[News] O espetáculo “Margaridas”, grande homenagem à educação e ao teatro, estreia, dia 9 de julho, no Sesc Copacabana

 O espetáculo “Margaridas”, grande homenagem à educação e ao teatro, estreia, dia 9 de julho, no Sesc Copacabana




Com texto de Cecília Ripoll e direção de Natasha Corbelino, a montagem faz um passeio por temas presentes em 200 anos de educação, de 1916 a um futuro imaginado em 2116

 

Como ensinou Paulo Freire, “a educação modela as almas e recria os corações”. Foi com esse sentimento do magistério como eixo de resistência, questionamento e invenção que a professora, diretora, atriz e pesquisadora de teatro Ana Achcar idealizou o espetáculo “Margaridas”, que estreia, dia 9 de julho, no Sesc Copacabana/Sala Multiuso. Com texto de Cecília Ripoll e direção de Natasha Corbelino, a peça nasceu livremente inspirada no clássico “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde, imortalizado por Marília Pêra, e foi ganhando vida própria a partir das relações estabelecidas entre a equipe artística durante os ensaios. O projeto foi selecionado pelo Sesc Pulsar 2026.

O espetáculo propõe uma reflexão: o que significa ser professora hoje, ocupar um lugar de escuta e transmissão de conhecimento em tempos de ruídos e desvalorização da educação? O projeto também celebra as relações afetivas estabelecidas entre a equipe, que nasceram em sala de aula e hoje se expandem para os palcos. Em cena, estão Ana Achcar, Bel Flaksman, Dani Barros, Graciana Valladares e Mariana Consoli.

“Dou aula há mais de 30 anos na Uni-Rio, e muitos dos meus alunos se tornaram amigos ou artistas com os quais eu trabalhei depois. Neste projeto, quis estar em cena com essas pessoas que tiveram um papel tão importante na minha vida. Essas relações me constituíram como professora”, descreve Ana Achcar. “Com elas, quis criar esse espetáculo, que transita entre memória, afeto e crítica social”, completa.

 

Na trama, cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. Sempre com humor, a situação gera uma série de conflitos. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno. A peça faz um passeio por 200 anos de educação, de 1916 a um futuro imaginado em 2116. Também faz uma homenagem ao teatro, objeto de estudo e amor de todas as envolvidas no projeto.

 

“Cinco atrizes professoras revelam seus múltiplos modos de olhar a educação. A peça nos faz rir das diferenças entre essas mulheres, mas também nos convida a refletir sobre algo muito atual e urgente: nossa dificuldade de ouvir quem pensa diferente de nós”, reflete a diretora Natasha Corbelino. “Ela nos lembra que arte e educação se aproximam ainda mais quando compartilhamos uma experiência que acreditamos ser transformadora. Como mulheres artistas e professoras têm atravessado as décadas?  Falamos sobre a necessidade de construir pontes entre tempos, ideias e pessoas, sem renunciar à complexidade que nos constitui”, acrescenta.

 

A dramaturga de Cecília Ripoll conta que, nas primeiras reuniões com a equipe, houve muita conversa e depoimentos sobre experiências pessoais em sala de aula. “O que mais me chamou a atenção foi a fluidez constante com que nossos relatos transitavam entre a posição de professora e aluna. Todas as nossas experiências mais marcantes com o ensino envolviam lembranças tanto enquanto professoras quanto enquanto alunas, e os limites entre essas duas posições pareciam bastante tênues. A partir daí, veio a inspiração para as primeiras linhas; e se o ponto de partida da trama fosse uma absoluta confusão entre esses dois papéis?”, lembra a autora.

 

Sinopse

Cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno.

 

Ficha técnica

Idealização: Ana Achcar

Texto: Cecília Ripoll

Direção: Natasha Corbelino

Elenco: Ana Achcar, Bel Flaksman, Dani Barros, Graciana Valladares e Mariana Consoli

Direção de Movimento: Gabriela Luiz

Direção Musical: Isadora Medella

Direção de Arte: Jovanna Souza

Iluminação: Lara Cunha

Assistente de direção: Waleska Arêas

Designer gráfica: Laura Achcar

Fotos: Ana Alexandrino

Assessoria Redes Sociais: Fernanda Portella

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Direção de produção: Dadá Maia

Produção: Ciranda de 3 Trupe Produções

 

Serviço

Margaridas
Temporada: de 09 de julho a 02 de agosto de 2026
Dias e horários: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingos, às 17h
Sesc Copacabana — Espaço Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro.

Informações: (21) 3180-5226

Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 28 (associado do Sesc) e R$ 20 (meia-entrada)
Duração: 1h10

Lotação: 50 lugares

Bilheteria — horário de funcionamento: terça a sexta, das 9h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 19h
Venda online: Ingresso.com
Classificação: A10

 

Assessoria de imprensa

Racca Comunicação

Rachel Almeida

| (21) 99196-1489 | racca.almeida@gmail.com

 

BIOGRAFIAS

Cecília Ripoll (dramaturgia)

Dramaturga, diretora e atriz, uma das fundadoras do Grupo Gestopatas. Indicada ao Prêmio Shell RJ 2023 pelo texto PANÇA (sua direção), e ao Shell RJ 2018 por ROSE (Dir. Vinicius Arneiro). Diretora e dramaturga do solo autoral “Fantasiosa Exposição da Palavra” (dir. sua junto a Juliana França, 2024). Dentre outras dramaturgias autorais recentes estão: “Constituição, o ovo ou a galinha? ” (Dir. Juliana França, 2024); “FEIO” (Dir. Helena Marques, 2023); “Memórias de uma Manicure” (Dir. René Guerra, 2023). “Ópera na Brasa” (sua direção, 2023)

Natasha Corbelino (direção)

Artista da cena. Atriz, performer, autora, diretora, produtora, pesquisadora, curadora. Mestre em Artes da Cena/UFRJ. Graduada em Interpretação/UniRio. Cis branca. Atualmente em cena com texto e direção próprios em 1 peça cansada. Em 2025, estreia mais 2 direções: uma com Carolina Ferman em cena e outra com 5 atores e texto de Jeff Fagundes. Dirigiu seus outros solos autorais: Peça Constituição e Maria Juliana, que circulou Brasil e Europa. Como diretora, entrou em cartaz/circulou também com: Teatro Comercial (23 em cena), Coletivona (11 em cena), Carne de Segunda, com Tatjana Vereza e texto de Marina Monteiro, O Filho do Presidente, de e com Ricardo Cabral, Aracy, de e com Flávia Milioni (codireção), Felicidade à venda, de e com Dora e Lucília de Assis e Alexandre Dacosta. Gestora da Corbelino Cultural desde 2004. Idealizou Que legado e Que boca na cena?, indicados ao Shell na categoria Inovação em 2017 e 23. Foi curadora do Olhares Críticos, da MITsp com Leda Maria Martins em 2024.

Ana Achcar (idealizadora e atriz)

Atriz, palhaça, pesquisadora, e professora titular na graduação e pós-graduação da Escola de Teatro da UNIRIO desde 1994. Formada na École Philippe Gaulier - Paris, estudou máscara no Théâtre du Soleil com Ariane Mnouchkine e na Itália com Enrico Bonavera e Donato Sartori. Doutora em Teatro, coordena o Programa Enfermaria do Riso onde desenvolve formação para palhaços que atuam em hospitais há 27 anos. Em 2021 fez pós-doutorado sob a direção de Béatrice Picon Vallin no CNRS-Paris. Tem publicações em revistas e livros, nacionais e estrangeiros e ministra oficinas de jogo da máscara e palhaçaria. Ganhou os prêmios Melhor Espetáculo do FITU na Tunísia em 2009 e Júri Popular do FIESTA na Rússia em 2010, com o espetáculo PalhaSOS. Como atriz, seus últimos trabalhos são: a comédia musical As Comadres, direção de Ariane Mnouchkine, apresentado em Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Bordeaux e Paris, e o espetáculo Gente de Bem de João Ximenes, direção de Adriana Maia no Rio de Janeiro.

Bel Flaksman (atriz)

Atriz e palhaça, mestre em palhaçaria e performance pela UNIRIO. Assina assistência da diretora Georgette Fadel no espetáculo Um Jardim Para Tchekhov (2024), indicado aos prêmios Shell e APTR pela dramaturgia de Pedro Brício. Atua no espetáculo Imbróglia (2024). É membro de MIÚDA, núcleo de pesquisa continuada em artes, com quem atuou em diversos espetáculos nos últimos dez anos. Se tornou palhaça no projeto Enfermaria do Riso, coordenado por Ana Achcar, atuando por seis anos em hospitais do Rio de Janeiro. Com a Cia dos Bondrés, da diretora Fabianna de Mello e Souza, atua nos espetáculos Oikos e Batalha de Improvisação com máscaras. Em viagem para a Índia, cursou a Escola Nômade com Ariane Mnouchkine, e ministrou workshop de palhaçaria em parceria com os Palhaços Sem Fronteiras Brasil, ONG na qual integra o núcleo de palhaços voluntários. Participou de oficinas de palhaçaria com Juliana Jardim, Andrea Martines, Pierre Byland e Hilary Chaplain.

Dani Barros (atriz)

Atriz formada pela UNIRIO. Integrou o grupo “Os Privilegiados” dirigido por Antônio Abujamra e João Fonseca. Trabalhou no projeto “Doutores da Alegria” por 13 anos. Atuou na peça “Maria do Caritó”, dirigido por João Fonseca e “Conchambranças de Quaderna” dirigido por Inez Vianna, ganhando o prêmio APTR de Teatro de Melhor Atriz Coadjuvante por estes dois trabalhos. Pelo seu trabalho como atriz em “Estamira – beira do mundo” recebeu os prêmios: Shell, APCA, APTR, Questão de Crítica e Festival de Teatro do Rio. Atuou no filme “O Veneno da Madrugada” dirigido por Ruy Guerra. Atuou no programa “Minha Nada Mole Vida” e nas novelas: “Nos tempos do imperador”,“Pega Pega”, “Império”, “Além do Tempo” e “Fina Estampa”, exibidas pela Rede Globo. Pela novela “Império” foi indicada com a personagem Lorraine aos Prêmios Extra, Contigo e Revista Quem. Estreou o seu primeiro trabalho como diretora no musical “Dançando no Escuro” baseado no filme de Lars Von Trier, onde recebeu a indicação de Melhor Direção nos prêmios Reverência e Botequim Cultural. Dirigiu o espetáculo “Procópio” que estreou em setembro de 2018 no SESC Copacabana. Atuou na peça “Tudo” dirigida por Guilherme Weber tendo a indicação de melhor atriz nos prêmios Cesgranrio de Teatro, APCA e APTR. Participou do seriado "Guerreiros do sol" produzido pela Globoplay com estreia prevista para 2025. Atualmente é professora do corpo docente da Escola Wolf Maia.

Graciana Valladares (atriz)

Mestre em Artes Cênicas e licenciada em Teatro, Graciana Valladares foi atriz da Cia AMOK de 2014 a 2020. Formada em Pedagogia, com pós-graduação em Psicopedagogia e formação na Escola Técnica de Teatro Martins Pena, atua como arte-educadora na ONG ECOA desde 2011 e integra o Grupo de Pesquisa de Ator - APA. Premiada como Melhor Atriz Coadjuvante no APTR 2016, no Olhares da Cena RS 2018 e em festivais na área de atuação, também recebeu um prêmio internacional no NEAP e foi indicada ao Prêmio Inspirar, sendo uma das 20 mulheres mais inspiradoras do Brasil. Com participações em festivais nacionais e internacionais, incluindo uma turnê na China com "Salina, a Última Vértebra", também atuou em temporadas no CCBB com "Os Cadernos de Kindzu". Desde 2019, lidera o projeto social "Teatro na Zona Norte" e integra o elenco do musical "Makeda" da produtora Palavra Z.

Mariana Consoli (atriz)

Atriz licenciada pela UNIRIO e pós-graduada pela Cal, foi professora de Artes Cênicas dos colégios Militar, Cap-UFRJ e da British School/RJ. Idealizadora das Cias ERGOTROUPE e BANDEJAS CONTADORAS DE HISTÓRIAS, projeto que também idealizou e que esteve ligado aos DOUTORES DA ALEGRIA. Atuou em cerca de trinta montagens, destacando-se TERAPIA DO RISO, MALVADAS, de Alessandro Marson, CLUBE DA CENA de Cristina Fagundes, TALK RADIO de Eric Bogosian e direção de Maria Maya, PEQUENOS PODERES de Diego Molina e direção de Breno Sanches e SUCESSO de Leandro Muniz. Seus últimos trabalhos na TV foram nas novelas “Novo Mundo” com a personagem Dalva e “Travessia” com a personagem Ciça. Como atriz e produtora, idealizou os espetáculos "A VINDA DO MESSIAS", de Timochenco Wehbi e direção de Isabel Cavalcanti e “DISTORÇÕES” de Fabricio branco e direção de Eduardo Vaccari. É integrante da Comparsaria teatral, em cartaz com o espetáculo “GENTE DE BEM”, de João Ximenes Braga e direção de Adriana Maia.

Waleska Arêas (assistente de direção)

Atua na área cultural há mais de 30 anos. Formada em Artes Cênicas pela UNI-RIO, trabalha como atriz, produtora e diretora de teatro. Sócia majoritária da empresa WA Produções Artísticas LTDA. Como empresária presta serviços para empresas de audio visual como: Conspiração Filmes, Afroreggae, Paranoid Filmes, entre outros. Também é uma das realizadoras do canal de humor na web BOTA NA FITA, com mais de 60 vídeos publicados e podcaster em AS BOLADAS. Trilogia de Oscar Saraiva (ESQUECE, TUDO ISSO AGORA, NÃO PERTURBE – (2006 a 2009 Sesc Copacabana e Sesc Tijuca); FAÇA O QUE PRECISA SER FEITO (Sesc Copacabana e Teatro Serrador-2015 e 2016); APESAR DE VOCÊ (Teatro do Leblon – 2016/12017); K.O RELATO DE UM BUSCA (ASA – 2018); A CLASSE MÉDIA NO ESPELHO (ASA – 2020). Produz, dirige e atua nas gravações de Loop Group e dublagem para cinema, tv e streaming. Seus últimos trabalhos em áudio visual foram IMAGEM E VINIL com direção de Frederico Cardoso e DINHEIRO! É MOLE! dirigida por Paulo Tiefenth.

Gabriela Luiz (direção de movimento)

Mãe. Favelada por escolha. Atriz, Diretora de Movimento e Artista Multidisciplinar. Bacharel em Dança pela UFRJ. Integrante da Cia dos Comuns. Em 2022, no infantil Bordador de Mundos foi indicada a melhor atriz coadjuvante no prêmio CBTIJ e também foi indicada no mesmo ano no prêmio APTR na categoria melhor Direção de movimento do espetáculo Nem todo filho vinga. Fez a Direção dos espetáculos: Nem Todo Filho Vinga indicado a 33ª edição do Prêmio Shell; Inacabada; Tranca ruas; Lua da Maré; Invencíveis; Quebra Cabeça e Parte de Nós do Projeto Entre Lugares Maré. Assina Direção de Movimento: Espetáculo Amor de Baile, Espetáculo Dos Nossos para os Nossos, Espetáculo Três Irmãos, Espetáculo Das Dores e Espetáculo Limbos. Espetáculo Abrigo na Direção Artística com Duda Maia. Atualmente indicada no Prêmio CBTIJ em Melhor Preparação Corporal, Direção de Movimento e Melhor atuação no espetáculo kawo o Rei chama.

Isadora Medella (direção musical)

Há 30 está em cena artística como atriz, cantora, compositora, instrumentista, arranjadora e diretora musical no teatro, dança, música e cinema. Fundadora e produtora musical do grupo “Chicas", ganhou Prêmio Tim de Música com o CD “Quem vai comprar nosso Barulho?” (Som Livre); CD e DVD (Biscoito Fino) “Em tempo de crise nasceu a canção”, entre outros. Além de turnês pelo Brasil, gravou a abertura da novela Caras e Bocas; Som Brasil (Caetano e Gonzaguinha), entre outros programas da TV Globo. Assinou a trilha sonora original e a direção musical de mais de 50 espetáculos e Cias de teatro como: Troup Pas D'argent, Cia Marginal, Teatro de Nós, Yonis Magníficas, entre outras. Últimos trabalhos de direção musical: Cabaré Jardins dos Espantos, direção Christina Streva; “Barulinho” (Chicas) que fez turnê pela Caixa Cultural (2023/2024), onde atuava como cantora, instrumentista e atriz; "Hereditária" de Moira Braga onde também atuava; Atriz e musicista no musical Zaquim e Contos Partidos de Amor, direção Duda Maia. Compôs e produziu trilha sonora original para os filmes; Longa - “Os Sapos” de Renata Mzirahi; Curta - Mãe da Filha de Isabel Cavalcanti; Direção de som do curta “Macaléia” de Rejane Zilles com Jards Macalé.

Jovanna Souza (direção de arte)

Graduada em Cenografia e Indumentária pela EBA-UFRJ e atua em diversas áreas como Teatro, Carnaval, Audiovisual e Artes Plásticas. Atualmente é carnavalesca do GRES Acadêmicos da Abolição e Cenógrafa da GRES Grande Rio, escola em que também é responsável por chefiar pelo quinto ano consecutivo a equipe de adereço. Durante 4 anos atuou como cenógrafa assistente do Diretor de Arte, Ronald Teixeira, participando de projetos em diferentes mídias.  No campo dos musicais, assinou a cenografia do Espetáculo "Nas Alturas (In The Heights) - O Musical", foi cenógrafa assistente em “80- A Década do Vale Tudo - DOC-Musical ", estrelado por Sandra Sá.   Com o Coletivo Os Trouxinhas, coordenou a cenografia do Ballet "Macunaíma" (TMRJ) e foi Chefe de Adereços da “ Alegoria 5 - Fala Mageté" (Grande Rio, 2022), arrematando prêmios como o Estandarte de Ouro - Categoria Fernando Pamplona e Prêmio Estrela do Carnaval - Série Prata 2022 - categoria originalidade.

Larissa Cunha (Luz)

Iluminadora há mais de 20 anos, já trabalhou nos principais teatros do país. É parceira da Cia Brasileira de Teatro (PR), Companhia do Latão (SP) e integrante do Grupo Teatro Voador Não Identificado, TVNI (RJ). Seus desenhos de luz mais recentes são Ninguém Sabe Meu Nome (2022), dir. Inez Viana e Isabel Cavalcanti; Saco de batata (2022) dir. Julia Benart; La Codista (2022), dir. Cesar Augusto; Mãe Arrependia, dir. Pamela Coto, Aracy (2019/21), dir. Flavia Milioni; Gilda (2019), dir Camilo Pellegrini, Foz Afora da Cia Liquida Ação RUMOS ITAÚ CULTURAL/2017 e “Burla” dir. Giorgia Conceição RUMOS ITAÚ CULTURAL/2015. “O Caminho de Volta”, dir. Alamo Facó; “Mariposas Amarilis” dir. Inês Viana e “O que vão dizer de nós” dir. Miwa Yanagizawa e Luisa Friese. Fez parte da equipe de coordenação técnica do TEMPO Festival Internacional/2012 e do festival Anjos do Picadeiro /2019. Ministra cursos de iluminação cênica desde 2019 e atualmente é professor no curso de audiovisual da Escola Spanta.

Dadá Maia (direção de produção)

Como diretora de produção, trabalhou em inúmeros projetos de teatro, entre eles destacam-se: “Os Mambembes” com Cláudia Abreu, Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Leandro Santanna, Orã Figueiredo e Paulo Betti, direção de Emílio de Mello e Gustavo Guenzburguer (2025); “Virginia” com Cláudia Abreu, direção de Amir Haddad (2022 a 2025); “Urutu” espetáculo circense com direção de Renato Rocha (2022); “PI Panorâmica Insana” direção Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo (2019); “Mordidas” direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga (2018); “estranhos.com” direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro (2017); “Nu de Botas” baseado no livro de Antonio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat com direção de Ernesto Piccolo (2015 e 2016); “Hora Amarela” de Adam Rapp, tradução de Isabel Wilker e direção de Monique Gardenberg (2014 e 2015); “O que é Poesia” aula-show de poesias com Antonio Cícero (2014); “ARTE” de Yasmina Reza com direção de Emílio de Mello (2012/2013).

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