30 junho 2017

[TAG] Mostre sua estante


Olarr pessoas! Em proposta da Aliança de Blogueiros - RJ, hoje trago as estantes do pessoal do blog para vocês conhecerem. A minha (Julio) é essa acima. Ela possui seis níveis — dois deles escondidos para baixo da foto, pois tá tudo bagunçado com a coleção de marcadores que eu não tenho a menor pretensão de arrumar tão cedo hahaha!

Como vocês podem ver (se não eu já to contando, vomo se acalmar), até certa parte ela é organizada por sobrenome de autor. Só os últimos dois nichos que estão bagunçados, pois primeiro vem uma mistura de livros que estão emprestados comigo com novas aquisições e em seguida os livros que eu estava lendo no momento e leituras próximas. E não, não fui que arrumei, levo jeito zero para isso! Uma super amiga minha cursa Biblioteconomia e é a louca da arrumação, então um dia ela veio aqui em casa e arrumou para mim como o completo anjo que é aquele ser humano. 

E é isso gente! Fiquem agora com a estante do resto do pessoal e espero que gostem. ♥


Estante da May.


Estante do Irlan.


Estante da Clara. 


Estante da Maisa. 

Postado por Julio Gabriel (obvio né, falei até dizer chega haha!) 

[Crítica Teatral] Festival Tango Y Vino

Inspirado pela bem-sucedida experiência do Festival Vinho e Jazz, realizado em junho de 2016, no Teatro do Bourbon Country, a Opus Promoções e a Branco Produções lançam três novos festivais. Em junho, a harmonização será entre Tango y Vino. Em agosto, entre Vinho e Jazz e, em outubro, Whiskey & Blues. Os festivais passarão por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, sempre com três atrações musicais em cada edição.
Entre os músicos confirmados estão nomes como Marcelo Rey, cantor do espetáculo Esquina Carlos Gardel, considerado um dos maiores nomes do tango argentino da atualidade e a cantora Soledad Flores, integrante dos Quintetos Alto Tango e Carla Algeri, que realiza apresentações na Argentina e Colômbia. Além do espetáculo Real Tango, que se apresenta pela primeira vez no Brasil, com toda energia, vitalidade, classe e sensualidade do estilo musical.
Nesta sexta, dia 23 o Rio de Janeiro ficou um pouco mais "hermoso" com a presença do festival Tango y Vino, trazendo o melhor do tango para uma apresentação única em nossa cidade maravilhosa.

Tive o prazer de acompanhar de perto essa experiência única, que aconteceu no Teatro Bradesco e venho agora contar para vocês o que achei.

Logo de inicio fomos apresentados por Marcelo Rey, um dos maiores cantores de tango da atualidade, chegando ao palco com seu violão em uma versão acústica de um belo tango. Foi incrível ver o domínio do instrumento aliado a sua belíssima voz e incrível presença de palco. Pouco a pouco o espetáculo foi ganhando outras nuances, primeiro com a presença de uma belíssima orquestra com cinco musicas e depois fomos agraciados com Soledad Flores, mais conhecida como La Porteña Negra, que ao lado de Marcelo fez um dueto de fazer qualquer um perder o folego.

Após o fim do primeiro ato fomos dar uma olhada na degustação de vinhos, que estavam sendo vendidos. Isso fez com que a noite ganhasse um toque ainda mais argentino.

Voltando ao espetáculo, agora além da orquestra, Soledad e Marcelo, tivemos também três casais de bailarinos nos fazendo viajar a cada passo que davam.

No fim saímos mais do que agradecidos por termos sido presenteados com essa linda cultura latina, que infelizmente não se sabe quando estará de volta.
Escrito por Michel Uchiha

[Resenha] The Underground Railroad: Os caminhos para a liberdade

Cora é uma jovem escrava em uma plantação de algodão na Georgia. A vida é infernal para todos os escravos, mas especialmente terrível para Cora. Uma pária até entre outros africanos, ela está chegando à maturidade, que a tornará vítima de dores ainda maiores. Quando um recém-chegado da Virgínia, Caesar, revela uma rota de fuga chamada, a ferrovia subterrânea, ambos decidem escapar de seus algozes. Mas nada sai como planejado. Cora e Caesar sabem que estão sendo caçados: a qualquer momento podem ser levados de volta a uma existência terrível sem liberdade.
O que eu achei?
Inicialmente, o que me chamou a atenção para esse livro encontra-se na capa, porém não é o título ou mesmo o autor, mas sim seu prêmio: o Pulitzer. Até então já li dois livros que o receberam: A visita cruel do tempo, da Jennifer Egan, e Toda luz que não podemos ver, do Anthony Doerr (esse apenas em tese, pois não me lembro de oficialmente terminá-lo); e até agora não me decepcionei em nenhuma das ocasiões. Então tomei por “regra” que esse seria um prêmio confiável, pois o que não falta por aí é blurb genérico que diz qualquer coisa para empregar valor sem real mérito. E posso dizer que minha relação Pulitzeriana continua firme e forte, talvez até mais.

Historicamente, a “ferrovia subterrânea” era na verdade uma rede de pessoas, abolicionistas, que ajudavam escravos a se libertarem de seus proprietários. Auxiliavam na travessia de lugares onde o conflito racial era mais intensificado, garantiam-lhes abrigo em suas propriedades e demais formas de manter sua segurança, mesmo que temporária. Sendo assim, Colson pega essa premissa e transforma numa verdadeira ferrovia, com sua linha passando pelo principais estados escravagistas. Uma linha férrea que ninguém sabe factualmente quem a escavou, apenas que sua existência é de vital importância à vida negra.

Cada um desses estados serve como uma personificação do manifesto opressor americano. De forma que, ao desembarcar em cada um deles, Cora depara-se com realidades completamente diferentes, pequenos universos paralelos entre si. Fugindo da fazenda de algodão na Georgia, onde viveu toda a sua curta e excruciante vida, ela passará por um estado utopicamente acolhedor, onde o negro é tido como igual, porém a verdade encontra-se mais a fundo; o seguinte será então uma espécie de regime ariano, os negros considerados uma raça indigna até mesmo de ser utilizada como mão de obra escrava e serão caçados e assassinados brutalmente como bestas impuras; e assim sucessivamente. Logo, cada uma das localidades é como pegar uma pequena fatia da escravidão e elevá-la ao máximo, mostrando o rastro sanguinário que a América carrega em seu legado com um toque de realismo mágico que amarra a história de forma incrível.

Em consequência disso, ao longo de sua jornada pelo território americano, diversas mãos serão a oferecidas em prol de sua sobrevivência. A começar por Caesar, quem incita-lhe os pensamentos de fuga, de seguir os passos de sua mãe, uma das poucas pessoas que já conseguiu fugir da fazenda de algodão dos Randall. E, na medida em que seguem em frente, muitos outros possuem forte influência na história, porém existem duas figuras que retomam constantemente a assombrar Cora: sua mãe, Mabel, e o maior caçador de escravos da época, Ridgeway. Cora se ressente por Mabel tê-la deixado para trás em sua escapada e certa ambiguidade sustenta-se ao longo de toda a narrativa: a história de sua mãe, e em consequência a de sua avó, fornecem-na forças para seguir em frente, ao mesmo tempo em que teria tornado sua vida muito mais fácil se a tivesse levado junto. Já Ridgeway, que não conseguiu capturar Mabel quando recentemente fugida, toma a prisão de Cora como seu objetivo de vida, em forma de vingar-se cosmicamente de sua mãe.

Cora é uma personagem extremamente real e complexa. O que mais mexeu comigo durante a leitura é como a sua persistência em sobreviver parte não só dela mesma, mas também em memória de quem a abrigou ou ajudou de alguma forma. Sendo assim, é muito mais um senso de responsabilidade que sobrevivência propriamente dita. Cora torna-se um símbolo para si e aos outros, como aquela capaz de quebrar o ciclo do homem branco, prevalecendo acima de qualquer intempérie que surja no seu caminho, mesmo que as perdas amontoem-se umas nas outras.

Colson traz em sua escrita um retrato escravista que me surpreendeu muito. A forma como narra as barbáries sofridas pelo povo africano — como se fosse algo comum, corriqueiro até, pois essa era a verdade na época — choca muito mais que um filme sobre o mesmo assunto, em que as imagens gráficas de sofrimento são artifícios para promover a óbvia rejeição do espectador. Possui, sim, o claro intuito de chocar o leitor, pois são atrocidades inimagináveis as passadas pelos personagens (reais e fictícios), porém cumprem seu papel com esmero justamente por não impor o que o leitor deve sentir ao lê-las. Em contrapartida, as questões existenciais são também um grande ponto do livro e estão sempre nas minúcias do que está sendo dito. Cada mínima conquista de Cora resulta em um aperto tão forte no peito pela percepção da miséria que era deliberadamente permitida em um tempo não tão longe do nosso. E que permitiu que suas ondas sofressem lapidações além do tempo para que reverberassem resquícios nos dias de hoje, comumente desvalorizadas pela cultura branca que ainda impera sobre as demais.

The Underground Railroad é, portanto, um retrato mordaz e brutal — como deve ser — dos tempos de ouro do regime escravista. Entre as andanças de Cora, o autor insere também capítulos centrados em personagens cujas ações modificam seu percurso, formando uma imagem onde em que sabemos todos os lados da história e o resultado é maravilhoso. Um livro que realmente merece a hype que tem recebido desde o ano passado. Ao terminá-lo a única coisa minimamente racional que me passava pela cabeça era começar tudo de novo, mesmo que se fizesse necessário encarar toda a carga de sentimentos que as palavras nele impressas me causaram logo de primeira. Com certeza um dos melhores livros do ano até então.


Escrito por Julio Gabriel

29 junho 2017

[Nerds & Geeks] Representatividade nas HQs

Ontem, dia 28 de junho, foi o Dia do Orgulho LGBT. Não sou LGBT mas apoio todas as formas de amor.Em homenagem à data, decidi fazer um post sobre personagens que simbolizam a representatividade nas histórias em quadrinhos da Marvel e da DC.
Já faz um tempo que ambas têm incluído personagens diversificados nas suas histórias. Alguns fans mais radicais se sente incomodados com essa variedade, ainda mais quando ela toca alguns personagens aclamados mas é importante ter personagens que representem as minorias como negros, mulheres, gays, trans, etc.

   

O Estrela Polar foi o primeiro herói a sair do armário. Publicado pela Marvel, Jean-Paul Beaubier era um esquiado profissional canadense que foi convidado a fazer parte da equipe Tropa Alfa . Ele já se relacionou com alguns outros heróis, como o Colossus, o Homem de Gelo e até pelo Hércules mas acabou se casando com Kyle na revista Astonishing X-Men 51. Estrela Polar já foi líder dos X-Men.

   Questão
A personagem Reneé Montoya foi inicialmente criada para a série Batman: Animated Series, como uma detetive da polícia de Gotham, na seção de Unidades de Crimes Especiais. Consequentemente, ela estava sempre em contato com o Cavaleiro das Trevas. Quando a homossexualidade dela veio à tona, as vendas da revista caíram um pouco. Reneé acabou saindo da polícia devido à vários problemas com policiais corruptos e fez amizade com Vic Sage, identidade secreta do vigilante Questão. Eles combateram o crime juntos por alguns meses e Sage acaba revelando que tem câncer terminal. Depois que ele morre, ela assume a identidade do Questão.

                                  Danielle Baptiste
     

    A editora Top Cow, não é conhecida aqui no Brasil mas nos EUA é bem famosa, especialmente pela Witchblade, uma manopla poderosíssima ( me lembrou até das Jóias do Infinito do Thanos) que foi criada pelas forças primordiais do universo, masculina e feminina. Ela escolhe apenas mulheres como hospedeiras. Sara Pezzini, uma policial, foi a hospedeira pelo maior período de tempo mas quando engravida, descobre que poderia temporariamente transferir o poder da manopla para outra mulher. A escolhida foi Danielle Baptiste, uma jovem dançarina de Nova Orleans.que sonha com o artefato, vai dar uma caminhada e encontra a manopla durante uma visita a um antiquário. Sara entrega o poder a ela e Danielle empunha o poder por um tempo. Danielle é uma lésbica assumida.

 
                        Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço
 

    Criada pela cartunista brasileira Germana Viana, Lizzie Bordello é a capitã do navio,cozinheira,  uma aventureira à la Robin Hood, pós-punk e educada na Escola de Phoddice para Moças de Cyber Cureide. Suas companheiras são Deus (sim, o nome é esse) melhor atiradora do quarteto, ex-criança prodígio, fã de Pam Grier e de filmes pornôs no geral; Fran, a especialista em comunicação, nerd assumida, mãe e fã de Tramsbrebous e a mais nova membro da gangue, Lambretinha, a hacker da turma, especialista em tecnologia.Juntas, elas vagam pelo espaço tendo várias aventuras. E há insinuações de romance lésbico entre Lizzie e Deus. Uma mistura bem louca de Star Trek com Doctor Who e Guia do Mochileiro das Galáxias.

                                                    Coagula


   Kate Godwin, o nome verdadeiro de Coagula, era uma prostituta transexual dos anos 90 relativamente normal até ter relações com um homem chamado Rebis, que era o segundo Homem-Negativo da Patrulha do Destino (grupo de super-heróis da DC) e adquiriu o poder de coagular qualquer líquido e liquefazer qualquer objeto sólido. Ela tenta entrar para a Liga da Justiça mas é recusada;eles alegam que não saberiam lidar com os poderes dela mas a verdade é que não saberiam lidar com uma mulher tão poderosa quanto ela. Kate é uma mulher transgênera, fez a cirurgia para mudar de sexo e é lésbica, se relaciona com homens apenas para ter seu sustento.Ela acaba entrando para a Patrulha do Destino. A Liga a recusou por ser trans, mesmo sendo tão poderosa a ponto de ser capaz de derrotar um super-vilão que eles estavam tendo dificuldade em lidar. Para mostrar como a transfobia existe.
A criadora de Coagula é uma professora de inglês chamada Rachel Pollack e também é uma mulher trans. Ela escreve ficção científica, é especialista em cabala e tarô e ensina na New York State University.

 Tendo visto todas essas personagens, podemos concluir que a representatividade das minorias é importante para empoderar as pessoas, dar a elas esperanças e sonhos. Defender a igualdade, pois todos somos seres humanos e temos direito ao devido respeito.Se uma pessoa afirmar algo do tipo ´´quadrinhos com gays são desncessários ou modinha´´ é uma forma de descaso à diferença não apenas no mundo imaginário das HQs mas também á vida real. Como disse um certo filósofo: ficção e realidade tem suas fronteiras muito tênues e em um determinado momento, se tornam um só.O confronto de um personagem torna-se a luta de um grupo. A ideia de protagonistas é essencial para expandir o progresso e propagar a aceitação dos grupos.

 Outros tipos de representatividade nos quadrinhos incluem negros, como o Pantera Negra e etnias, como a Miss Marvel, Kamala Khan, islâmica,  filha de imigrantes paquistaneses.


   


[Crítica] Meu Malvado Favorito 3

Nos anos 1980, Balthazar Bratt fazia muito sucesso através de sua série de TV, onde interpretava um vilão chamado EvilBratt. Entretanto, o tempo passou, ele cresceu, a voz mudou e a fama se foi. Com a série cancelada, Balthazar tornou-se uma pessoa vingativa que, nas décadas seguintes, planejou seu retorno triunfal como vingança. Gru e Lucy são chamados para enfrentá-lo logo em sua reaparição, mas acabam sendo demitidos por não terem conseguido capturá-lo. Gru então descobre que possui um irmão gêmeo, Dru, e parte com a família para encontrá-lo no país em que vive.
O que eu achei?
Mais um filme desta franquia chega aos cinemas esta semana e como é de costume sempre rola aquela desconfiança com relação ao filme, afinal em seu quarto filme, se contarmos com o filme solo dos amados minions, seria bem fácil perder a mão e errar muito no roteiro e cair na mesmice como todos outros filmes de sequencia já fizeram, porém posso adiantar que este definitivamente não é o caso, Meu malvado favorito 3 mostra que sabe se reinventar e que ainda há história para contar.

No filme, Gru, agora casado com Luci, divide seu tempo entre cuidar das meninas e combater os vilões, sem perder o seu jeito único e mega atrapalhado, é claro, e justamente por isso, acaba perdendo seu emprego na Agencia de combate a Vilões e se sente um fracassado, ao mesmo tempo em que descobre a existência de seu irmão gêmeo Dru, um cara rico, herdeiro de uma criação de porcos e com um cabelo incrível, mais um ponto para o sentimento de fracasso de Gru.

Enquanto Gru descobre um pouco mais suas origens e fica tentado a voltar a vilania, Luci enfrenta um desafio ainda maior: o de ser mãe. Ela ainda está muito insegura sobre como agir com as meninas, colocar limites e falar de assunto sério não é com ela, mas aos poucos ela vai entender que o mais importante é o amor envolvido entre elas.

Outro personagem novo é Balthazar Bratt, o jovem astro dos anos 80 que fez sucesso ao interpretar o vilão de uma série, interpretou tão bem que acredita até hoje ser um menino mal e assiste todos os episódios da série em busca de um plano para sua vilania perfeita, sem tirar suas ombreiras, com seu cabelo beeem ao estilo dos tempos da brilhantina e com todo o gingado da dança da década.

Mais uma vez vamos ao cinema nos encantar com os doidinhos minions, que estão mais engraçados do que nunca e saímos com aquele quentinho no coração. O filme não traz só a comédia para as crianças mas também fala de como o amor é importante para o mundo, não importa de onde ele vem, ele é capaz de mover montanhas, tudo isso é passado de forma tão leve e absurdamente divertida que nem sentimos o tempo passar enquanto assistimos e eu espero muito ver mais filmes dessa franquia incrível.

Trailer:



28 junho 2017

[Quotes] Hannibal

Talvez um dos serial-killers mais famosos e cativantes da literatura e do cinema, o Dr. Hannibal Lecter é, sem duvida, o mais brilhante deles – e igualmente assustador. No terceiro livro da trilogia de Thomas Harris, “Hannibal”, mostra um Hannibal muito mais complexo e envolvente.

Por esse livro ser tão marcante, separamos algumas das melhores passagens do livro.




01. “Um axioma de Washington, provado mais vezes do que o Teorema de Pitágoras, declara que, na presença de oxigênio, um peido alto com um culpado obvio cobrirá muitas emissões pequenas na mesma sala, desde que sejam praticamente simultâneas.”

02. “Para o que você olha enquanto está tomando uma decisão? A nossa cultura é reflexiva, nós não erguemos os olhos para os morros. Na maior parte das vezes decidimos as coisas críticas olhando para o chão de linóleo de um corredor institucional, ou sussurrando às pressas numa sala de espera com uma televisão alardeando absurdos.”

03. “A exposição de Instrumentos de Tortura Atrozes não podia deixar de atrair um conhecedor do que há de pior na humanidade. Mas a essência do pior, a verdadeira assa-fétida do espírito humano, não é encontrada na Donzela de Ferro ou na lâmina afiada; a Feiura Básica é encontrada nos rostos da multidão.”

04. “A morte e o perigo não precisam vir com armadilhas. Elas podem chegar no hálito doce de seu amado.”

05. “Nós delegamos um momento para a decisão, para dignificar o processo como o resultado de um pensamento racional e consciente. Mas as decisões são feitas de sentimentos amalgamados; frequentemente eles são mais um amontoado do que uma soma.”

06. “Como você se comporta quando sabe que as honras convencionais não passam de lixo? Quando passa a acreditar, junto a Marco Aurélio, que a opinião de futuras gerações não valerá mais do que a atual? Nesse caso será possível se comportar bem? Será desejável se comportar bem?”


[Resenha] Procura-se meu melhor amigo

A incrível jornada de um cão perdido e da família que o trouxe de volta para casa! Outubro de 1998, Virgínia, nos Estados Unidos. Fielding Marshall estava fazendo uma trilha nas montanhas Apalaches da Virgínia quando seu cão, um golden retriever de seis anos chamado Gonker, desapareceu. O pior de tudo Gonker sofria da doença de Addison, e por isso, precisava receber injeções de tempo em tempo. O relógio estava correndo: Fielding sabia que se não o encontrasse, seu cachorro morreria. Durante semanas, a família Marshall fez seu melhor para manter a esperança viva enquanto buscavam por Gonker- mãe, pai e filho faziam de tudo para buscar seu bicho de estimação. Gonker estava doente. Gonker estava perdido, Gonker tinha que ser encontrado. A história de Gonker é bem familiar.É uma história sobre dever e morte, sobre a maneira como nosso passado molda o presente, e também sobre a maneira como, em momentos de crise, abraçamos fervorosamente nossos papéis mais importantes.Trata-se de uma história sobre responsabilidade, doença, abuso, gerações de uma mesma família e o poder do amor.
O que eu achei?
Não tenho muita experiência com livros de cachorro, esse foi o segundo que li na vida, o primeiro foi o tremendo sucesso Marley e eu. Mas, diferentemente, do Marley, esse não é um livro sobre a vida de um cachorro e sim, sobre a jornada para encontrá-lo depois que ele se perdeu durante uma trilha nas montanhas Apalache, na Virgínia.

Já nas primeiras páginas, Pauls Toutonghi (nome curioso, um americano filho de um egípcio com uma letã)começa contando a história da matriarca da família Marshall, Ginny (o nome é Virginia mas ela e carinhosamente chamada de Ginny) que tinha um Akita de estimação quando criança e conta toda a trajetória da família Marshall, até ela casar com John (irmão de Pauls) ter seus filhos Fielding e Peyton,um casal. Após a morte súbita de sua filha bebê durante uma cirurgia no coração, os Marshall adotaram Gonker, um filhote de golden retriever.

Como todo filhote de golden, Gonker era muito enérgico e brincalhão. Mas depois de um tempo, a família desconfiou que havia algo errado e fizeram alguns testes. Descobriram que ele sofria da Doença de Addison, uma insuficiência das glândulas suprarrenais e Fielding optou pelo tratamento com injeção. Era necessário tomar injeções a cada 33 dias ou Gonker poderia ter convulsões e morrer.

Um belo dia, durante a primavera de 1998, enquanto dono e cachorro faziam uma trilha nas montanhas Apalaces, Gonker se afastou e se perdeu. A partir daí,a família Marshall começou uma verdadeira operação para resgatar seu amado golden. Anúncios foram colocados em jornais e postes, Ginny telefonou para várias estações de rádios, entidades protetoras dos animais, polícia, igrejas, etc. Tudo para aumentar as chances de encontrar um animal em um território de 11.000 quilômetros quadrados.Foi emocionante ver tantas pessoas, de diferentes comunidades, se empenhando para encontrar um animal perdido. Gonker foi achado a 178 km de onde fora visto pela última vez.

O que eu mais curti nesse livro foi a quantidade de relatos que o autor inclui na narrativa. Seja incluindo fatos históricos, como a da região ou histórias em família, o estilo de Toutonghi é uma delícia de se ler. Adorei e indico para qualquer amante de animais.


27 junho 2017

[News] Lançamentos de Junho e Julho da editora Gutenberg



Minha vida fora de série - Quarta temporada, de Paula Pimenta:
Após um traumático término de namoro, Rodrigo e Priscila seguem seus caminhos separadamente. Enquanto ela parte rumo à Nova York para tentar uma nova vida, Rodrigo quer esquecer tudo que passou e viaja para o Canadá, onde encontra os irmãos. Mas algumas lembranças são difíceis de apagar, e deixá-las para trás é muito mais complicado do que ele poderia imaginar. Será que novos amores teriam o poder de curar seu coração? Ou ele precisa confrontar de vez o passado para finalmente se libertar? Descubra nesta nova e emocionante temporada de Minha vida fora de série.


As sobreviventes, de Riley Sager:
Há dez anos, a estudante universitária Quincy Carpenter viajou com seus melhores amigos e retornou sozinha, foi a única sobrevivente de um crime terrível. Num piscar de olhos, ela se viu pertencendo a um grupo do qual ninguém quer fazer parte: um grupo de garotas sobreviventes com histórias similares. Lisa, que perdeu nove amigas esfaqueadas na universidade; Sam, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava; e agora Quincy, que correu sangrando pelos bosques para escapar do homem a quem ela se refere apenas como Ele. As três jovens se esforçam para afastar seus pesadelos, e, com isso, permanecem longe uma da outra; apesar das tentativas da mídia, elas nunca se encontraram.
Um bloqueio na memória de Quincy não permite que ela se lembre dos acontecimentos daquela noite, e por causa disso a jovem seguiu em frente: é uma blogueira culinária de sucesso, tem um namorado amoroso e mantém uma forte amizade com Coop, o policial que salvou sua vida naquela noite. Até que um dia, Lisa, a primeira sobrevivente, é encontrada morta na banheira de sua casa com os pulsos cortados; e Sam, a outra garota, surge na porta de Quincy determinada a fazê-la reviver o passado, o que provocará consequências cada vez mais assustadoras. O que Sam realmente procura na história de vida de Quincy?
Quando novos detalhes sobre a morte de Lisa vem à tona, Quincy percebe que precisa se lembrar do que aconteceu naquela noite traumática se quiser as respostas para as verdades e mentiras de Sam, esquivar-se da polícia e dos repórteres insaciáveis. Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria. 
Herói nas Highlands, de Suzanne Enoch:
Canhões, tiros, cavalarias, armas. O Major Gabriel Forrester adora um combate e não foi à toa que recebeu o título de “Fera de Buçaco” depois de ganhar uma batalha em Portugal. Sem saber se estará vivo no dia seguinte, nunca se importou com nada além de proteger seus aliados e a si mesmo… Até que a notícia inesperada de se tornar o Duque de Lattimer e dono de uma imensa propriedade nas Highlands escocesas muda tudo o que ele achava já estar traçado para seu futuro.
Em sua nova posição, a luta de Gabriel será conquistar a confiança de uma vila de escoceses nem um pouco amistosos, que não estão nada satisfeitos com o fato de ter como duque um antigo soldado inglês. Como se não bastasse, as terras ainda são administradas por uma mulher de língua afiada e corpo perfeito, que parece ser tanto sua salvação quanto sua ruína – e ele está disposto a descobrir em qual das duas categorias ela se encaixa.
Com a ameaça de uma maldição nas terras em que nenhum inglês é bem-vindo, o novo duque encontra mais obstáculos do que imaginava. De todas as guerras que já lutou, essa aparenta ser a mais difícil. Afinal, é fácil eliminar inimigos; mas o que fazer quando o objetivo é fazer deles seus aliados?
Minha Lady Jane, de Cynthia Hand, Brodi Ashdown e Jodi Meadows:
Inglaterra, século XVI, dinastia Tudor. O jovem Rei Eduardo VI está à beira da morte e o destino do país é incerto. Para evitar que o poder caia em mãos erradas (leia-se: nas mãos de Maria Sangrenta), Eduardo é persuadido por seu conselheiro a nomear Lady Jane Grey, sua prima e melhor amiga, como a legítima sucessora
Aos 16 anos, Jane está em um relacionamento muito sério com seus livros até ser surpreendida pela trágica notícia de que terá de se casar com um completo estranho que (ninguém lembrou de contar para ela) tem um talento muito especial: a habilidade de se transformar em cavalo. E, pior ainda, descobre que está prestes a se tornar a nova Rainha da Inglaterra!
Arrastada para o centro de um conflito político, Jane suspeita de que sua coroação na verdade esconde um grande plano conspiratório para usurpar o trono. Agora, ela precisa definitivamente manter a cabeça no lugar se… bem, se não quiser literalmente perder a cabeça.
Um rei relutante, uma rainha-relâmpago ainda mais relutante e um nobre (e) garanhão puro-sangue que não se conformam com o destino que lhes foi reservado; uma história apaixonante, envolvente, cativante, sedutora… e mais uma porção de sinônimos que só Lady Jane seria capaz de listar. Tudo com uma leve semelhança com os fatos históricos.

Minha estrela favorita, de Susan Elizabeth Philips:
Aquele era um bom dia para ser Cooper Graham. Aliás, todos os dias eram. Afinal, para o ex-quarterback do famoso time Chicago Stars a vida é como um jogo do Super Bowl e ele é sempre o vencedor. Acostumado com a fama e com o assédio dos fãs, Cooper sabe identificar muito bem quando algum admirador está passando dos limites – e não gosta nem um pouco quando começa a ver um rosto familiar em todos os lugares aonde vai.
Piper Dove é uma mulher de fibra guiada por um sonho: reerguer a empresa de investigações de sua família e se tornar a melhor detetive de Chicago. E a sorte parece estar do seu lado quando ela recebe uma missão (im)possível: seguir a estrela do futebol americano Cooper Graham. Ela só não esperava que sua sorte duraria tão pouco…
Cooper não fica nada feliz quando descobre que está sendo espionado, e Piper, para escapar de um processo, começa a trabalhar para ele a contragosto. Mas quando descobre que a vida de Graham pode estar em perigo, Piper se vê diante do que pode ser o grande caso de sua carreira e decide que vai protegê-lo, quer ele queira, quer não.
Agora duas pessoas que não admitem a derrota são escaladas para o mesmo time. O único problema: elas não sabem jogar em equipe e vão desafiar os limites um do outro para conseguir o que desejam. E para isso vale usar todas as armas, inclusive a sedução.

Os guardiões - A caixa mágica e a libélula, de Ted Sanders:
Quando Horace F. Andrews vê pela janela do ônibus uma placa na rua com seu próprio nome, tudo muda. A placa o leva a um lugar no subsolo chamado Morada das Respostas, um armazém escondido, cheio de objetos misteriosos. O que é esse lugar tão curioso? Quem são essas pessoas estranhas e enigmáticas, que confiam a ele um presente raro e extremamente poderoso? E o que ele deve fazer com isso?
Horace descobre rapidamente que as coisas do mundo não são como parecem. O homem sinistro e esquelético que espreita em todas as esquinas, a descoberta de suas novas habilidades e seus encontros com Chloe – uma garota que tem um talento impressionante – levam Horace por um caminho que o coloca no meio de um conflito existente há séculos.
A jornada de Horace e Chloe os leva às profundezas de um lugar onde cada decisão que tomarem pode ter consequências desastrosas. E mais importante que isso, ela conecta Horace à Caixa das Promessas e a um futuro que ele jamais imaginaria ser possível. Com uma mistura de ficção científica, fantasia e muita ação, Ted Sanders cria um mundo onde tudo é muito mais do que parece ser e onde a amizade e a lealdade são os maiores poderes.

Últimas palavras, de Philippe Nassif:
De Sócrates a Proust. De Leonardo da Vinci a Kurt Cobain. De Jesus Cristo a Jane Austen. Descubra o que as mais renomadas figuras da História disseram antes de seu último suspiro. Um brevíssimo resumo de toda uma trajetória de vida e seu caráter se reflete nas derradeiras palavras ditas por alguém prestes a embarcar em sua última viagem. As 78 citações reunidas neste livro revelam medo, esperança, humor negro, surpresa, reverência ou simplesmente uma brilhante idiotice, deixando um memorável adeus. Últimas palavras é um delicioso obituário literário; o legado final de mentes excepcionais e de grandes personalidades que “saíram da vida para entrar na história”.

Submissa, de Maya Banks:
Uma nova série que vai mexer com você da cabeça aos pés. Poder, sedução, dinheiro, submissão, dominação, dor e prazer… Nesse jogo que está prestes a começar, o amor não entra nas regras. Será que você está preparada?
Evangeline nunca soube o que é viver no luxo, pois sempre teve que trabalhar duro para ajudar os pais e conseguir sobreviver em Nova York. Típica garota do interior, sente-se deslocada em meio à metrópole e percebe que ingenuidade e sinceridade, que sempre foram suas características mais marcantes, são vistas como defeitos pelos nova-iorquinos e, principalmente, por seu ex-namorado que a seduziu e a abandonou.

Drake Donovan é um magnata do entretenimento e um dos milionários mais cobiçados do mundo. Ele e seus “irmãos” ergueram um império em Nova York, e o seu maior empreendimento é a badaladíssima Impulse, a casa noturna mais exclusiva da cidade. Acostumado a ter todos na palma da mão, Drake sente seu inabalável mundo balançar quando vê uma jovem com ar angelical e inocente perdida em sua boate. Quem era aquela garota? Ele não tem ideia, mas de uma coisa tem certeza: ela será dele!

Incentivada pelas amigas, ir sozinha à Impulse parece o plano perfeito para Evangeline se vingar do ex-namorado canalha. Mas o que está prestes a acontecer vai mudar sua vida para sempre. Uma proposta… Uma tentadora oportunidade de ter tudo aquilo que nem em sonhos ela imaginaria possível. O preço? Submissão total e completa.

Uma sombra na escuridão, de Robert Bryndza:
Em uma noite de verão, a Detetive Erika Foster é convocada para trabalhar em uma cena de homicídio. A vítima: um médico encontrado sufocado na cama. Seus pulsos estão presos e através de um saco plástico transparente amarrado firmemente sobre sua cabeça é possível ver seus olhos arregalados.
Poucos dias depois, outro cadáver é encontrado, assassinado exatamente nas mesmas circunstâncias. As vítimas são sempre homens solteiros, bem-sucedidos e, pelo que tudo indica, há algo misterioso em suas vidas. Mas, afinal, qual é o segredo desses homens? Qual é a ligação entre as vítimas e o assassino?
Erika e sua equipe se aprofundam na investigação e descobrem um serial killer calculista que persegue seus alvos até achar o momento certo para atacá-los.
Agora, Erika Foster fará de tudo para deter aquela sombra e evitar mais vítimas, mesmo que isso signifique arriscar sua carreira e também sua própria vida.

O poder 80-20-como aplicar as leis da Natureza em sua vida em sua vida e nos negócios, de Richard Koch:
Você tem a impressão de que mesmo fazendo tudo do jeito certo não obtém os resultados esperados? Quantas vezes sentiu que precisava mudar o rumo da sua carreira, mas teve medo de arriscar? Ou apostou alto em um projeto certeiro e só teve prejuízos? Quantas vezes questionou se a cooperação seria melhor do que a competição? Ou ficou na dúvida entre seguir sua intuição ou analisar friamente uma situação?
Esqueça todas as fórmulas e teorias ultrapassadas que tentam te en – sinar a ser bem-sucedido. Tudo o que você precisa está ao seu redor, e Richard Koch te mostrará como desvendar os segredos da Ciência do Sucesso para solucionar todos esses dilemas.
Neste terceiro livro, Koch reúne e explora as mais poderosas Leis da Natureza, mostrando como os grandes gênios da humanidade desen – volveram as teorias que até hoje guiam a vida em sociedade, revelando como VOCÊ pode tirar proveito de cada uma delas para construir uma carreira sólida e um negócio próspero.
Darwin, Gause, Newton, Einstein, Adam Smith, entre outros grandes pensadores serão seus aliados, provando na prática que a ciência pode ser aplicada tanto nos negócios quanto na vida.

Amor para um escocês, de Sarah McLean:
Lillian Hargrove viveu sozinha por anos, reclusa, ansiando por amor e companhia. Desiludida de que todos os seus sonhos pudessem um dia se tornar realidade, a mais bela jovem da Inglaterra se envolve com um artista libertino e mentiroso, que promete amá-la para sempre e implora para que ela pose como sua musa para um escandaloso retrato.
Encantada pelo carinho e pela admiração que recebe dele, Lily aceita a proposta e se entrega de corpo e alma ao homem mais falso de Londres, mas fica exposta para toda a Sociedade, tornando-se motivo de piada e vergonha.
A jovem, entretanto, não esperava que um bruto escocês, recentemente intitulado Duque de Warnick e nomeado seu guardião, atravessasse a fronteira da Inglaterra para impedir que a ruína a alcançasse.
Warnick chega em Londres com um único objetivo: casar sua protegida – que é bonita demais –, transferindo o problema para outra pessoa, e, em seguida, voltar à sua vida tranquila na Escócia, longe daquele lugar odioso que é Londres.
O plano parece perfeito, até Lily declarar que só se casaria por amor, e o duque escocês perceber que, aparentemente, há algo naquele país que ele realmente gosta…

A história do futuro de Glory O´Brien:
O fim do ensino médio é uma época de possibilidades infinitas – mas não para Glory O’Brien, uma jovem norte-americana que não tem nenhum plano para o futuro. Sua mãe cometeu suicídio quando Glory tinha apenas 4 anos, e ela nunca parou de se perguntar se seguiria o mesmo caminho… Até que numa noite transformadora ela começa a experimentar um novo e surpreendente poder que lhe permite enxergar o passado e o futuro das pessoas.
De antepassados a muitas gerações futuras, a jovem é bombardeada com visões – e o que ela vê pela frente é aterrorizante: um novo líder tirânico toma o poder e levanta um exército. Os direitos das mulheres desaparecem. Uma violenta segunda guerra civil explode. Jovens garotas somem diariamente, vendidas ou confinadas em campos de concentração.
Sem saber o que fazer, Glory decide registrar todas as suas visões, na esperança de que a sua História do Futuro sirva de alerta e evite o que vem por aí.
Mas será que as pessoas vão acreditar nela? Será que estarão dispostas a fazer o que é necessário para impedir a concretização daquele destino medonho?
Nesta obra-prima sobre feminismo, liberdade e escolhas, A. S. King mais uma vez nos brinda com seu realismo fantástico para contar a história de uma garota que tenta lidar com uma perda devastadora.


[Crítica] Ao cair da noite

Paul (Joel Edgerton) mora com sua esposa e o filho numa casa solitária e misteriosa, mas segura, até que chega uma família desesperada procurando refúgio. Aos poucos a paranóia e desconfiança vão aumentando e Paul vai fazer de tudo para proteger sua família contra algo que vem aterrorizando todos.                                                                                                                                                                                                                             
O que eu achei?
Quando uma misteriosa doença assola a população, Paul (Joel Edgerton, o Brendan Conlon de Guerreiro) se muda com sua esposa Sarah (Carmen Ejogo, a Seraphina Picquery de Animais Fantásticos e onde habitam) e seu filho Travis (Kelvin Harrison Jr) para uma cabana no meio do nada. Quando o pai de Sarah, Bud, contrai a doença , eles o matam, queimam e enterram seu corpo em uma vala no quintal. Na noite seguinte, eles capturam um intruso entrando na casa. Paul o amarra em uma árvore e o deixa lá da noite para o dia para saber se ele está infectado. O estranho diz que seu nome é Will (Christopher Abbot, o Charlie de Girls) e afirma que não sabia que a casa era habitada pois estava toda fechada, com tábuas nas janelas e que ele estava apenas procurando água fresca para ele, sua esposa e seu filho pequeno. Will oferece trocar um pouco dos seus suprimentos de comida por água. Sarah sugere convidar Will para morar com eles porque quanto mais pessoas tiverem com eles, seria mais fácil se defender se alguém descobrisse a localização deles. Paul concorda e acompanha Will para buscar sua família. No caminho são atacados por dois homens. Paul consegue matá-los e acusa Will de ter armado uma emboscada mas ele se defende e diz que lutou contra eles. Paul acredita nele mas continua desconfiado.

Alguns dias depois Paul volta à cabana com Will, sua esposa, Kim (Riley Keough,a Capable de Mad Max e neta de Elvis Presley) e seu filho Andrew (Griffin Robert Faulkner,de Law and Order). Paul estabelece as regras: manter a única porta sempre trancada e ir ao banheiro (localizado fora da casa) de noite o mínimo possível, aos que os novos moradores concordam. As famílias começam a conviver em harmonia e se aproximam cada vez mais. Uma noite, o cachorro de Travis, Stanley, começa a latir para alguma coisa na floresta. Ele o segue na floresta até os latidos de Stanley pararem. Paul e Will correm o buscam e insistem para Travis voltar pois Stanley conhece o caminho de volta para casa. Naquela noite, Will parece contradizer a história que tinha contado a seu anfitrião mais cedo em relação ao que ele e Kim estavam fazendo antes de encontrar a casa abandonada.

Mais tarde, Travis acorda após um pesadelo com seu avô e vê seu corpo coberto com pústulas, como se estivesse infectado. Após se dar conta, de que era apenas uma ilusão, ele encontra Andrew dormindo no chão do quarto de seu avô Bud e suspeita que ele esteja infectado.

O filme tem uma boa premissa e tenta construir um drama psicológico, utilizando técnicas características do gênero como uma atmosfera assustadora (o filme´é bem escuro) um mistérios que nunca é explicado por completo (em momento algum, é dada uma explicação sobre a infecção que eles podem contrair) e uma trilha sonora minimalista. O resultado é um filme meio confuso. Acho que era uma boa premissa que não foi explorada da maneira correta. O final que deixa margem para interpretação também contribuiu para eu achá-lo fraco.

Uma curiosidade: O bode Charlie, que fez o Black Philip no elogiado ´´A bruxa´´(2015) faz uma rápida aparição como um dos animais da família de Paul.


26 junho 2017

[Sorteio] Escolha seu romance!

Para você que A-M-A livros com uma pitadinha de R-O-M-A-N-C-E, eis sua chance de se aventurar numa nova história de amor... 

Cinco fan pages se juntaram para presentear << cinco românticos incuráveis >>. E o melhor, você escolhe seu romance! 


Leia atentamente o REGULAMENTO do #sorteio para entender todas as regras.

Como funcionará?
2. Compartilhar publicamente a imagem do sorteio;
3. Marque 3 amigos;
4. Confirme sua participação pelo link: 
5. Residir em território nacional (Brasil).

6. Siga o twitter @viagensdepapel e RT a frase da promoção:
<< Eu quero “ganhar um dos títulos da #promoção “ESCOLHA SEU ROMANCE!” https://goo.gl/forms/S09nU8mmO329Y4ms1>>

Obs.: A promoção “ESCOLHA SEU ROMANCE!” Tem início dia 24/06/2017 e o sorteio será realizado no dia 15/07/2017. A escolha do título é conforme a ordem do sorteio, cada fan page é responsável pelo envio do receptivo prêmio cedido. Alguns vão com mimos junto! \o/

Atenção!
A cada RT o formulário poderá ser preenchido novamente, mas terá que compartilhar novamente a imagem oficial da promoção no mural do seu facebook.

Boa sorte!