30 setembro 2018

[Texto] Discurso Motivacional de Steve Jobs


"Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”

Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado."


[Crítica] Lá Vem os Pais, disponível na Netflix

Sinopse: Um pai dedicado de classe média (Adam Sandler) decide seguir a tradição e se responsabiliza por todos os gastos do casamento de sua filha, mesmo podendo contar com a ajuda financeira do pai do noivo (Chris Rock), um médico prestigiado. Agora, dois homens completamente opostos - e suas famílias - precisam encontrar um jeito de conviver pacificamente pela felicidade dos seus filhos na semana mais importante de suas vidas.

O que achei? Lá Vem os Pais tem uma trama simples: dois jovens irão se casar e a cerimônia precisa ser organizada e quem decide ser responsável por isso é o pai da noiva interpretado por Adam Sandler para impressionar o pai rico do noivo interpretado por Chris Rock, o que causa vários problemas, já que o pai da noiva tem uma família grande demais e não anda bem financeiramente.

O filme tem os clichés presentes em toda comédia de casamento como parentes inconvenientes, a melhor amiga da noiva, um homem que ainda é apaixonado pela noiva e alguns deles funcionam. Um dos problemas do filme é que ele exagera no politicamente incorreto algumas vezes, como por exemplo, o personagem de Sandler convida dois homens desconhecidos à sua casa por pensarem que eles eram da família do noivo só por eles serem negros.

Alguns momentos do filme são tão constrangedores que podem fazer o espectador sentir uma certa vergonha alheia. Sandler e Rock não tem muita química e o constrangimento das situações entre seus personagens não é o centro do filme como o título dá a entender, não havendo muita interação entre eles.

O filme se perde algumas vezes em tramas paralelas desnecessárias, o que faz com que ele seja longo demais, não sabendo a hora de acabar.


Trailer:  
Escrito por Michelle Araújo

29 setembro 2018

[Crítica] Tal Pai, Tal Filha; disponível na Netflix

Sinopse: Rachel (Kristen Bell) é uma jovem viciada no trabalho que está prestes a se casar com Owen (Jon Foster). Momentos antes da cerimônia, ela ainda está ao celular resolvendo detalhes de um possível novo cliente. Tal situação faz com que o noivo desista do casamento em pleno altar, por perceber que ela jamais irá mudar. Desolada, Rachel ainda é surpreendida com a súbita reaparição de seu pai, Harry (Kelsey Grammer), que a abandonou quando tinha apenas 5 anos. Após uma noite de bebedeira, ela decide não perder o cruzeiro ao Caribe que já havia programado para sua lua de mel, e convida seu pai a acompanhá-la. 

O que achei? Tal Pai, Tal Filha – filme escrito e dirigido por Lauren Miller Rogen – é um filme de comédia/drama mostra uma trama simples sobre relacionamento entre uma filha que tem dificuldades em perdoar o pai por abandona-la e um pai que teve uma grande perda recentemente e que aparece no dia do seu casamento para tentar um reconciliamento.

O filme mostra de forma leve e despretensiosa Rachel e Harry aprendendo a conviver não apenas um com o outro mas também com outros casais que se tornaram seus companheiros de viagem. Isso proporciona momentos engraçados e emocionantes, pois todos os atores apresentam uma boa química durante o filme.

O filme equilibra muito bem a comédia e o drama e, embora tenha alguns lugares comuns em filmes sobre relacionamento entre pais e filhas, isso não atrapalha o desenvolvimento da história. O ambiente do cruzeiro é ideal para o reconciliamento de Rachel e Harry, apesar de ter algumas cenas previsíveis.

Kristen Bell e Kelsey Grammer tem boas atuações e formam uma dupla convincente de pai e filha. Embora o filme não traga nada de novo ao gênero, ele é agradável de assistir e são os clichês desse gênero que fazem com que ele seja divertido até mesmo nos momentos previsíveis. 


Trailer:
Escrito por Michelle Araújo

[News] Rashid traz seu cotidiano em single "Aeroporto, Hotel, Show" que chega acompanhado de videoclipe

Embalado no sucesso da canção “Bilhete 2.0 (feat. Luccas Carlos)”, que faz parte do álbum “Crise”, lançado em janeiro desse ano, Rashid lançou ontem (28) o single inédito “Aeroporto, Hotel, Show”, já disponível em todas as plataformas digitais aqui.

A faixa chega acompanhada de videoclipe, seu primeiro lançamento pela Sony Music, que traz imagens de sua rotina, não só na estrada, mas em estúdio e no dia a dia, filmadas em Lisboa (Portugal), Paris (França) e Barcelona (Espanha), com produção de Renan Samam. O vídeo inclui imagens captadas no celular pelo próprio artista, que são contrastadas com os visuais das cidades turísticas.

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=XeqjW0Wj_nE
Em tom confessional, a canção parece estar falando diretamente com seus fãs, proximidade fortalecida ao narrar sua trajetória de maneira tão natural, não apenas com o novo videoclipe, mas também no universo digital, atualmente com mais de 1MM de fãs no Facebook e, no Spotify, 1.4MM ouvintes mensais.

Sobre a composição da nova faixa, Rashid completa: “Comecei, literalmente, a escrever essa letra num voo para Goiânia, querendo transmitir um pouco desse sentimento de estar sempre na estrada. Aproveitei pra falar sobre a minha ida à Europa, pra dividir um pouco dessa satisfação com meus fãs”.

O clipe já está disponível no canal do Youtube (aqui). Para o artista: “Essa foi minha forma de “levá-los” comigo nessa viagem”, finaliza.

Por Leonardo Alves

[Resenha] Gritos No Silêncio

Sinopse: Os segredos mais obscuros não podem ficar enterrados para sempre…
Na escuridão da noite, cinco figuras se revezam para cavar uma sepultura, um pequeno buraco em que enterram os restos de uma vida inocente. Ninguém diz nada, e um pacto de sangue os une…
Anos mais tarde, Teresa Wyatt é brutalmente assassinada na banheira da sua casa, e, depois disso, mais mortes violentas começam a acontecer. Todas as vítimas têm algo em comum, e a detetive que encabeça o caso, Kim Stone, logo percebe que a chave para deter o assassino que está semeando o pânico na cidade é resolver um crime do passado.
Só o que ela sabe é que alguém esconde um segredo e está disposto a fazer qualquer coisa para que nada seja revelado.
O que eu achei?
Um assassinato de uma mulher em sua casa da inicio a uma investigação que vai desenterrar um passado monstruoso e que irá despertar muitos monstros que viviam no orfanato para meninas, onde apenas cinco pessoas sabem o que aconteceu lá. “Gritos No Silêncio”, de Angela Marsons é um thriller policial que nos apresenta a Detetive Kim Stone, que irá, com sua equipe, investigar mortes em série que estão acontecendo em circunstancias nada comuns, fazendo com que ela esbarre em um segredo enterrado dez anos antes.
A história é uma das mais ágeis que eu já li. Normalmente, livros que envolvem investigação criminal costumam ser muito minuciosos em suas explicações, de forma seca e impessoal. Explicações sobre movimentações entre locais e cenários também se fazem de forma excessiva as vezes, mas nesse livro, a sensação de constante movimento é ininterrupta. E o fato dos capítulos serem bem curtos, bastante objetivos e de uma narrativa fluida, auxilia muito na leitura.
As personagens são perfeitas – e não é exagero. A carga emocional é muito bem trabalhada, principalmente com a detetive Kim, que apresenta uma relação pessoal com o caso. Mas além disso, cada personagem tem seu brilho único, seu charme. Os diálogos são inteligentes, sucintos e sem toda aquela explicação científica difícil. Mas o que mais chama atenção é a ironia e o sarcasmo das personagens, mais especificamente – outra vez – da detetive Kim, criando momentos até mesmo divertidos em meio ao caos. Esse foi um dos poucos livros em que todos os personagens são interessantes e acrescentam mais brilho quando surgem.
O caso investigado no livro é extremamente complexo e amplo, e abrange muito mais que apenas um assassinato e intenções sombrias. Exitem muitos jogos políticos, interesses pessoais e motivações assombrosas. Existe uma crítica bem forte a politica dos orfanatos, visto que o do livro recebe as crianças problemáticas, que foram abandonadas de casa ou rejeitadas pela família. Nos é apresentado como a vida nesse local segue, e o quão vulnerável as já vulneráveis meninas estão nas mãos de pessoas que se aproveitam da falta de fiscalização e interesse, seja do governo ou da família das crianças. Vários pontos de investigação aparentemente desconexos, assassinos que não deixam rastros, muitas perguntas cujas respostas parecem inalcançáveis, e pessoas que estão dispostas a tudo para manter um segredo guardado: é nisso e em muito mais que essa investigação vai mergulhar.
A autora soube manipular muito bem os caminhos da história, fazendo com que o leitor suspeite de tudo e de todos. As revelações nos são dadas em doses homeopáticas, e não somos capazes de descobrir absolutamente nada até que a verdade esteja gritando na nossa cara. A escrita, como eu já disse, é fluida, objetiva e direta, sem enfeitar desnecessariamente.
“Gritos No Silêncio” é o primeiro livro da série lançado aqui no Brasil pela Editora Gutemberg, mas já possui oito título no exterior. Então, só me resta aguardar os novos caso da Detetive Kim e sua equipe – porque sem dúvidas eu vou querer ler livro por livro.


[News] Lucy passeia do sertão ao pop em novo EP

"Lucy", com seis faixas, traz as participações do Àttooxxá, RAPadura Xique-Chico e da cantora angolana Titica

“Meu santo é forte, eu não tenho medo da sorte, se quiser pode até tentar me derrubar...” os versos do refrão da música “Santo forte”, que abre “Lucy" - novo EP da cantora Lucy, trazem uma carga de força, fé e certeza importantes para retratar a mulher determinada que a artista representa. Neste álbum de seis faixas, lançado pela Warner Music, Lucy traz o sertão, o pop, o baile funk, a calmaria, a positividade e muito suingue. A produção fica por conta de Felipe Rodarte, Sérgio Santos, Ruxell e Pablo Bispo.
"Santo Forte" foi a faixa responsável por antecipar o projeto na semana passada e chegou acompanhada de videoclipe inédito dirigido por Uriel Calomeni.

Clique e assista ao clipe de "Santo Forte":

“Eu quis fazer um EP bem solar, ter músicas de pista de dança e uma vibe lá em cima. Gosto muito da energia que este álbum traz e esse astral tem tudo a ver com a vida que levo”, conta a cantora que convidou o rapper RAPadura Xique-Chico, o grupo Àttooxxá e a angolana Titica para participarem de duas faixas. “São artistas que admiro e fazem parte dos últimos encontros musicais que tive nas estradas da vida. Achei muito verdadeiro trazer essas parcerias com as quais me identifico tanto e até por isso as músicascasaram muito bem. Com Rapadura faço “Bão”, uma canção linda com uma representatividade regional muito importante e com Titica e Àttooxxá cantei “Sem juízo”, que tem um ar de kuduro e como o título sugere é para perder a cabeça mesmo e se jogar”, acrescenta.
A cada single lançado, a cada show feito, a cada aparição (como no show do Baiana System na Fundição Progresso no último verão e cantando na cena de casamento de Mercedes e Josafá, personagens de Fernanda Montenegro Lima Duarte na novela O Outro Lado do Paraíso), Lucy vem consolidando mais e mais sua ascendente carreira de cantora. Recentemente, cantou Doce Companhia - versão composta por Fernanda Takai para Dulce Companhia, da mexicana Julieta Venegas - na abertura da novela das 18h da Rede Globo, Amor e Paixão. Seu último lançamento foi Xaxado no Chiado, em parceria com Elba Ramalho, um dos lançamentos mais tocados nas festas juninas este ano. No ano anterior, Lucy lançou Caçadora, com clipe visto por mais de 1,5 milhão de pessoas.
“Lucy” chega para o público no melhor momento da carreira da cantora que vem encantando a todos seja com sua voz firme, seja com seu talento de multi-instrumentista tocando rabeca, guitarra baiana ou sanfona.

Sobre Lucy:
Com apenas quatro anos, Lucy já tocava violino e se apresentava ao lado das irmãs em João Pessoa. Com talento e disciplina impressionantes seguiu estudando piano, sanfona e aperfeiçoando o canto. Ela integrou orquestras importantes do Nordeste como as Sinfônicas da Paraíba e do Recife e da Câmara de João Pessoa. No início dos anos 2000 montou com a família o grupo Clã Brasil com ritmos regionais e repertório com grandes ídolos Nordestinos. Em 2016 o grupo foi indicado ao Grammy Latino como melhor disco de raízes brasileiras.
Paralelamente ao Clã Brasil, Lucy seguia investindo na sua carreira solo até que seu caminho se cruzou com o de Alceu Valença. Eles gravaram um single juntos e o cantor a convidou para participar de sua turnê pelo Brasil e Europa.
O último lançamento da cantora, antes do anúncio deste projeto com a faixa "Santo Forte", foi o single "Caçadora" em abril do ano passado com clipe visto por mais de 1,5 milhão de visualizações.

Clique e ouça agora "Lucy" na sua plataforma digital favorita:

[News] WARNER - Destaques da Programação (01 a 07 de Outubro)

Destaques da Programação
01 a 07 de Outubro

SEGUNDA-FEIRA, 01 DE OUTUBRO

WARNER MOVIES
22h30: Loucas para Casar (2014) Comédia, 14 anos. Sinopse: Malu e Samuel namoram há três anos, mas não há o menor indício de que um pedido de casamento esteja por vir. Um dia Malu percebe que faltam algumas camisinhas no estoque pessoal do namorado e logo deduz que ele tem uma amante. Após contratar um detetive particular, ela descobre outras duas mulheres na vida de Samuel: a dançarina de boate Lúcia e a fanática religiosa Maria. É claro que as três irão disputar a preferência do amado.


TERÇA-FEIRA, 02 DE OUTUBRO

WARNER MOVIES
22h30: Dose Dupla (2013) Ação/Comédia, 16 anos. Sinopse: Robert Trench, agente da DEA, a agência antidrogas americana, está infiltrado num cartel de drogas mexicano. Marcus Stigman é um agente do serviço de investigação criminal também infiltrado. Sem saber, um investiga o outro e ambos desviam dinheiro da máfia para seus respectivos departamentos. O plano é incriminar Papi Greco, um poderoso traficante mexicano que atua nos Estados Unidos e, para isso, precisam reunir provas contundentes. Quando finalmente percebem que seus chefes já não os apoiam em suas missões, decidem trabalhar juntos e roubar um banco que, supostamente, receberia o faturamento deixado toda semana por capangas do traficante. Entretanto, a quantia disponível no cofre é muito maior do que imaginavam e logo percebem que a situação é mais complicada do que esperavam.


QUARTA-FEIRA, 03 DE OUTUBRO

WARNER MOVIES
22h30: A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005) Aventura/Familiar/Fantasia/Comédia, Livre. Sinopse: Charlie Bucket é um garoto tão pobre que mora em uma casa torta e come sopa de repolho todos os dias. Ele mora com seus pais e quatro avós que não saem da cama. Um deles, o vovô Joe já trabalhou na fábrica mais mágica da cidade, a de Willy Wonka um excêntrico fabricante de doces que cria os mais malucos e inventivos do planeta. E é por sua figura que Charlie é fascinado. Seu sonho é conhecer a fábrica, mas sabe que nunca conseguirá, pois há anos ninguém nunca viu Willy Wonka sair de lá, ou mesmo alguém ultrapassar seus portões. Até que o empresário lança um concurso mundial: em cinco barras de seu chocolate, o Wonka Bar, há escondido um tíquete dourado que dá ao premiado o direito de visitar a fábrica. Cinco crianças serão as felizardas e Charlie sonha ser uma delas. Quando seu sonho vira realidade, ele entrará em um monte repleto de magia e sabores únicos.


QUINTA-FEIRA, 04 DE OUTUBRO

WARNER MOVIES
22h30: Depois da Terra (2013) Aventura/Ação, 12 anos. Sinopse: Há mais de mil anos, um cataclismo tornou a Terra um lugar hostil e forçou os humanos a se refugiarem no planeta Nova Prime. Depois de enfrentar diversas missões especiais em nome da humanidade contra a raça alienígena conhecida como S'krell, o general Cypher Raige retorna à sua família e ao filho de treze anos. Entretanto, antes de se aposentar, uma chuva de asteroides faz com que a nave onde pai e filho estavam caia na Terra. Cypher fica muito ferido e cabe ao adolescente Kitai Raige seguir as ordens do veterano, aprender a encontrar água, comida e mantê-los vivos para conseguirem sair do planeta dominado por espécies ameaçadoras, evoluídas para eliminar a raça humana. Para piorar, um S'krell que havia sido capturado está à solta na selva.


SEXTA-FEIRA, 05 DE OUTUBRO

WARNER MOVIES
22h30: Homem de Ferro 3 (2013) Aventura/Ação, 12 anos. Sinopse: Quando o industrial arrogante, porém brilhante, Tony Stark vê seu mundo pessoal destruído pelas mãos de seu inimigo, ele embarca em uma angustiante jornada para encontrar os responsáveis. Um caminho cheio de reviravoltas, onde Stark terá de sobreviver lançando mão de seus próprios dispositivos, contando apenas com sua engenhosidade e instintos para proteger as pessoas que ama. Em sua luta, o Homem de Ferro terá de descobrir se seu traje ou a pessoa por trás dele é o favor mais importante em sua vida.


SÁBADO, 06 DE OUTUBRO

12h25 - Superstore 3 – INÉDITO!
EP19: Lottery: Quando a febre da loteria invade a loja, Dina (Lauren Ash) incentiva os funcionários a venderem a maior quantidade possível de bilhetes. Enquanto isso, Jonah (Ben Feldman) ajuda Amy (America Ferrera) a encontrar a nova gerente distrital para pedir um aumento. (12 anos)

12h50 - Mom 5 – INÉDITO!
EP.19: A Taco Bowl and a Tubby Seamstress: Christy teme que ela e Bonnie perderão o apartamento quando Bonnie se desentende com a nova proprietária do prédio, a durona Rita (PATTI LUPONE). (14 anos)

13h15 - The Middle 9 – INÉDITO!
EP 19: Bat Out of Heck: O bondoso Dr. Goodwin (JACK McBRAYER) mostra seu lado obscuro quando Frankie não entrega o pé de moleque que ele comprou no prazo combinado. Frankie vê algo voando pela casa. (12 anos)



WARNER HITS

22:30: O Justiceiro (2004) Aventura/Ação, 16 anos. Sinopse: Um agente disfarçado do FBI torna-se um assassino vigilante e se propõe a desencadear sua ira contra o empresário corrupto que matou toda a família em uma reunião.

00h40: Blindspot 3 – INÉDITO!

EP.18: Clamorous Night: A equipe enfrenta uma ameaça mortal. Enquanto isso, a lealdade de Roman é testada. (12 anos)


DOMINGO, 07 DE OUTUBRO

MARATONA: THE BIG BANG THEORY 11 (24 episódios)

A partir das 12h30


THE BIG BANG THEORY 12 (ESTREIA - TEMPORADA FINAL!)

Domingo, dia 7 de Outubro, às 22h

Encerrem a aula, suspendam o doutorado, desliguem os sabres de luz, temos uma notícia mundial: chegou a estreia da temporada final de The Big Bang Theory, a sitcom mais importante do milênio, a que apresentou os nerds mais populares de todos os tempos e mostrou que os cientistas... também são seres humanos. Esta temporada promete grandes impactos e muitas risadas, enquanto Sheldon e Amy curtem sua lua de mel e descobrem as maravilhas da vida. O que acontece quando um cientista e uma cientista dividem o mesmo teto? Imperdível! (24 episódios)


YOUNG SHELDON 2 (ESTREIA - NOVA TEMPORADA)

Domingo, dia 7 de outubro, às 22h25

Maratona Temporada 1, dia 12 de outubro a partir das 13h55

Ele é um garoto como qualquer outro - carinhoso, adorável, mas com um coeficiente intelectual sobrenatural e uma capacidade para transformar tudo que toca em gargalhadas. Bem-vindos à estreia da segunda temporada de Young Sheldon, o prequel do sucesso mundial The Big Bang Theory que narra as aventuras infantis do aspirante a gênio mais divertido da TV. Sofra com sua família, enlouqueça com seus professores, ria com ele. No universo do grande Sheldon Cooper, a infância é só o começo. (22 episódios)


*Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.

Por Leonardo Alves

[News] Vintage Culture & RoofTime lançam "I Will Find"


Faixa dá sequência ao sucesso de "Pour Over", terceira música do DJ e produtor a alcançar o TOP 200 do Spotify Brasil neste ano, ao lado de "Memories" e "Cante Por Nós"

Depois do sucesso do lançamento de “Pour Over”Vintage Culture está de volta ao cenário eletrônico para o lançamento de “I Will Find”, em parceria com os novatos brasileiros RoofTime. Vintage Culture, cada vez mais conhecido ao redor do globo por suas produções, não deixar de surpreender em mais este lançamento.
Já conhecidos no cenário nacional pelas batidas melódicas e vocais fortes, RoofTime entrega ao Vintage uma de suas performances mais memoráveis até hoje. Ritmada pelos acordes da guitarra e violão, a faixa fica completa pelas batidas do já conhecido ritmo inquieto de Vintage. A música, lançada pela Spinnin´ Records e Warner Music Brasil, chegará acompanhada de lyric vídeo inédito confirmado para ir ao ar ainda nesta sexta-feira, dia 28 de Setembro.
No TOP 100 de nomes do cenário e TOP 10 das plataformas digitais, portanto entre os DJs mais bem cotados da atualidade, Vintage Culture ganhou notoriedade no cenário de música eletrônica ao lançar remixes de sucessos de grandes nomes da música, como Pink Floyd, Cazuza, New Order e Fernanda Abreu.
Em 2016 lançou seu primeiro EP “Hollywood” e, com o produtor Slowmotion, pouco tempo depois, emplacou o remix “Drinkee”, para a dupla Sofi Tukker. Mas, foi o lançamento de “Wild Kidz” que deu à Vintage Culture notoriedade internacional – a faixa entrou no chart “Global Viral” do Spotify. Além de acumular em seu currículo apresentações em grandes festivais como Rock in Rio, Tomorrowland, Ultra Music Festival e LollaPalooza.
Neste ano, o DJ já emplacou três hits no TOP 200 do Spotify Brasil, “Memories”, “Cante Por Nós” e "Pour Over".

Clique e ouça agora "I Will Find" na plataforma digital de sua preferência:

[News] Com pegada despretensiosa, Lagum lança o single "Eu Admito"

O grupo mineiro Lagum lança hoje (28) a canção “Eu Admito”, após uma sequência de singles bem sucedidos, como “Deixa”, com participação da cantora Ana Gabriela, que recebeu o certificado de ouro; “Samba” e “Bem Melhor”.

Segundo o vocalista Pedro, a música surgiu de forma despretensiosa: “Eu compus a harmonia com dois acordes e logo comecei a fazer brincadeiras com falsetes escandalosos e divertidos. Sempre fui fã de Ed Motta, influencia de minha mãe que escutava muito e que acabou me influenciando nesses falsetes”, contou.

Já sobre a letra da canção, “Ela fala sobre uma pessoa que se faz de difícil para conquistar outra, mas essa tática não funciona e ela se arrepende. Mas quem nunca demorou um pouquinho para responder uma mensagem e se fazer de difícil, né? Não vamos negar que, em algumas situações, funciona [risos]”.

“Eu Admito” foi produzida por Pedro Dash e já está disponível em todas as plataformas de streaming. Ouça aqui. A banda também lançou um pseudo vídeo que pode ser acessado aqui.

SOBRE LAGUM
Após o lançamento do álbum de estreia, “Seja O Que Eu Quiser”, em 2016, sua repercussão se tornou uma alavanca na carreira da banda, que percorreu por todo o país, conquistando ainda mais fãs e espaços, fortalecendo-os dentro do cenário atual como novos nomes da cena nacional. Com uma forte identidade, a banda se destaca tanto nas plataformas digitais, quanto nos shows. Hoje Lagum já acumula singles com grande alcance no Spotify, como “Não Vou Mentir” (2.7M streams); “Bem Melhor” (2.4M streams); “A Gente Nunca Conversou” (4.4M streams); “Eu Não Valho Nada” (6.1M streams) e o hit “Deixa”, com participação de Ana Gabriela, com mais de 20.2M de streams.

Por Leonardo Alves

28 setembro 2018

[News] Ouça "Sounds Good To Me', novo single de Hanne Mjøen

Artista pop norueguesa retorna ao cenário para seu primeiro lançamento junto à Spinnin´ Records
 
Depois de já se movimentar na dance music, com vocais para a faixa “You Could Be”, do R3HAB, atualmente com mais de 27 milhões de streams no Spotify, além de colaboração e participação na composição de “Into You”, de Matisse &Sadko, Hanne Mjøen retorna agora ao cenário com seu primeiro lançamento pela Spinnin´ Records, “Sounds Good To Me”, que já está disponível em todas as plataformas digitais.
"'Sounds Good To Me' é a música mais vulnerável que eu já divulguei até agora. É uma história de amor complicada e irônica, que aborda os aspectos positivos e negativos de um relacionamento. Apesar da seriedade das letras, é a música mais dançante até agora, com batidas hipnóticas e linhas melódicas flutuantes, flertando com o moderno e o retrô ao mesmo tempo", comenta Hanne Mjøen.
 
Emergente artista pop norueguesa, Hanne Mjøen, que fica baseada em Oslo, iniciou sua trajetória junto a seu público natal em 2017, com o lançamento de três singles transmitidos na emissora de rádio nacional da Noruega, NRK P3. No mesmo período, apoiou Astrid S na etapa norueguesa de sua turnê mundial, neste momento, não deixou dúvidas de que seria a futura rainha da música pop escandinava, um sentimento ecoado pela crítica local, que listou Hanne como uma das “artistas escandinavas para se ouvir em 2018 ”.
Hanne se apresentou em festivais como: Larm, Trondheim Calling, Vill Vill Vest, Findings Festival e Slottsfjell, onde chamou a atenção do The Independent, que comentou: “nós vamos (...) cair de costas com a postura confiante de Hanne Mjøen, que toca com precisão o Scandi-pop, de maneira alegre e efervesccente”.
Não muito diferente de sua estreia, 2018 viu a estrela de Hanne continuar a brilhar. Isso porque o quarto single da artista, "Future", lançado no final de 2017, fez parte da final da competição Urørt (tradução: "inédito") do NRK P3 em Fevereiro, uma plataforma comparável à BBC Introducing, para artistas noruegueses em ascensão. No mesmo mês, Hanne lançou a faixa "Vanilla", que foi apresentada na série The Line Of Best Fit, como a "Canção do Dia".
 
Clique e ouça agora “Sounds Good To Me" na sua plataforma digital favorita:

[News] Canal Brasil apresenta nova edição da Mostra Cinefoot

Na nova edição da “Mostra Cinefoot”, sob o comando de Xico Sá, o Canal Brasil apresenta títulos com curadoria do Festival de Cinema de Futebol

Mais uma vez, o Canal Brasil leva para a TV a programação de importantes festivais de cinema – desta vez, é o Cinefoot – Festival de Cinema de Futebol que vira uma mostra no canal. O jornalista, escritor e amante do esporte Xico Sá será o responsável por apresentar os títulos da programação, que tem curadoria de Antonio Leal, idealizador e diretor do Cinefoot. Em 2018, a mostra, que começa no dia 4 de outubro, fará uma homenagem aos 78 anos de Pelé, e exibe os filmes Isto É Pelé (1974), Pelé – O Rei Desconhecido (2017), Pelé – O Nascimento de uma Lenda (2016) e Pelé Eterno (2014). 77 Eternos Campeões (2017), produção que dá o pontapé inicial, comemora o centenário do Botafogo de Ribeirão Preto.


MOSTRA CINEFOOT
Início: Quinta-feira, dia 4/10, às 19h
Horário: Quintas, às 19h

77 Eternos Campeões (2017) (96’)
Horário: Quinta, dia 4, às 19h
Classificação: 10 anos
Direção: Igor Ramos
Sinopse: O filme narra a conquista Botafogo de Ribeirão Preto ao título de Campeão da Taça Cidade de São Paulo, em 1977. No enredo, a trajetória épica do maior esquadrão da história do clube do interior paulista, formado por Sócrates, Zé Mário Baroni, Lorico, entre outros craques. Uma conquista inédita, contra o São Paulo no estádio do Morumbi, e que fez Ribeirão Preto literalmente parar para comemorar naquele 18 de maio de 1977. Com um enredo repleto de depoimentos e imagens inéditas, o documentário é enriquecido pelos relatos de jogadores, técnicos, dirigentes e torcedores que vivenciaram a época de ouro do futebol paulista.

Isto É Pelé (1974) (70’)
Horário: Quinta, dia 11, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto
Sinopse: Dirigido por Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto, o longa remonta a trajetória do melhor jogador de todos os tempos, ao longo de 17 anos dedicados ao futebol. Nas cenas de arquivo, as primeiras imagens mostram sua "volta olímpica" no Maracanã, durante a despedida da Seleção Brasileira em 1971. A partir daí, a produção retorna a 1958, mostrando em detalhes seus gols e jogadas principalmente nos jogos com França e Suécia. Pelé, contudo, destaca seu gol contra o País de Gales que, segundo ele, lhe deu confiança para jogar como titular da seleção. Durante a competição, o mundo descobriu aquele que encantaria plateias de todos os tipos e lugares. Dotado de um talento natural inegável, era incansável em treinamentos para se aprimorar.

Pelé – um Rei Desconhecido (2017) (38’)
Horário: Quinta, dia 11, às 20h10
Classificação: Livre
Direção: Ernesto Rodrigues
Sinopse: Coproduzido pelo Canal Brasil em parceria com a Bizum, o documentário de Ernesto Rodrigues traz imagens raras de acervos estrangeiros, preservadas ao longo dos anos, com registros valiosos do craque em ação dentro e fora de campo, filmados no Brasil, na Europa, nas Américas e até na Oceania.

Pelé – O Nascimento de uma Lenda (2017) (108’)
Horário: Quinta, dia 18, às 19h
Classificação: 10 anos
Direção: Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist
Sinopse: O filme foca sua atenção nos primeiros anos da vida de Pelé (vivido por Leonardo Lima Carvalho, na infância, e Kevin de Paula, na adolescência) na pequena cidade de Três Corações, em Minas Gerais. O pequeno Edson é o filho mais velho de Dondinho (Seu Jorge) e Lucia (Mariana Nunes), um casal humilde com dificuldades para educar outras duas crianças em um pequeno casebre. Nos campos de terra batida do bairro, o menino começa a mostrar seu talento com a bola nos pés e a encantar plateias com dribles cheios de ginga e gols memoráveis. A vontade de se tornar um jogador de futebol, no entanto, esbarra nas amarras sociais – ele é obrigado a trabalhar como engraxate para ajudar na insuficiente renda familiar – e na vontade dos pais, focados em manter o menino na escola e contrários aos seus sonhos nos gramados.

Pelé Eterno (2004) (123’)
Horário: Quinta, dia 25, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Anibal Massaini
Sinopse: No dia 23 de outubro de 1940, nascia na cidade de Três Corações (MG) o filho de dona Celeste e seu Dondinho. Em 1945, a família se mudou para Bauru (SP) acompanhando o pai do então futuro artilheiro, que também foi jogador. Nessa época, o pequeno Edson já havia recebido seu famoso apelido – um desdobramento de “Bilé”, goleiro e colega de seu Dondinho. Nas divisões de base do Bauru Atlético Clube, Pelé – descoberto pelo técnico Waldemar de Brito – atraiu olhares com sua habilidade e faro de “matador”. Assim, em 1956, o garoto prodígio foi contratado pelo Santos, time do litoral paulista, onde eternizaria a camisa 10. O menino magro e franzino encontrou uma equipe profissional já formada e vencedora, na qual faria história. Entre 1959 e 61, por exemplo, conquistou 11 torneios internacionais, com a expressiva marca de 99 gols em 90 partidas. Apesar das propostas milionárias que recebeu, Pelé permaneceu no Santos por 18 anos, levantando incontáveis troféus, dentre eles duas Libertadores da América (1962 e 63), cinco Taças Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65) – equivalente ao Campeonato Brasileiro dos dias atuais – e dois Mundiais de Clubes (1962 e 63).

Pelé Eterno (2004) (123’)
Horário: Quinta, dia 25, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Anibal Massaini
Sinopse: No dia 23 de outubro de 1940, nascia na cidade de Três Corações (MG) o filho de dona Celeste e seu Dondinho. Em 1945, a família se mudou para Bauru (SP) acompanhando o pai do então futuro artilheiro, que também foi jogador. Nessa época, o pequeno Edson já havia recebido seu famoso apelido – um desdobramento de “Bilé”, goleiro e colega de seu Dondinho. Nas divisões de base do Bauru Atlético Clube, Pelé – descoberto pelo técnico Waldemar de Brito – atraiu olhares com sua habilidade e faro de “matador”. Assim, em 1956, o garoto prodígio foi contratado pelo Santos, time do litoral paulista, onde eternizaria a camisa 10. O menino magro e franzino encontrou uma equipe profissional já formada e vencedora, na qual faria história. Entre 1959 e 61, por exemplo, conquistou 11 torneios internacionais, com a expressiva marca de 99 gols em 90 partidas. Apesar das propostas milionárias que recebeu, Pelé permaneceu no Santos por 18 anos, levantando incontáveis troféus, dentre eles duas Libertadores da América (1962 e 63), cinco Taças Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65) – equivalente ao Campeonato Brasileiro dos dias atuais – e dois Mundiais de Clubes (1962 e 63).