se fosse uma segunda mãe para a menina e lhe ensina preciosas lições sobre o mundo.
É uma das animações mais tocantes dos últimos tempos, com um belíssimo visual que traduz uma garota explorando o mundo e descobrindo sobre perda, tradições, identidade(afinal, ela é belga ou japonesa?) e revela um olhar sutil sobre a percepção da vida de Amélie.
Indicado-merecidamente- ao Oscar de Melhor Animação 2026.
Estreia nos cinemas nacionais com distribuição da Mares Filmes dia 12 de março- bem a tempo do Oscar, que será no domingo, dia 15.
Trailer:



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