31 maio 2017

[News] Trailer de Depois Daquela Montanha


Um dos melhores livros de 2016 ganhou adaptação pros cinemas protagonizada por Kate Winslet e Idris Elba, e divulgou hoje esse trailer que veio para abalar minhas estruturas. Confiram a minha resenha do livro AQUI



[Resenha] O Andarilho das Sombras

No romance O Andarilho das Sombras, primeiro volume da série Tempos de Sangue, Eduardo Kasse conta uma história instigante de como escolhas e uma promessa maliciosa criaram um grande mal. Para salvar a vida de quem amava, Harold Stonecross sacrificou sua alma em um jogo de poder entre deuses decadentes e se tornou um demônio em busca de sangue.Nesta fantasia sombria, entre lendas esquecidas, dogmas e mitos, Harold narra passagens de sua longa existência, repletas de conexões com tempos imemoriais, enquanto caminha pelas ruelas escuras e imundas da Europa da Idade das Trevas. Sedutor e fatal, Harold fez do mundo o seu palco. Em sua atuação, a História escrita pelos homens confunde-se com as histórias de terror contadas pelos mais velhos. Nobres, sacerdotes, homens comuns, não importa: sempre haverá um rastro de sangue após as cortinas baixarem.
O que eu achei?
O Andarilho das Sombras, primeiro livro da Série Tempos de Sangue de Eduardo Kasse, conta uma história instigante de como as escolhas, os caminhos tortuosos e uma maliciosa promessa criaram um grande mal. Harold Stonecross, protagonista do livro, é carismático, sedutor e fatal. Sempre envolto em mistérios enquanto caminha pelas ruelas escuras e imundas das cidades e vilas medievais da Inglaterra, Irlanda e França dos séculos XI e XII.

Tomei conhecimento da saga de Eduardo Kasse quando fui visitar o estande da editora Draco durante a Comic-Con de 2016. Era o último dia do evento e eu já estava cansada quando resolvi olhar o estande da editora que eu ainda não havia lido nenhum livro. Estava olhando os títulos sem compromisso quando um homem me perguntou se poderia me ajudar e perguntou se podia apresentar a série de livros dele. Se apresentou como Eduardo Kasse e me mostrou o primeiro volume de sua série Tempos de Sangue: O Andarilho das Sombras, que narra a história de Harold Stonecross, um inglês do século XIII que troca sua alma para salvar uma mulher que amava. Em troca, recebe uma bênção e uma maldição ao mesmo tempo: é transformado em vampiro. Ele vaga ao redor de toda a Grã-Bretanha e no caminho encontra aliados e inimigos, perigos inimagináveis e vai observando em primeira mão os avanços sócio-econômicos, políticos e tecnológicos que a Europa passa, desde pragas e guerras, até invenções científicas.

O maior trunfo da história é justamente esse:a reconstrução de fatos históricos. São recriados com a maior fidelidade possível. Cenários, golpes de luta, o modo como Harold analisa suas vítimas, tudo é descrito de modo que o leitor imagine a história como se a estivesse observando-a como uma testemunha ocular.

As quase quatrocentas páginas passam num piscar de olhos, de tão fascinante que é o mundo construído por Eduardo Kasse.  São 5 livros no total: O Andarilho das Sombras, Deuses Esquecidos, Guerras Eternas, O despertar da fúria e Ruínas na Alvorada. A série ainda conta com alguns contos que podem ser comprado em ebook: O último Sol poente, A caverna de Zakynthos, A menina que se alimentava de dor, O Beijo de Rudra, Sobre guerras e deuses e Ao som de uma canção de amor você sangrava. Recomendo todos. Juntamente com Eduardo Spohr, Kasse faz parte da leva de escritores nacionais de fantasia dignos de menção.



30 maio 2017

[Crítica] Mulher Maravilha

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.                
O que eu achei?
Confesso que no meio de toda a animação para ver Diana Prince nas telonas, tinha uma pitada de receio, pois li em algum lugar que, assim com o filme em questão, suas possíveis sequências seriam todas históricas. Sendo assim minha cabeça foi direto a Capitão América – O Primeiro Vingador (eu sei que é da Marvel, se acalma), outro filme que se passa durante a Segunda Guerra Mundial, logo bateu aquela preocupação de que o resultado fosse algo parecido vezes o infinito. Se isso é verdade não sei dizer, mas o que posso é: não importa; se qualquer continuação manter-se ao nível ou superá-lo, com certeza teremos um futuro muito próspero no universo DC, independente da linha temporal. 

O que já era difícil após Batman Vs Superman torna-se praticamente impossível: não há mais como não relacionar a imagem da Mulher Maravilha a Gal Gadot, que continua estonteante no papel. Quanto à origem da personagem, é utilizada do universo dos Novos 52 da DC Comics, onde sua mãe deitou-se com Zeus, o deus dos deuses, e assim deu a luz à semideusa Diana. Ao longo do filme é feita tentativa de desmentir essa origem, desfocá-la para outra também possível, mas no fim é restaurada sua concreticidade. 



O ponto alto do filme — sem deixar de lado os quesitos de storytelling e visuais do filme — é, sem sombra de dúvida, o emprego de diversos questionamentos de excruciante relevância a um filme de super-heroína, tipo de filme este que é considerado apenas para o público. Mas Mulher Maravilha é muito mais que isso. Como Diana nunca havia posto os pés fora de Temiscira, sua terra natal, ao ser levada por Steve Trevor (Chris Pine) ao “mundo dos homens”, sua visão relativamente inocente traz à tona questões não só feministas, como já eram de se esperar dada a predominância (incrível) do poder feminino, mas também sexuais (sua tia, Antíope [Robin Wright de House of Cards], possui um romance com outra mulher) e até mesmo humanitárias, com Diana enfatizando o quanto era desumano as nações deixarem seus soldados definharem nos fronts de batalha.

Embora o romance de Diana e Steve seja legal, gostosinho de acompanhar, o mais importante é que Diana não o permite rebaixá-la a alguém que precisa de proteção. Por só haverem mulheres em Temiscira, as Amazonas não sofreram a opressão histórica da figura masculina, logo os veem como iguais e não superiores. Desse modo, os costumes de Diana tanto culminam em cenas engraçadíssimas de “falta de modos” numa sociedade conservadora quanto uma crítica às donzelas em perigo, fazendo até mesmo um paralelo à figura do par romântico coadjuvante, que agora é um homem.



Uma única reclamação que posso fazer, mas que não afeta muito do desenvolvimento do filme, é a falta de ligação com os demais filmes do universo, já existentes ou que virão. Mulher Maravilha é algo único e totalmente centrado em si mesmo, sem permitir grandes influências externas se não uma pequena cena ao início do filme. Então digo logo: não, não tem nenhuma cena pós-créditos. O que, particularmente, considero uma oportunidade perdida, pois depois de um filme tão grandioso e especial em tantos sentidos, um link para a Liga da Justiça seria fechar com chave de ouro.

Muito se duvidou que do que Patty Jenkins, diretora do filme, poderia fazer com a história de Diana — houve inclusive rumores que seu trabalho deixava muito a desejar e acabaria como um fracasso a mais na conta da DC Comics —, porém, com efeitos visuais incríveis (exceto pelo 3D, que não serve de muita coisa), o humor necessário para quebrar o clima sombrio proposto pelos filmes anteriores da produtora e uma protagonista que não deve nada a ninguém, muito menos a seus companheiros de Liga, posso dizer, e todos os demais presentes que bateram palmas comigo após o término da sessão vão concordar, que Mulher Maravilha é o ápice da DC até o momento.

Trailer: 


Postado por Julio Gabriel

29 maio 2017

[Crítica Musical] Lemonade - Beyoncé


Vulnerável, honesta, volátil, empoderada, íntima... Inúmeros são os adjetivos que se pode usar para definir Beyoncé em seu mais recente álbum, o trabalho áudio-visual 'Lemonade", mas acredito que HUMANA seja o mais adequado para esse álbum.

Munida de toda sinceridade, Beyoncé expôs feridas acerca do tema "traição" - que a maioria prefere esconder -, criando uma linha emocional onde cada faixa representa um sentimento, evoluindo gradativamente do momento da suspeita até o perdão.

Nesse álbum, a parte visual mais uma vez é explorada ao máximo, com vídeos mais complexos do que o álbum-visual anterior, e repletos de referências culturais e simbolismos. Cada faixa possui um vídeo, e antes de cada vídeo há uma espécie de interlúdio onde a própria cantora narra uma pequena introdução à atmosfera da música.

À primeira vista, pode-se acreditar que o trabalho é mais um compilado de canções sobre "ele me traiu, estou triste, vamos terminar", mas olhando com cuidado, vemos que é muito mais do que isso. Beyoncé aparece frágil e vulnerável, sim - quem não ficaria? Contudo, jamais perde a força, sendo sempre dona de si, sem se curvar ou calar, disposta a experimentar toda a dor sem se deixar derrubar, expondo sem medo suas desconfianças. Temos uma trajetória de empoderamento, dor e perdão, onde a mulher se coloca firme sem se deixar abater. Acredito que, pela primeira vez, vemos várias facetas da personalidade da Beyoncé sendo explorada, longe das mãos do pop comercial. Até xingamentos e palavrões são cantados em algumas faixas - que, para quem acompanha a cantora, é algo raríssimo de ouvir em suas músicas.


Rememorando lembranças familiares - e também buscando na família, força, conselho, compreensão - e culturais, além de um manifesto ao poder feminino, LEMONADE é, ainda, um manifesto em favor a cultura negra, à mulher negra - o empoderamento da mulher negra indo contra os padrões da sociedade. Não é a toa que o album se chama LEMONADE (alusão ao tempo da escravidão onde os escravos bebiam limonada pensando que esta poderia deixa-los branco).

Do ponto de vista da produção e conteúdo, o álbum é extremamente inovador e - me atrevo a dizer - épico no meio pop, mas, apesar de utilizar de vários samples antigos - tanto musicais para as faixas, quanto audios para os vídeos, como o trecho de um discurso de Malcom X -, a parte musical não me pareceu tão inovadora. Sonoramente, teve altos e baixos, mas manteve-se linear em comparação ao lançamento anterior. Contudo, é fato que o pop comercial/mainstream foi deixado de lado mais uma vez, tornando-o mais maduro.

Ainda assim, o poder e a força que esse álbum tem é absolutamente inegável.

"Eu tive meus altos e baixos, mas eu sempre encontro minha força interior para me acalmar. Me serviram limões, mas eu fiz limonada."
- Hattie White (avó de Beyoncé)


TRACKLIST:
01. Pray You Catch Me
03. Hold Up
03. Don't Hurt Yourself (feat. Jack White)
04. Sorry
05. 6 Inch (feat. The Weeknd)
06. Daddy Lessons
07. Love Drought
08. Sandcastles
09. Forward (feat. James Blake)
10. Freedom (feat. Kendrick Lamar)
11. All Night
12. Formation


[Resenha] O Pistoleiro

Este livro é o primeiro dos sete volumes de série A Torre Negra, obra mais ambiciosa do escritor Stephen King. 'O Pistoleiro' apresenta ao leitor o fascinante personagem de Roland Deschain, último descendente do clã de Gilead, e derradeiro representante de uma linhagem de implacáveis pistoleiros desaparecida desde que o Mundo Médio onde viviam 'seguiu adiante'. Para evitar a completa destruição desse mundo já vazio e moribundo, Roland precisa alcançar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e todo o espaço, e verdadeira obsessão para Roland, seu Cálice Sagrado, sua única razão de viver. O pistoleiro acredita que um misterioso personagem, a quem se refere como o homem de preto, conhece e pode revelar segredos capazes de ajudá-lo em sua busca pela Torre Negra, e por isso o persegue sem descanso. Pelo caminho, encontra pessoas que pertencem a seu ka-tet - ou seja, cujo destino está irremediavelmente ligado ao seu. Entre eles estão Alice, uma mulher que Roland encontra na desolada cidade de Tull, e Jake Chambers, um menino que foi transportado para o mundo de Roland depois de morrer em circunstâncias trágicas na Nova York de 1977. Mas o pistoleiro não conseguirá chegar sozinho ao fim da jornada que lhe foi predestinada. Na verdade, sua aventura se estenderá para outros mundos muito além do Mundo Médio, levando-o a realidades que ele jamais sonhara existir. Inteiramente revista pelo autor, esta primeira edição brasileira de 'O Pistoleiro' traz também prefácio e introdução inéditos de King.
O que eu achei?
De todos os livros do King que já li — que não são muitos, porém todos devidamente adorados — esse é com certeza o mais estranho. O que mais parece sustentar-se pelas entrelinhas, mesmo que elas não estejam tecnicamente presentes neste livro, pois O Pistoleiro tanto pode ser considerado o primeiro livro como o livro “zero”, servindo mais como introdução ao mundo d’A Torre Negra que o início da história propriamente dita. 

Nesse livro, mesmo que muito breve e nebulosamente, somos apresentados a Roland, o último Pistoleiro de Gilead, em sua busca pela almejada Torre Negra, onde, por seu caminho, depara-se com o Homem de Preto que, de forma ainda não especificada, tem seu ka (algo como o destino, um tipo de plano maior) ligado ao de Roland. E é basicamente isso. Acompanharemos o caminho de Roland até estar frente a frente com o Homem de Preto, passando por lugares exóticos onde encontrará personagens tão enigmáticos, ou mais até, que ele mesmo, sobrepondo as camadas de confusão que esse livro possui, como Jake: um menino de que morreu no “nosso mundo” numa Nova York em meados dos anos 70’ e misteriosamente foi levado ao mundo da Torre Negra, tendo seu ka integrado ao de Roland, cuja influência para a história foi tão complexa que temo não ter entendido completamente. Nosso mundo entre aspas, pois é deixada no ar a coexistência de mundos paralelos ao que os personagens habitam, possuindo, inclusive, um diálogo entre Roland e o Homem de Preto muito parecido à cena de Doutor Estranho em que anciã mostra a Stephen a infinita possibilidade de universos, é o mesmo bug na mente.

Durante a leitura senti como se não estivesse realmente em sintonia com o que estava acontecendo, porém mais pra frente tornou-se evidente que O Pistoleiro apenas roça esse universo que, tecnicamente, nem começou ainda e já é tão complexo de entender. Contudo, talvez tenha sido por essa complexidade que o livro me manteve tão preso e entretido, mesmo que muito perdido. Toda sua loucura, referências à cultura pop da época (como diversas menções à Na Na Na Naaaaaa, Hey Jude) e contextualizações incompletas, mostrando apenas pequenos trechos da história dos personagens sem que permitisse a formação de um plano maior, serviram pra deixar-me confabulando e teorizando sobre cada frase lida; cada diálogo me parecia algo importante e me demorei deliciosamente nessa leitura tentando extrair o máximo possível de informações a serem complementadas nos livros seguintes. 

Uma coisa que adoro — e gosto de retomar em todas as resenhas de seus livros onde isso é abordado — é a relação do King com seus livros e como ele, sempre que possível (o que, aparentemente, é sempre mesmo), gosta de passar como foi tanto o processo de escrita quanto como ele se sentia na época em que escreveu determinado livro. Esse livro contém uma introdução e um prefácio escritos pelo mesmo, onde conta como foi a construção de toda A Torre Negra, considerado “o romance popular mais longo da história” dividido em sete tomos, que levou lá seus trinta anos para ser finalizada (e todos nós achando que George R. R. Martin fazia as pessoas sofrerem, imagina agora que teve gente que morreu sem saber o fim dessa história e sinta-se consolado) e isso me é tão precioso quanto o livro em si. 

Ele é tanto inspiração quanto um próprio mistério ambulante, em que sua história está fragmentada por todos os seus livros. Claro que isso é algo genérico, passível de ser considerado a qualquer autor, mas com o King é algo muito pessoal, algo que me impele a pedir mais e nunca sentir-me saciado com a forma como ele demonstra muito intensamente não só amor por livros, mas para seus próprios livros especialmente, o que, de certa forma, torna até mesmo livros não tão bons em queridinhos pelo apreço passado pelo autor. 

Sendo assim, O Pistoleiro não chega a ser um livro maravilhoso. Suspeito até que o próprio King sabe disso e não era de sua intenção que fosse, mas sim aguçar (ou desesperar, sendo bem sincero) o leitor a continuar lendo; tanto que, de acordo o que é dito por pessoas que já leram série inteira, a história só toma forma concreta à partir do segundo livro, A Escolha dos Três. É confuso, fora de ordem e não para pra te situar em coisas que fazem pouco sentido, e por isso mesmo planta vontade incessante de continuar lendo os demais. Engraçado como algum tempo atrás estar lendo a famigeradíssima Torre Negra fosse uma realidade tão distante de mim e agora a inversão de tais papéis seja ainda mais estarrecedora.

Postado por Julio Gabriel

28 maio 2017

[Crítica-Z-A cidade perdida

A incrível história real do explorador britânico Percy Fawcett (Charlie Hunnam), que viaja para a Amazônia no século XX e descobre evidências de uma civilização avançada desconhecida que pode ter habitado a região.Depois de ter sido ridicularizado pelo corpo científico que considera as populações indígenas como ´´selvagens´´, Fawcett está determinado a retornar à sua amada selva e provar seu caso.                                                                                                                                                                                                     

O que eu achei?
Charlie Hunnam é mais conhecido por ter protagonizado a série Sons of Anarchy e por ter interpretado Rei Arthur na nova adaptação de Jon Favreau da lenda.Agora, ele encarna Percy Fawcett, um explorador britânico que desbravou a floresta amazônica no início do século passado.


A história começa na Irlanda em 1905 quando Percy e outros oficiais do exército inglês estão participando de uma caçada de alces. Logo depois, ele é convocado a uma reunião da Sociedade Real Geográfica em Londres. Quando chega lá, é informado pelos membros que os governos boliviano e brasileiro estão entrando em conflito pela disputa da região fronteiriça e pediram ao governo britânico para servir de árbitro e determinar qual área pertence a cada país. Fawcett se voluntaria para fazer parte da expedição de busca para ajudar a restaurar a honra de sua família (o porquê do nome dele ter sido desonrado não é mencionado mas dá a entender de que fora algo que seu pai fizera), deixa sua esposa e seu filho Jack e no navio para a América do Sul, Fawcett conhece Henry Costin (Robert Pattinson),que conhece a floresta e lhe algumas orientações. Quando chegam em Manaus, encontram o Barão de Gondoriz, que é dono de uma plantação de borracha e recebe os membros da expedição lá. Fawcett é apresentado a Arthur Manley (Edward Ashley) que o aconselha a não se aventurar na selva sozinho mas Fawcett não lhe dá ouvidos e mesmo tendo que enfrentar perigos como piranhas e cobras, com a ajuda de um guia índio,ele acha restos de cerâmica que podem indicar a presença de uma civilização avançada.

Confiante de seu sucesso, Percy retorna à Inglaterra e tenta convencer a Sociedade de seu êxito e da existência da cidade perdida de Z mas é ridicularizado.Sua esposa, Nina (Sienna Miller) teve o segundo filho,Brian. Ele conhece James Murray (Matthew McFadyen) que concorda em financiar a segunda expedição à Amazônia.

O que achei de mais interessante nessa adaptação (sim, é uma história verídica!)do livro de David Grann, ´´The lost city of Z:A Tale of Deadly Obsession in the Amazon´´ (em tradução livre, A cidade perdida de Z:uma história de obsessão fatal)foi que ela não é um daqueles filmes cheios de ação e efeitos especiais mas sim uma história da jornada de um homem e seu destino, um explorador que ansiava por aventura e por descobrir tesouros nunca vistos em terras nunca antes desbravadas. O final ambíguo é justo, afinal ninguém sabe o que realmente aconteceu com Percy.

Trailer:


27 maio 2017

[Crítica] Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar

O capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar.                                                                                                                                                                                           
O que eu achei?
Assistir Piratas do Caribe e falar sobre Jack Sparrow e sua turma é realmente chover no molhado para mim, mas vamos lá... Todos os famosos ingredientes que tornam a franquia engraçada e ao mesmo tempo Cool continuam ali presente. Vou escrever de forma bem sucinta minha opinião e desviar os spoilers, então simbora!


Logo na primeira cena fui lembrada da enorme dimensão que é um filme Disney: muita ação e aventura. Conhecemos o filho de Will (Orlando Bloom), Henry (Brendon Thwaites), que é trancafiado num navio. Em seguida Capitão Salazar (Javier Bardem) saqueia o navio e deixa Henry vivo para contar a Sparrow que ele quer vingança.

E como fã desta saga e de Johnny Depp fiquei ansiosa para vê-lo em cena, mas não demorou muito para surgir Jack Sparrow, que está tentando roubar um cofre e, como tudo pode dar errado e dará, nesse meio, Depp incorporará seu lado cômico e mais uma vez impressiona na sua sagacidade em me encantar.

Somos logo apresentados a Karina (Kaya Scodelario), uma moça que está sendo acusada de bruxaria e que por um acaso do destino encontrará Sparrow. Jack, Karina e Henry se unem para caçar um Tridente. Baseado num mapa eles seguem em busca daquilo que pode desfazer todos os encantos. Durante sua busca desenfreada em encontrar Sparrow, Salazar relembra como conheceu o menino Jack. Assim enfim descobrimos os motivos que levaram Salazar a odiar tanto nosso pirata favorito.

Sparrow e seus tripulantes seguem junto a Henry e Karina, enquanto Salazar fica em seu encalço, mas felizmente o mesmo não pode pisar em terra firme. E assim teremos uma sequência incrível com destaque para os efeitos digitais e para Salazar.

O filme é incrível, super bem dirigido, sem erros de sequências e nem cortes abruptos (amém por isso!). Dizer que Johnny Depp está incrível é meio redundante, mas seu talento continua inquestionável.

O que eu posso dizer? A Disney continua sendo a Disney; e Piratas do Caribe ainda prova-se imortal. 


26 maio 2017

[Crítica] Corra

Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.                                                                                                                                                           
O que eu achei? 
Corra! É um filme que foi abraçado pelas redes sociais, todo mundo compartilhava o trailer e tentava desvendar o tema. O filme é um terror racial que nos mostra como o racismo ainda é visto como “normal” em alguns lugares e até esperado. A expectativa sobre o longa foi alta, nos decepcionamos poucas vezes e o considero possivelmente como o melhor filme do ano.

A história é bem simples, um fotógrafo negro vai passar o fim de semana na casa dos sogros da namorada branca, lembra um pouco entrando numa fria sem as piadas pastelão. Esse é o fio que conduz a primeira parte da história, como já sabemos pelo trailer e sobre a trama ele é um terror racial, soa estranho esse gênero e até arriscado por que é um tema que pode ser piegas, pode apelar para o clichê e pode principalmente soar politicamente correto. Porém aqui a graça está no incrível trabalho de Jordan Peele como diretor (seu primeiro filme além de ser o roteirista), no primeiro frame temos ótimos planos sequênciais com mudança de eixo e principalmente controle do que está sendo mostrando.

Controle é algo fundamental no filme, o diretor sabe o momento de esperar e segurar sua curiosidade e mostrar o mesmo que o protagonista sabe, isso misturado ao toque de humor ácido e crítico, várias vezes você se pega rindo de um piada racista ou estereotipada, um ponto mega positivo é fazer critica com humor e tocar direto ao ponto.

Outro ponto positivo é a escalação do elenco geral. Todos os atores do filme são bons, mesmo os que fazem somente uma ponta, um ótimo trabalho com destaque para Jordan Peele, que nos mostra um medo e um pavor visceral, você acredita que ele está com medo e principalmente que ele está se contendo ou incomodado no meio do círculo social que é família da namorada.

Corra é sobre racismo apenas? Sim e ao mesmo tempo não, o foco principal é ser crítico e principalmente alfinetar, todo mundo conhece alguém ou já viu alguém falar “Eu não sou racista, tenho até amigos negros “ ou que dizem “ Nossa seu cabelo é bem ruim, não estou sendo racista, só que ..” normalmente o tipinho que está entranhado na internet, esse é o tipo de racismo que está presente no filme, onde todo mundo votou no Obama só que não são iguais.

E mesmo achando agora que lendo essa critica você já sacou a trama do filme, e esse é o ponto principal de sua qualidade no roteiro, o filme muda umas três vezes, quando você pensa que entendeu, te apresenta algo novo, e até a história muda e te apresenta algo que você não estava esperando.

No final somos agraciados pela catarse da violência e vibramos por cada morte “Corra” é um filme que surpreende e mostra um novo respiro ao gênero terror, já está na lista dos melhores do ano e vale certamente sua conferida ao cinema para apreciar sua boa qualidade cinematográfica.



[News] Lançamentos de Maio de parceiros: Editora Drago



Relíquia - Caminhos de Um Templo Egípcio, de Gustavo Drago e Nana B. Poetisa: Poderia mesmo existir submerso em pleno deserto egípcio, um templo gigantesco, repleto de mistérios e segredos, de riquezas e armadilhas mortais... o recanto de uma joia diabólica, capaz de aterrorizar a mente humana e revelar até a origem de nossa existência. Bem... essa é a pergunta que fazem Nicholas e a sua filha Jennifer, quando embarcam para o Egito, prestes a viverem a maior aventura de todos os tempos. Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de TV (Relic Hunter), Relíquia - Caminhos de Um Templo Egípcio traz para a literatura brasileira o verdadeiro espírito hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura.... fantasia e ficção científica... muito humor, suspense e terror...romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos antigos astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos. Sem dúvida diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes! 

O ladrão e o assassino, de Moacir Moreno: Tomás Rodrigues, um excêntrico assassino de aluguel, é contratado para tirar a vida de um ladrão, no interior do Rio de Janeiro. O ladrão havia roubado uma preciosa joia e a guarda em sua suntuosa propriedade. Ao chegar à magnífica fazenda do ladrão, Tomás se depara com um horrendo problema e conhece Flavia Cerqueira, uma recepcionista local que despreza criminosas,Enquanto procura uma maneira de terminar o trabalho, o assassino e sua improvável aliada se veem envoltos em uma antiga maldição.

Orgasmos Fatais, de Fernanda Borges: Até que ponto as tentações podem mascarar a verdade. Até que ponto o amor pode se transformar em ódio. Até que ponto o prazer se transforma em dor. Mariana é uma bela mulher, que é assassinada brutalmente em seu apartamento. Daniela, igualmente linda e sexy, porém insensível e sarcástica, é apontada como autora do crime por familiares da vítima. A razão seria a rivalidade pública entre ambas, cujo pivô é Rodolfo, noivo de Mariana, jornalista e advogado influente na política, um homem calculista e ex-amante de Daniela.Douglas é o policial civil encarregado das investigações, mas apesar de sua experiência em desvendar os mais nebulosos homicídios, se vê envolvido em uma rede de manipulação onde o bem e o mal se confundem e as pessoas demonstram que nem sempre são o que aparentam. Policial e suspeita sentem uma mútua e tórrida atração; e ele luta para que seus sentimentos e desejos não o impeçam de cumprir seu dever.Sexo, relacionamentos explosivos e morte caminham de mãos dadas neste suspense policial, que prende a atenção do leitor do primeiro ao último capítulo.  

O último herdeiro e a pedra anuladora de Renato Lira: No ano de 1732, Caio Duntis, um jovem aprendiz, descobre possuir poderes mágicos, assim como a sua linhagem. Em uma visão de guerra futura, ele vê o seu último herdeiro manifestar poderes ao completar 17 anos. Alguém perverso está vigiando essa linhagem há muito tempo e deseja apoderar-se desses poderes.A linhagem dessa família faz parte de uma profecia, e seus membros precisarão salvar suas vidas e prepararem-se para a grande guerra que se aproxima, e ainda assim, levarem uma vida normal como outros jovens.


25 maio 2017

[News] Dia da Toalha-Origem e livros nerds


  1.   Hoje, dia 25 de maio, é comemorado o dia do orgulho nerd de, o Dia da Toalha. Além da data marcar a estreia do primeiro filme de Star Wars no ano de 1977 (pois é, a franquia está fazendo 40 anos hoje) a data também comemora o legado do escritor britânico Douglas Adams, autor de O guia do mochileiro das galáxias, que morreu em maio de 2001.
  2. Fans no mundo inteiro carregam uma toalha para homenagear o autor, que morreu de um ataque cardíaco e a data foi criada duas semanas após seus falecimento. Na série de livros de O guia do Mochileiro das Galáxias, um inglês chamado Arthur Dent é salvo por seu amigo Ford Prefect, que se revela um alien disfarçado de humano e que a Terra será destruída pelos Vogons, uma raça de aliens hostis. Eles conseguem subir à bordo da nave Vogon antes que o planeta fosse destruído e depois são resgatados por Zaphod Beeblebrox, um primo distante de Ford e passam por várias aventuras em diversos planetas e galáxias. A série é composta pelos livros ´´O guia do mochileiro das galáxias (1), ´´O restaurante no fim do universo´´,(2) ´´ A vida, o universo e tudo mais´´ (3) ´´Até mais e obrigado pelos peixes´´ (4) ´´Totalmente inofensiva´´ (5) todos esses escritos por Adams e em outubro de 2009, no trigésimo aniversário de lançamento do primeiro livro, o irlandês Eoin Colfer (autor da série Artemis Fowl) lançou um sexto volume, intitulado ´´E tem outra coisa´. 
  3. Agora, vamos deixar Douglas Adams um pouco de lado e falar sobre outras obras famosas da literatura nerd.
  4. A série Crônicas de gelo e fogo, de George R.R Martin é célebre por ter inspirado a série de TV Game of Thrones, uma das franquias de maior sucesso da HBO. Conta a história de várias famílias que lutam pelo Trono de Ferro no fictício continente de Westeros.Uma narrativa sangrenta sobre a conquista pelo poder, laços familiares e política são apenas alguns dos temas abordados na série.Conta com 5 livros lançados até o momento (George ainda está escrevendo o sexto, sem data de lançamento) e seis temporadas, sendo que a sétima estreará esse ano na HBO, é uma das sagas de fantasias mais rentáveis de todos os tempos.
  5. A série Discworld de Sir Terry Pratchett, tinha o objetivo de fazer uma paródia dos clichês da literatura de fantasia mas ele fez bem mais do que isso. Criou um mundo único. Discworld é um universo em que a tartarugas gigante A´Tuin carregam os quatro elefantes que carregam o planeta nas costas. Esse planeta é a Terra mas habitada não somente por seres humanos mas sim pro bruxas, magos, trolls e outras criaturas mágicas. O primeiro volume, A cor da magia, narra a história do mago Rincewind, um mago incompetente que sem querer, se torna o guia de DuasFlor, único turista do universo. Quando um terrível incêndio atinge a cidade de Ankh-Mopork, eles começam uma jornada pelo disco afora. Infelizmente, Sir Terry nos deixou em março de 2015 devido a complicações do mal de Alzheimer. Mas seu legado continua e até hoje a série continua vendendo milhões de exemplares por ano, além de ser considerada uma das mais importantes sátiras de fantasia.
  6. Philip K. Dick é autor de Andróides sonham com ovelhas elétricas, que deu origem ao filme Blade Runner, com Harrison Ford, Minority Report, que deu origem ao filme homônimo estrelado por Tom Cruise, O homem do castelo alto, Ubik, Valis, Fluam, minhas lágrimas, Os três estigmas de Palmer Eldritch, Realidades Adaptadas e vários outros. A marca registrada de suas histórias é o questionamento da essência da condição humana e da verdadeira natureza da realidade. Ele publicou 121 contos, 44 livros e 14 coletâneas de histórias curtas.É considerado um dos maiores escritores de ficção científica de todos os tempos.
  7. William Gibson nasceu na Carolina do Sul em 1948 e sua principal obra é Neuromancer, que conta a história de Henry Dorsett Case, um ex-hacker ou cowboy, como eles são conhecidos naquele mundo, foi impedido de trabalhar após ser pego roubando de seus patrões. Eles injetaram uma micotoxina (toxina feita à base de fungos) que causou sérios danos ao sistema nervoso de Henry e o deixou incapaz de se conectar à Matrix, a base de controle daquele mundo.É considerado o precursor do gênero cyberpunk, um gênero da ficção científica que se passa num futuro distópico em que a humanidade vive uma era high-tech low-life, significando que há avanços tecnológicos mas também graves mudanças na organização da sociedade. Gibson é um dos pioneiros da ficção científica ainda vivos.
  8. Ursula K. Le Guin é a autora de A mão esquerda da escuridão, originalmente publicado em 1969, estabeleceu Ursula como uma escritora de ficção científica. Narra a história de Genly Ai, um terráqueo, que é enviado ao planeta Gethen através de Ekumen, a confederação dos planetas, com o intuito de convidar os cidadãos de Gethen a se juntar à confederação.Quando Genly Ai aterrissa em Gethen, ele fica frustrado ao perceber que sabe tão pouco sobre a população. Eles não tem identidade de gênero, são andróginos. A mão esquerda da escuridão foi um dos primeiros livros de ficção científica feminista do gênero publicados e fez sucesso imediato. Foi uma das primeiras obras a abordar o polêmico tema da androginia. Ursula também é autora de O feiticeiro de Terramar, Os despossuídos, As tumbas de Atuan, entre vários outros. Assim como Gibson, ela ainda está viva e reside na cidade de Portland, no estado do Oregon.
  9. Arthur C. Clarke foi um escritor britânico, autor de obras como As fontes do paraíso, O fim da infância, Encontro com Rama, 2001:uma odisséia ao espaço, que deu origem ao filme de Stanley Kubrick, Um dia na vida do século XXI, O terceiro planeta e vários outros. 2001 é considerada sua obra-prima, sobre um monolito, que aterrissa no planeta Terra e assusta seus habitantes, macacos e vai acompanhando a humanidade, desde seu alvorecer até sua evolução
  10. Outros autores, como Robert Heinlein, Frank Herbert, Timothy Zahn, Aldous Huxley, Isaac Asimov e Stanislaw Lew também são importantes autores de ficção científica que merecem ser lidos.




[Nerds & Geeks] Star Trek: Uma introdução a uma mania de mais de 50 anos



´´Espaço: a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Prosseguindo em sua missão de explorar novos mundos, procurar novas formas de vida e novas civilizações, para audaciosamente ir aonde ninguém jamais esteve´´.


A maioria das pessoas reconhece a abertura de Star Trek,uma das mais famosas séries de ficção científica de todos os tempos. Criada por Gene Roddenberry em 1964, a série inicialmente teve um episódio piloto intitulado ´´The Cage´´para o estúdio Desilu mas a ideia foi rejeitada. Ele ofereceu para a NBC, que aceitou. O episódio foi considerado complexo demais e a emissora pediu para Gene alterar algumas coisas. Dos personagens originais, apenas o capitão Spock (Leonard Nimoy)permaneceu no segundo piloto. O episódio estreou no outono de 1966 e apresentou o elenco principal:capitão Kirk (William Shatner), Tenente-Comandante Scott (James Doohan), o Tenente Sulu (George Takei. O programa recebeu críticas variadas em sua estreia mas a série original teve 3 temporadas, até 1969.

Star Trek teve outras séries, a Animated, de 1973 a 74, a Next Generation, de 87 a 94, Deep Space Nine de 93 a 99, Voyager de 95 a 2001, Enterprise de 2001 a 2005 e nesse ano, haverá um reboot produzido pela CBS, estrelando Jason Isaacs (Lúcio Malfoy de Harry Potter) e a data de lançamento ainda está indefinida.

Star Trek é considerado um dos maiores sucessos da ficção científica e tem uma legião de fans mundo afora. Sir Patrick Stewart, o Professor Xavier de X-Men interpretou o Capitão Picard em The Next Generation, tido por muitos trekkers (como os fans da série são conhecidos) como a melhor série depois da clássica.

Três filmes estrelando Chris Pine como Capitão Kirk, Zachary Quinto como Spock e Zoe Saldaña (a Gamora de Guardiões da Galáxia) de Tenente Uhura arrecadaram grandes bilheterias.

Itens como o phaser (a pistola de energia), a nave Enterprise e os uniformes são comercializados e vendidos aos montes. Com a nova série esse ano, é provável que a popularidade só aumente.


[News] O Rei Leão ganhará um remake em live-action

Mais um live-action de um clássico da Disney? Sim, senhor!

Após o imenso sucesso tecnológico de “Mogli – O Menino Lobo”, a Disney confirmou a versão live-action de "O Rei Leão", seguindo a mesma linha visual de Mogli. A direção ficará por conta de Jon Favreau, que também dirigiu Mogli (diretor também de 'Homem de Ferro', 'Homem de Ferro 2', 'Cowboys vs. Aliens', e produtor executivo de Os Vingadores, Os Vingadores: A Era de Ultron e Homem de Ferro 3) que deu o anúncio via Tweeter.

 
O filme, na verdade, não será um live-action propriamente dito – uma vez que não há humanos na historia e não se pode fazer leões e todos os outros animais reais lutarem e falarem como queremos, né –, mas parecerá um live-action, usando pessoas para interpretarem os animais com tecnologia captação de movimento e fundo de tela verde.

Dois atores já foram confirmados via Twitter, pelo próprio John Favreu, para as dublagem do live-action. Um deles é o multitalentosos Donald Glover, que será a voz de Simba. O outro será o lendário James Earl Jones, que mais uma vez fará a voz de Mufasa, mesmo personagem que dublou na animação original, em 1994.





Além disso, já foi confirmado que o filme manterá a mesma trilha sonora de sua animação original, de 1994, vencedora de um Oscar por Melhor Canção Original ("Can You Feel The Love Tonight") que já vendeu mais de 14 milhões de cópias.

Alguns rumores surgiram nos ultimos dias quanto a novos possíveis dubladores de Nala, Timão e Pumba, mas nada confirmado.

O filme deve estreiar em 19 de julho de 2019. Então, até lá,
Hakuna matata!!!